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    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • esplendor e beleza régios aos terrenos palacianos. — Ester 1:5.

      A Bíblia menciona os palácios da Assíria (Naum 1:1; 2:6), da cidade de Babilônia (2 Reis 20:18; 2 Crô. 36:7; Isa. 39:7; Dan. 1:4; 5:5), e da Pérsia. (Esd. 4:14; Ester 7:7, 8) Os da cidade de Babilônia são descritos como “palácios de deleite”. (Isa. 13:22) Um dos palácios mais grandiosos do mundo antigo foi construído por Salomão, conforme indicado pela impressão que causou na rainha de Sabá. — 1 Reis 10:4, 5.

      O palácio de Salomão, erguido no monte Moriá, ao S do templo, constituía apenas uma das várias estruturas governamentais existentes nessa área, as quais, todas juntas, levaram cerca de treze anos para serem construídas. Incluída neste complexo régio de prédios achava-se a Casa da Floresta do Líbano, o Pórtico das Colunas e o Pórtico do Trono. Havia também uma casa especial para a filha do Faraó, uma das muitas esposas de Salomão, além do palácio do rei. — 1 Reis 7:1-8.

      A descrição que temos do palácio de Salomão é muito reduzida, em comparação com os pormenores do templo palacial. O tamanho de suas pedras de alicerce, porém, indica que o palácio deve ter sido uma estrutura impressionante. O comprimento de tais pedras era de oito côvados (3,60 m) e de dez côvados (4,40 m), e sua largura e sua espessura devem ter sido proporcionais ao seu cumprimento, pesando assim muitas toneladas. Suas paredes consistiam em custosas pedras, cuidadosamente lavradas segundo certas especificações, tanto nas superfícies internas como nas externas. — 1 Reis 7:9-11; compare com Salmo 144:12.

      O salmista, no Salmo 45, talvez tivesse presente os adornos e os móveis e acessórios do palácio de Salomão quando fez referência ao “grandioso palácio de marfim”. O inspirado escritor de Hebreus aplica as palavras deste salmo a Jesus Cristo, o Rei celeste. — Sal. 45:8, 15; compare os versículos 6 e 7 com Hebreus 1:8, 9; Lucas 4:18, 21.

  • Palácio Do Governador
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    • PALÁCIO DO GOVERNADOR

      Veja GOVERNADOR, PALÁCIO DO.

  • Palato (Abóbada Palatina)
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    • PALATO (ABÓBADA PALATINA)

      Veja BOCA.

  • Palavra, A
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    • PALAVRA, A

      Nas Escrituras, o termo “palavra” traduz freqüentemente os vocábulos hebraico e grego, davár e lógos. Tais palavras, na maioria dos casos, referem-se a um pensamento, a uma declaração ou expressão completos, em vez de simplesmente a um termo ou unidade de linguagem singular. (Em grego, uma ‘única palavra’ é expressa por hréma [Mat. 27:14], embora ela, também, possa significar uma declaração ou assunto falado.) Qualquer mensagem da parte do Criador, tal como a proferida mediante um profeta, é “a palavra de Deus”. Em alguns lugares, Lógos (“Palavra”) é um título dado a Jesus Cristo.

      A PALAVRA DE DEUS

      “A palavra de Jeová” é uma expressão que, com ligeiras variações, ocorre centenas de vezes nas Escrituras. Pela “palavra de Jeová” foram criados os céus. Deus proferiu a palavra e isso foi realizado. “Deus passou a dizer: ‘Venha a haver luz.’ Então veio a haver luz.” (Sal. 33:6; Gên. 1:3) Não se deve entender disso que o próprio Jeová não trabalhe. (João 5:17) Mas, ele deveras possui miríades de anjos que acatam Sua palavra e executam Sua vontade. — Sal. 103:20.

      A criação, animada ou inanimada, está sujeita à palavra de Deus, e pode ser usada por Ele para realizar seus propósitos. (Sal. 103:20; 148:8) Sua palavra é fidedigna; o que Deus promete, ele também se lembra de cumprir. (Deut. 9:5; Sal. 105:42-45) Como ele próprio disse, sua palavra “durará por tempo indefinido”; jamais retornará sem ter cumprido seu objetivo. — Isa. 40:8; 55:10, 11; 1 Ped. 1:25.

      Jeová é um Deus comunicativo, no sentido de que Ele revela a suas criaturas, de forma variada, qual é Sua vontade e quais são Seus propósitos. As palavras de Deus eram proferidas, sem dúvida mediante um anjo, a homens tais como Adão, Noé, Abraão e outros. (Gên. 3:9-19; 6:13; 12:1) Às vezes, usava homens santos, como Moisés e Arão, para tornar conhecidos os seus propósitos. (Exo. 5:1) “Cada palavra” que Moisés ordenou a Israel era, efetivamente, a palavra de Deus para eles. (Deut. 12:32) Deus também falou por meio da boca dos profetas, tais como Eliseu e Jeremias, e profetisas tais como Débora. — 2 Reis 7:1; Jer. 2:1, 2; Juí. 4:4-7.

      Muitos dos mandamentos divinos foram colocados em forma escrita desde o tempo de Moisés. O Decálogo, comumente chamado de Dez Mandamentos, e conhecido nas Escrituras Hebraicas como “as Dez Palavras”, foi primeiro declarado de forma oral e, mais tarde, ‘escrito pelo dedo de Deus’ em tábuas de pedra. (Exo. 31:18; 34:28; Deut. 4:13) Tais mandamentos foram chamados de “Palavras” em Deuteronômio 5:22; veja Dez Palavras.

      Josué escreveu adicionais “palavras no livro da lei de Deus”, sob inspiração divina, e isto se deu com outros fiéis escritores da Bíblia. (Jos. 24:26; Jer. 36:32) Por fim, todos esses escritos foram juntados e constituíram o que é chamado de Escrituras Sagradas ou Bíblia Sagrada. “Toda a Escritura . . . inspirada por Deus” incluiría, atualmente, todos os livros canônicos da Bíblia. (2 Tim. 3:16; 2 Ped. 1:20, 21) Nas Escrituras Gregas Cristãs, a palavra inspirada de Deus é amiúde mencionada como simplesmente “a palavra”. — Luc. 8:11-15; Tia. 1:22; 1 Ped. 2:2.

      Há muitos sinônimos para a palavra de Deus. A guisa de exemplo, no Salmo 119, onde ocorrem mais de vinte vezes as referências à(s) “palavra(s)” de Jeová, encontram-se sinônimos

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