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  • Lisonja
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    • parecer o proceder mais lucrativo, a Bíblia indica que “quem repreende a um homem achará depois mais favor do que aquele que lisonjeia com a sua língua”. (Pro. 28:23) Quando alguém utiliza a lisonja para tirar proveito de outra pessoa, isto é o oposto do amor. Um odiador talvez recorra à lisonja, mas, por fim, verá seu engano retornar sobre si como uma pedra. — Pro. 26:24-28.

      A lisonja utiliza a conversa suave, a fim de iludir sua vítima. As expressões “lisonja”, “macia” (língua, lábios, ou palavras) (Sal. 5: 9; 12:2, 3; Dan. 11:32), “maciez” (Pro. 7:21; Dan. 11:34), e “dúplice” (Eze. 12:24) são traduções para o português de formas da raiz hebraica hháláq. Em todos os casos bíblicos citados, a motivação do proferidor de palavras suaves é ruim.

  • Listra
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    • LISTRA

      Cidade da Licaônia, região da parte central do S da Ásia Menor. Listra tem sido identificada com um cômoro ao N de Hatunsaray, situado numa área fértil, bem- regada, a c. 32 km ao S de Cônia (Icônio).

      Foi a Listra, na província romana da Galácia, que o apóstolo Paulo e Barnabé vieram, depois de obrigados a deixar Icônio, por causa duma tentativa de apedrejá-los. A cidade era então uma colônia romana, Augusto a elevando a essa categoria numa época anterior. Os naturais da cidade, contudo, continuavam a falar a língua licaônica. Depois que Paulo curou um homem coxo de nascença, as multidões concluíram que ele e Barnabé eram deuses encarnados, Hermes e Zeus. Mal conseguiram impedir que o povo lhes oferecesse sacrifícios. Posteriormente, contudo, judeus de Icônio e de Antioquia da Pisídia conseguiram agitar de tal modo os habitantes de Listra contra Paulo que estes o apedrejaram e arrastaram o corpo dele para fora da cidade, imaginando-o morto. Depois disso, quando cercado por co-cristãos, Paulo se levantou, entrou em Listra e então, acompanhado por Barnabé, partiu no dia seguinte para Derbe. — Atos 14:1, 5-20.

      Em seguida à sua atividade em Derbe, Paulo e Barnabé retornaram a Listra, Icônio e Antioquia. Fortaleceram e encorajaram os discípulos associados com as congregações cristãs recém-estabelecidas em tais cidades, e designaram anciãos. — Atos 14:21-23.

      Mais tarde, depois de ter sido decidida a questão da circuncisão pelos apóstolos e anciãos da congregação de Jerusalém (c. 49 EC), Paulo novamente visitou Derbe e Listra. A referência feita a isto, em Atos 16:1, poderia ser entendida como significando que o jovem Timóteo morava, quer em Listra, quer na vizinha Derbe. Mas, a evidência parece favorecer Listra. Pois, ao passo que Derbe não é novamente mencionada em relação a Timóteo, Atos 16:2 declara especificamente que ‘os irmãos em Listra e Icônio davam bom relatório’ de Timóteo. (Veja também 2 Timóteo 3:10, 11.) Timóteo havia feito tão bom progresso que Paulo o escolheu como companheiro de viagem. — Atos 16:3.

      Quando o apóstolo Paulo visitou vários lugares no “país da Galácia”, em sua terceira viagem missionária, é possível que tenha parado também em Listra. — Atos 18:23.

  • Liteira
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    • LITEIRA

      Um leito ou cama portátil geralmente coberto com um baldaquim, e dispondo de cortinas em ambos os lados, confeccionado de modo que uma pessoa de importância, quer sentada, quer reclinada, pudesse ser transportada por homens ou animais de carga; um palanquim, conforme usado no Oriente. A liteira real do Rei Salomão era feita de cedro-do-líbano, com pilares de prata e suportes de ouro, e seu assento, ou almofada, era revestido de lã custosa e linda, tingida de púrpura avermelhada. Seu interior era ricamente adornado, possivelmente com ébano. — Cân. 3:7-10.

      Um leito fúnebre portátil, para o transporte dum defunto, era conhecido como sorós ou esquife. — Luc. 7:14.

