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“Uma forma de devoção piedosa”A Sentinela — 1984 | 1.° de janeiro
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diminuição do apoio às igrejas são outras evidências claras de que vivemos nos últimos dias do atual sistema de coisas. Mas, mais do que isso, tais coisas indicam que vivemos já bem no fim, na fase final dos últimos dias.
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Um mundo amante de prazeres está prestes a acabar!A Sentinela — 1984 | 1.° de janeiro
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Um mundo amante de prazeres está prestes a acabar!
A HISTÓRIA está repleta de exemplos de poderosos reinos e impérios que foram levados a ruína pela decadência moral, pela vida devassa e pelo amor excessivo aos prazeres. Mesmo dentro duma mesma nação, dinastias ou regimes foram derrubados quando o amor aos prazeres corroeu sua fibra moral.
Por exemplo, no livro Bosquejos da História Romana (em inglês), William Morey escreveu: “Se nos perguntassem quais foram os sintomas da decadência moral de Roma, responderíamos: o egoísmo de classes; a acumulação de riquezas, . . . o amor ao ouro e a paixão pelo luxo . . . Esses eram males morais que dificilmente poderiam ser curados por algum governo.”
Não vemos hoje as pessoas ficarem envolvidas num modo de vida mundano, voltado para os prazeres? Não vivemos num mundo amante de prazeres? Realmente, pois, embora muitos ainda desejem certa medida de religião, as atividades sociais e de recreação assumiram o lugar de maior importância. As pessoas se tornaram iguais as dos dias de Noé — preocupadas com coisas tais como ‘comer e beber’. Estão ocupadas demais em satisfazer seus desejos, para dar atenção às suas necessidades espirituais. Deveras, o interesse e o apoio que se dá à religião estão em declínio. — Mateus 24:37-39.
Esse amor aos prazeres e o acompanhante declínio do apoio dado à religião assumem um significado especial quando consideramos a maneira em que outro antigo império, Babilônia, foi à ruína. De fato, as particularidades incomuns dessa queda, assim como outras narrativas históricas, foram registradas na Bíblia por um motivo específico: “Foram escritas como aviso para nós, para quem já chegaram os fins dos sistemas de coisas.” — 1 Coríntios 10:11.
LIÇÃO ANTIGA
O rio Eufrates desempenhava um papel importante na vida da grande cidade de Babilônia. Jacob Abbott escreveu o seguinte em seu livro História de Ciro, o Grande (1878, em inglês): “[Babilônia] era a capital duma região grande e muito fértil, que se estendia por ambas as margens do Eufrates, em direção ao Golfo Pérsico. . . .O rio Eufrates era a grande fonte de fertilidade da inteira região pela qual fluía.” Sim, a prosperidade de Babilônia provinha do rio Eufrates. Portanto, é ainda mais significativo que a queda da cidade estivesse ligada a esse rio.
Abbott forneceu o seguinte relato interessante da conquista de Babilônia pelo Rei Ciro:
“Ciro avançou em direção à cidade. Estacionou um grande destacamento das suas tropas na abertura das principais muralhas, por onde o rio entrava na cidade,
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