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  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1984
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1984
w84 15/1 pp. 3-4

Influi o medo em você?

“HÁ hoje em dia grandes tragédias no mundo.” Assim escreveu René Dubos, cientista e filósofo em seu recente livro Encômios à Vida, em inglês. Ele prosseguiu: “Paradoxalmente, porém, grande parte do desalento contemporâneo origina-se não das dificuldades por que realmente passamos, mas de calamidades que ainda não ocorreram, e que talvez nunca ocorram.” Em outras palavras, o homem teme o futuro, porque vive na expectativa daquilo que é incerto e incontrolável.

De acordo com Dubos, quais são algumas das calamidades que surgem como possibilidades futuras? “Somos profundamente perturbados pela possibilidade duma guerra nuclear e de acidentes realmente graves em reatores nucleares . . . Ficamos coletivamente preocupados, porque antevemos que as condições mundiais se deteriorarão caso a população e a tecnologia continuem a crescer nos índices atuais. A terra logo ficará superpovoada e seus recursos se esgotarão; haverá escassez catastrófica de alimentos.” Embora ele mesmo seja otimista, René Dubos reconhece que vivemos numa “atmosfera de desalento que agora prevalece em grande parte do mundo”.

Alvin Toffler, sociólogo e escritor, passou cinco anos entrevistando uma ampla variedade de pessoas quanto aos efeitos da mudança e do futuro na vida delas. “Ganhadores de prêmios Nobel, hippies, psiquiatras, médicos, homens de negócios, futuristas profissionais, filósofos, e educadores expressaram preocupação quanto a mudança, ansiedades quanto a adaptação, temores quanto ao futuro.” (O grifo é nosso.) A pesquisa provou para ele que a ansiedade e o medo do futuro tornaram-se comuns.

Esse pressentimento que tem sido comum à humanidade do atual século foi apropriadamente predito por Jesus Cristo há quase 2.000 anos. Ele profetizara que o templo de Jerusalém seria destruído, e seus discípulos estavam curiosos para saber “quando serão realmente estas coisas e qual será o sinal quando estas coisas estão destinadas a ocorrer?”. — Lucas 21:7.

Na primeira parte de sua resposta, Jesus relatou acontecimentos que muitos daquela geração viveram para ver. Mas, ele aproveitou a pergunta deles para incluir acontecimentos em escala global que seriam testemunhados, não por aquela última geração de adoradores judaicos no templo, mas, o que é mais importante, por aqueles que atravessariam a terminação do atual sistema mundial. Ele advertiu: “Também, haverá sinais no sol, e na lua, e nas estrelas, e na terra angústia de nações, não sabendo o que fazer por causa do rugido do mar e da sua agitação, os homens ficando desalentados de temor e na expectativa das coisas que vêm sobre e terra habitada; porque os poderes dos céus serão abalados.” — Lucas 21:25, 26, 32.a

Naturalmente, homens de gerações passadas também viveram com medo — medo de guerras locais, pragas, catástrofes e mudança social. Mas, observou a geração de 1914 algo diferente? Certamente, porque toda “a terra habitada”, todas as nações, foi influenciada desde aquele momento decisivo. (Lucas 21:25, 26) Foram tantas as coisas que ocorreram nos últimos 69 anos, que os mais velhos lhe passaram por elas estão confusos e temerosos. E agora, por causa da ameaça nuclear, gente de todas as idades, até mesmo crianças, estão ansiosas quanto à sua expectativa de vida. Declarou-se corretamente que o sentimento predominante ou a principal emoção do século 20 é o MEDO.

Mas, talvez ache que estamos exagerando. É o medo do presente e do futuro suficientemente comum para crermos que seja o cumprimento da profecia de Jesus? Constitui realmente parte da evidência de que vivemos no tempo do fim? Vivemos realmente no tempo em que “os homens [ficam] desalentados de temor e na expectativa das coisas que vêm sobre a terra habitada”?

[Nota(s) de rodapé]

a A Bíblia católica Cantera-Iglesias, em espanhol, faz uma observação ao pé da página do relato paralelo no capítulo 24 de Mateus. Esta declara: “A beleza do templo proporcionou a Jesus a oportunidade de predizer sua ruína; os discípulos perguntam quando ocorrerá essa ruína (Mat 24 versículo 3), e, com essa pergunta, introduzem o tema da catástrofe final do mundo, sua data e os sinais precedentes.”

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