  • Litro
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    • LITRO

      Após a abertura do “terceiro selo”, conforme mencionado em Revelação 6:5, 6, disse-se que tanto um khoínix (quénice; queniz, IBB) de trigo como três khoínikes de cevada eram vendidos por um denário. Os cálculos quanto à medição dum khoínix variam. Em geral, contudo, os peritos crêem que meça pouco mais de um litro. (Veja notas IBB; LR.) Visto que um denário era o salário dum dia na época de João (Mat. 20:1-12), serem os cereais vendidos a tais preços revelaria a prevalência de condições de fome.

  • Livro
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    • LIVRO

      [Heb., sépher, livro, rolo, carta, escrito, documento, registro; gr., biblos (o âmago ou substância do caule do papiro), biblíon, livro, rolo].

      Um “livro” primitivo talvez fosse uma tábua ou uma coleção de tabuinhas de argila, de pedra, de cera, de madeira recoberta de cera, de metal, de marfim, ou, talvez, até mesmo um conjunto de óstracos ou cacos de louça (Gr., óstraka), etc. Rolos escritos a mão eram formados de folhas ligadas de papiro, de pergaminho (pele de animais, tais como ovelhas e cabritos), ou do material mais fino, o velino, feito da pele de bezerros jovens, e, ainda mais tarde, de linho, de papel de linho, etc. Finalmente, um livro tornou-se uma coleção de folhas dobradas, consecutivas, escritas a mão ou impressas, amarradas com corda, costuradas, coladas, costuradas a máquina ou presas de outro modo, formando um só volume encadernado.

      Quanto aos rolos, usualmente apenas um dos lados era escrito (quando em couro, o lado originalmente peludo). O material de escrita era às vezes enrolado num pau. O leitor começava a ler em uma ponta, segurando o rolo na sua mão esquerda, e enrolando-o no pau com a direita (se lia o hebraico; o contrário, se lia o grego). Se o registro era longo, o rolo talvez fosse enrolado em dois paus, com a parte do meio do texto ficando visível, quando apanhado para ser lido. Daí a palavra “volume”, derivada da palavra latina volvere, que significa “dar volta”, e de volumen, que significa “rolo”.

      Um tamanho comum das folhas usadas para fazer rolos era o de 23 a 28 cm de altura, e de 15 a 23 cm de largura. Várias dessas folhas eram unidas, lado a lado, com cola.

      As beiradas do rolo eram aparadas, alisadas com pedra-pomes e coloridas, geralmente de preto. Mergulhá-lo em óleo de cedro protegia o rolo dos insetos. A escrita era usualmente feita de um lado do rolo, a menos que houvesse mais informações do que poderiam caber na parte interna. Daí, às vezes, escrevia-se um pouco do lado de fora, ou no reverso. Os rolos visionários que continham julgamentos, vistos pelos profetas Ezequiel e Zacarias e pelo apóstolo João, foram escritos em ambos os lados. Isto parece indicar que os julgamentos eram grandes, extensos e de peso. — Eze. 2:10; Zac. 5:1-3; Rev. 5:1.

      Importantes documentos eram selados com uma massa de argila ou de cera, contendo a impressão do selo do escritor ou do fabricante, preso ao documento por cordinhas. O apóstolo João contemplou, em visão, um rolo com sete selos, que foi entregue ao Cordeiro por aquele que estava no trono. — Rev. 5:1-7.

      Rolos mais primitivos parecem ter tido até quatro colunas em cada página, ao passo que os posteriores em geral continham uma só coluna. O rolo de Jeremias consistia em “páginas-colunas”. Ao serem lidas três ou quatro colunas, o Rei Jeoiaquim cortou esse trecho do rolo e o lançou ao fogo. (Jer. 36:23) As dezessete faixas do Rolo do Mar Morto de Isaías continham cinqüenta e quatro colunas de texto, cada uma tendo de vinte e oito a trinta e duas linhas.

      Nos rolos de papiro, as folhas eram feitas de duas camadas de papiro, uma em ângulo reto com a outra. As folhas eram coladas, de modo que as faixas horizontais formavam a superfície interna do rolo, apresentando uma superfície lisa para escrita e um guia para a escrita no mesmo nível. O título, numa pequena faixa de papiro, era ligado à borda superior, podendo ser facilmente lido, quer o rolo ficasse em posição vertical, quer estivesse deitado numa prateleira. Rolos de pergaminho ou de velino amiúde eram pautados, para orientação da pena do escritor. Tais linhas aparecem no rolo de Isaías.

      Os registros dos antigos arquivos nacionais de Israel e de Judá, bem como os escritos inspirados dos profetas de Jeová, embora às vezes chamados de “livros”, apresentavam-se realmente sob esta forma de rolo. — 1 Reis 11:41; 14:19; Jer. 36:4, 6, 23.

