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  • A busca da vida longa
    Despertai! — 1990 | 22 de abril
    • avanço da ciência e da tecnologia, não há nada que se possa fazer para prolongar, ou, pelo menos, aprimorar a vida?

      Uma Vida Mais Longa e Mais Feliz Agora?

      Embora os pesquisadores não tenham descoberto o segredo da longa vida, eles têm aprendido muito sobre a vida e o processo de envelhecimento. E, algumas das informações assim obtidas podem ser aplicadas, com bom proveito.

      Experimentos feitos com animais, por exemplo, revelaram que “a subalimentação controlada pode estender os tempos máximos de sobrevivência em mais de 50 por cento, e adiar o aparecimento e a gravidade de muitos dos problemas relacionados com a velhice”, noticia o jornal Times, de Londres. Isto tem levado a estudos para se saber se o mesmo se aplicaria aos humanos.

      Por conseguinte, o Dr. Roy Walford, em seu livro The 120-Year Diet (A Dieta dos 120 Anos), recomenda uma dieta de baixo teor de calorias, de poucas gorduras e altamente nutritiva, junto com um bom programa de exercícios. Ele aponta o povo de Okinawa como exemplo. Comparado com a dieta do japonês mediano, a dieta deles é cerca de 40 por cento inferior em calorias; todavia, eles “possuem de 5 a 40 vezes mais centenários do que as outras ilhas nipônicas”.

      Os naturais da região do Cáucaso, na parte oeste da União Soviética, são outro exemplo freqüentemente citado de longevidade. Sula Benet, que morou entre os caucasianos, relatou em seu livro How to Live to Be 100 (Como Viver Para Chegar aos 100 Anos) que um número incomumente alto de tais pessoas levam vidas saudáveis e ativas, bem depois dos 100 anos, e diz-se que várias delas viveram mais de 140 anos. Ela comentou que “dois fatores permanecem constantes na dieta caucasiana: 1. Não se come demais . . . 2. Uma ingestão extremamente alta de vitaminas naturais em forma de hortaliças frescas”. Em adição, “seu trabalho os provê, não só do exercício físico, mas também do conhecimento de sua própria contribuição significativa em favor de sua comunidade”.

      O Que o Leitor Pode Fazer

      Será a solução mudar-se para Okinawa ou para o Cáucaso, ou para alguma outra localidade em que os seus naturais gozem de vida mais longa? Provavelmente não. Mas existem algumas coisas que o leitor poderá fazer. Poderá imitar os bons hábitos das pessoas de vida longa, e seguir os conselhos de competentes médicos, nutricionistas e peritos sanitários.

      Eles, quase que universalmente, recomendam uma vida moderada. Isto significa não só ser cônscio da quantidade de comida ingerida, mas também ficar alerta para comer alimentos nutritivos e saudáveis que lhe estejam disponíveis. Os bons efeitos do exercício regular também são bem conhecidos. Um esforço razoável de aplicar tais princípios e de eliminar hábitos prejudiciais da sociedade moderna, tais como o fumo e o consumo abusivo de tóxicos e de álcool, não pode senão contribuir para fazê-lo sentir-se melhor.

      Logicamente, quanto melhor tratarmos o nosso corpo, tanto mais saudáveis seremos. E, quanto mais saudáveis formos, melhores serão nossas probabilidades de viver mais. No entanto, não importa o que façamos, a duração média de vida continua sendo os 70 ou 80 anos citados na Bíblia. (Salmo 90:10) Existe alguma esperança de que esta duração da vida possa ser ampliada, e, se existir, por quanto tempo?

  • Por quanto tempo podemos viver?
    Despertai! — 1990 | 22 de abril
    • Por quanto tempo podemos viver?

      “MUITAS PESSOAS que vivem hoje terão a oportunidade de ter um período de vida grandemente prolongado. Atualmente, até imortalidade parece possível.” “Milhões Que Agora Vivem Talvez Jamais Morram.”

      Qual é a diferença entre estas duas declarações? A primeira é a declaração do Dr. Lawrence E. Lamb, colunista que escreve sobre assuntos médicos e que é professor, em seu livro Get Ready for Immortality (Apronte-se Para a Imortalidade), editado em 1975. A segunda é o título de um discurso público e livro subseqüente de J. F. Rutherford, o segundo presidente da Sociedade Torre de Vigia (EUA). Este discurso público foi proferido pela primeira vez em Los Angeles, Califórnia, EUA, em 1918.

      As duas declarações aparentemente similares, contudo, diferem amplamente no raciocínio e na pesquisa que levou até elas. As palavras do Dr. Lamb são representativas dos muitos chamados imortalistas. Tais pessoas acham que os progressos na ciência médica, inclusive as pesquisas sobre o envelhecimento, logo solverão o mistério de por que envelhecemos, e, com o tempo, conquistarão a própria morte. Todavia, apesar das consecuções da ciência moderna em alongar a expectativa média de vida e em ajudar muitos a usufruir uma vida melhor, as predições de imortalidade continuam sendo exatamente isso — prognósticos otimistas.

      J. F. Rutherford, por outro lado, não estava fazendo previsões baseadas na ciência ou na

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