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  • A Bíblia — é prática para os nossos dias?
    A Sentinela — 1986 | 1.° de maio
    • subtraia das suas palavras. (Provérbios 30:5, 6; Revelação 22:18, 19) Pode a Bíblia ser aceita como guia prático para os nossos dias?

      Alguns dizem que não. “Ninguém defenderia o uso dum livro de química de 1924 numa moderna aula de química — o que se aprendeu desde então sobre química não permite isto”, escreveu o Dr. Eli S. Chesen no seu livro Religião Pode Ser Perigoso Para Sua Saúde (em inglês). Ele continua: “Similarmente, muito se aprendeu sobre sociologia, filosofia e psicologia, nos últimos milhares de anos; não obstante, a Bíblia (que tem muito a dizer sobre esses assuntos) é usada como autoridade e raramente é revisada.”

      Ele acrescenta: “Sempre me pasma ouvir alguém falar sobre o ‘milagre’ de quão sempiterna é a Bíblia, e quão significativa ela é hoje, como o era quando foi escrita. Isto assemelha-se à admiração de alguém diante da ‘exatidão’ da astrologia. A Bíblia tem exercido tamanha autoridade que poucos sequer cogitam atualizá-la ou descartá-la.”

      Mas, está a Bíblia realmente desatualizada no mundo moderno? Ou, são os seus conselhos ainda práticos e significativos para os nossos dias?

  • A Bíblia — é prática para você
    A Sentinela — 1986 | 1.° de maio
    • A Bíblia — é prática para você

      “ELE te informou, ó homem terreno, sobre o que é bom”, escreveu um homem piedoso mais de 2.700 anos atrás. (Miquéias 6:8) Mas, será que aquilo é “bom” ou prático para nós hoje?

      “A Bíblia foi escrita muito antes de alguém saber algo sobre a moderna psicologia e o processo de desenvolvimento psicossexual”, diz o Dr. Chesen. “Mesmo se as intenções de seus escritores fossem as melhores, não poderiam ter considerado esses importantes fatores. Todavia, em matéria de moral e/ou mandamentos, a Bíblia e seus interpretadores têm muito a dizer.”

      Tal argumento poderia valer se a Bíblia fosse produto de raciocínio humano. Mas, como mostra nossa edição de 1.º de abril de 1986, a Bíblia não é a palavra de homem, mas sim de Deus. Não se pode desconsiderar este fato importante. Por quê? Porque o conhecimento de Deus, contrário ao do homem, não é restringido nem pelo tempo nem pelas circunstâncias, e tampouco está sujeito a mudar. Como Criador da humanidade, Deus sabe perfeitamente como somos constituídos e o que é melhor para nós. Assim, o apóstolo disse acertadamente: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e proveitosa para ensinar, para repreender, para endireitar as coisas, para disciplinar em justiça, a fim de que o homem de Deus seja plenamente competente, completamente equipado para toda boa obra.” — 2 Timóteo 3:16, 17.

      Que dizer, então, das monumentais mudanças ocorridas nos tempos modernos? Não existe o consenso de que vivemos numa era mais livre e esclarecida? Não tem a sociedade em geral se livrado de muitos grilhões tradicionais? Sim, mas apesar do aumentado conhecimento e da recém-assumida “liberdade”, as necessidades básicas e a constituição humana não mudaram. Interiormente, ainda somos iguais. Como nossos antepassados, ainda sentimos impulsos para comer, beber,

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