      Cada sinagoga, algo que surgiu depois do exílio babilônico, conservava e utilizava rolos das Santas Escrituras, e havia leitura pública deles, a cada sábado. (Atos 15:21) O próprio Jesus leu um rolo desse tipo, provavelmente um rolo semelhante ao Rolo do Mar Morto de Isaías. — Luc. 4:15-20.

      Parece que os cristãos usavam mormente o rolo ou livro em forma de rolo pelo menos até cerca do fim do primeiro século EC. O apóstolo João escreveu a Revelação por volta de 96 EC, e o livro chama a si mesmo de rolo, no capitulo 22, versículos 18 e 19. Mas o livro em forma de rolo era muito difícil de manejar. Seria difícil transportar vários livros da Bíblia em forma de rolos. Seria ainda mais inconveniente, com efeito, seria praticamente impossível, consultar rapidamente certas declarações contidas num grande rolo. Os indícios são de que os cristãos prontamente adotaram o códice ou livro de folhas, porque se interessavam em pregar as “boas novas” e consultavam e indicavam muitas referências nas Escrituras, em seu estudo e em sua pregação da Bíblia.

      Quanto ao fato de que os cristãos, se não inventaram o livro de folhas, pelo menos assumiram a liderança no uso do mesmo, o prof. E. J. Goodspeed, em seu livro Christianity Goes to Press (O Cristianismo Utiliza a Imprensa), pp. 75, 76, afirma: “Havia homens, na primitiva igreja, vivamente alertas quanto à parte desempenhada pela editoração no mundo greco-romano, os quais, no seu zelo de espalharem através daquele mundo a mensagem cristã, aproveitaram-se de todas as técnicas da editoração, não só as antigas e tradicionais, bem batidas, mas as mais recentes e mais progressivas, e fizeram uso delas ao máximo, na sua propaganda cristã. Ao fazerem isso, começaram a usar, em ampla escala, o códice, agora em uso universal. Seu evangelho não era um mistério esotérico e secreto, mas algo que devia ser proclamado de cima das casas, e tornaram sua ocupação levar a efeito o antigo lema dos profetas: ‘Publicai as boas novas.’ A escrita dos evangelhos de per si foi uma grande coisa, naturalmente, mas sua compilação, junto com sua publicação como uma coleção, foi uma medida totalmente diferente, e uma de quase tanta importância quanto a escrita de alguns deles.”

      O prof. Goodspeed cita o discurso presidencial do prof. Henry A. Sanders perante a Associação Americana de Filologia, em dezembro de 1937, sobre o aparecimento do códice ou livro de folhas, dizendo: “Já no fim do primeiro século AC, e ainda mais no primeiro século AD, começaram a surgir códices no comércio de livros. Para a literatura cristã, os códices já eram usados provavelmente desde o começo.”

      PALIMPSESTOS

      Devido ao custo ou à escassez dos materiais de escrita, os manuscritos às vezes eram parcialmente apagados por raspagem, por se passar neles uma esponja ou pela remoção, mediante vários preparados, de tanto quanto possível do original, escrevendo-se sobre o mesmo. No caso do papiro, passava-se a esponja caso a tinta fosse relativamente fresca; de outra forma, riscava-se a velha escrita, ou as costas do material eram usadas como superfície de escrita. Em alguns palimpsestos, devido à ação atmosférica, etc., a escrita original pode aparecer com clareza suficiente para ser decifrada. Vários manuscritos da Bíblia acham-se entre estes, um notável dentre eles sendo o Códice Ephraemi, contendo, sob o que era provavelmente uma escrita do século XII, uma parte das Escrituras Hebraicas e Gregas, numa escrita que se supõe datar do século V EC.

      OUTROS LIVROS MENCIONADOS NA BÍBLIA

      Vários livros não-inspirados são mencionados na Bíblia. Alguns eram fonte de matéria para os escritores inspirados. Alguns parecem ser registros históricos, compilados dos registros estatais. Entre eles, acham-se os seguintes:

      Livros das guerras de Jeová

      Citado por Moisés em Números 21:14, 15. Tratava-se, sem dúvida, dum fidedigno registro ou história das guerras do povo de Deus. Poderá ter começado com a luta bem-sucedida de Abraão contra os quatro reis aliados que capturaram Ló e sua família. — Gên. 14:1-16.

      Livro de Jasar

      Este livro é citado em Josué 10:12, 13, trecho que trata do apelo de Josué para que o sol e a lua ficassem parados durante sua luta contra os amorreus, e, em 2 Samuel 1:18-27, narrando um poema, chamado “O Arco”, uma endecha a respeito de Saul e Jonatã. Pensa-se, portanto, que o livro era uma coleção de poemas, cânticos e outros escritos. Apresentavam, sem dúvida, considerável interesse histórico e circulavam amplamente entre os hebreus.

      Outros escritos históricos

      Vários outros escritos históricos não-inspirados são mencionados nos livros de Reis e de Crônicas, um deles sendo o “livro dos assuntos dos dias dos reis de Israel”. (1 Reis 14:19; 2 Reis 15:31) “O livro dos assuntos dos tempos dos reis de Judá” é seu correspondente para os reis do reino meridional, começando com Roboão, filho de Salomão, e terminando com Jeoiaquim. E mencionado quinze vezes. (1 Reis 14:29; 2 Reis 24:5) Outro registro da regência de Salomão é mencionado em 1 Reis 11:41 como o “livro dos assuntos de Salomão”.

      Ao compilar e escrever Crônicas depois do exílio, Esdras se refere pelo menos quatorze vezes a outras fontes, inclusive ao “Livro dos Reis de Israel”, à “narração dos assuntos dos dias do Rei Davi” e ao “Livro dos Reis de Judá e de Israel”. (1 Crô. 9:1; 27:24; 2 Crô. 16:11; 20:34; 24:27; 27:7; 33:18) Esdras também fez referência a livros de anteriores escritores inspirados. (1 Crô. 29:29; 2 Crô. 26: 22; 32:32) Esdras observa que outros profetas de Jeová fizeram registros escritos que não se acham preservados nas inspiradas Escrituras Sagradas. (2 Crô. 9:29; 12:15; 13:22) Um “livro dos assuntos dos tempos” é mencionado por Neemias. (Nee. 12:23) Os registros governamentais persas são mencionados na Bíblia. Nestes eram incluídos relatos de serviços prestados ao rei, tais como a revelação, feita por Mordecai, de uma conspiração para assassinato. — Esd. 4:15; Ester 2: 23; 6:1; 10:2.

      O sábio escritor de Eclesiastes avisa sobre a infindável gama de livros que não instilam o temor do verdadeiro Deus e a observância de Seus mandamentos. (Ecl. 12:12, 13) Um exemplo disso se encontrava em Éfeso, onde grassavam o espiritismo e o demonismo. Depois da pregação das boas novas sobre Cristo, os crentes trouxeram seus livros de mágica e os queimaram em público.

      Em Êxodo 17:14 acha-se a ordem de Jeová de escrever seu julgamento contra Amaleque no “livro”, indicando que os escritos de Moisés, os primeiros escritos conhecidos como sendo inspirados, já estavam sendo feitos em 1513 AEC.

      Algumas outras referências à Bíblia, ou a partes dela, são: “O livro do pacto”, que continha aparentemente a legislação delineada em Êxodo 20:22 a 23:33 (Êxo. 24:7); “Moisés terminara de escrever as palavras desta lei num livro” (agora chamado o Pentateuco) (Deut. 31:24, 26); o “rolo do livro”, as Escrituras Hebraicas. — Heb. 10:7.

  • Ló
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    • LÓ

      [cobertura]. Neto de Tera e filho de Harã, irmão de Abraão (Abrão); portanto, um sobrinho de Abraão. — Gên. 11:27.

      Harã, pai de Ló, morreu em Ur dos Caldeus e, assim sendo, Ló foi, junto com Tera, Abrão e Sarai, de Ur para Harã, onde morreu Tera, seu avô. (Gên. 11:28, 31, 32) Ló então jornadeou para Canaã, junto com Abrão e Sarai, e, mais tarde, acompanhou-os na ida e volta do Egito. (Gên. 12:4, 5; 13:1) Visto que os bens acumulados de Ló e de Abrão se tornaram muitos, quando voltaram a Canaã a terra não podia mantê-los juntos. Também, surgiram disputas entre seus criadores de gado. (Gên. 13:5-7) Abrão, não desejando que isto continuasse, sugeriu que eles se separassem, permitindo que seu sobrinho tivesse a primazia na escolha das terras. Ló escolheu uma área bem-regada, todo o distrito do Baixo Jordão. Ele mudou seu acampamento para o E e, por fim, fincou tenda

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