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  • Tenha cuidado de não desejar coisas prejudiciais!
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1968
w68 1/6 pp. 323-324

Tenha cuidado de não desejar coisas prejudiciais!

DESEJA seguir o proceder sábio e fazer o que é certo? “Naturalmente que sim!” — responde o leitor. Então, não se pode dar ao luxo de ignorar o conselho da Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada. Longe de ser antiquado livro, sem nenhuma relevância aos nossos dias, é tão pertinente e apropriada à vida nesta última parte do século vinte quanto o era quando começou a ser assentada por escrito há cerca de 3.500 anos atrás.

Por exemplo, há as sábias palavras admoestadoras do apóstolo Paulo, trazendo à nossa atenção as tolices dos israelitas no tempo do profeta Moisés: “Ora, estas coisas tornaram-se exemplos para nós, para que não fôssemos pessoas desejosas de coisas prejudiciais, assim como eles as desejaram.” Não há dúvida a respeito, hoje em dia se desejam mais as coisas prejudiciais do que em qualquer outro período da Historia humana. — 1 Cor. 10:6-10.

Entre as muitas de tais coisas que se poderia mencionar há o hábito de fumar. Segundo o Dr. Hollis S. Ingraham, diretor da saúde pública do estado de Nova Iorque, EUA, o cigarro é o “mais sério agente letal conhecido atualmente . . . Não há nenhum outro agente, quer sejam balas quer germes ou vírus, que matem tantos estadunidenses quanto o cigarro”. Não é de se admirar que países tais como a Grã-Bretanha e a Itália proíbam que se anunciem cigarros na TV e que o governo dos EUA exija que cada maço de cigarro vendido em suas fronteiras contenha o aviso: “Cuidado: Fumar cigarros pode ser perigoso à saúde.” Todavia, em 1966, as remessas de cigarro nos EUA aumentaram 2,2 por cento em comparação com o ano anterior, atingindo um total de 522,5 bilhões de cigarros, ou a média de 4.296 por ano para cada estadunidense com mais de dezoito anos de idade. — Times de Nova Iorque, de 28 de fevereiro de 1967.

Outra coisa prejudicial a que as pessoas se entregam cada vez mais são as drogas que provocam alucinações, chamadas “alucinógenas”. A respeito delas, o Dr. Dana L. Farnsworth relata: “Acumularmos de dia em dia experiência com pacientes que sofrem as conseqüências de alucinógenos demonstra além de dúvida que tais drogas têm o poder de causar dano à psyche [personalidade] do indivíduo, deveras, de deixá-lo inutilizado para o resto da vida.” Apoiando-o há o relatório que foi publicado no Daily News de Nova Iorque, em 27 de abril de 1967, a respeito de dois rapazes que tomaram LSD. Um deles, um apresentável jovem de dezenove anos, disse: “Quando olho meu rosto no espelho, vejo-o transformar-se em mil rostos.” Estava meio inconsciente e amarrado a uma cama quando um juiz mandou que fosse confinado a um sanatório mental estadual. O outro era um brilhante estudante da Universidade do Texas, de vinte e um anos, a quem o juiz confinou num sanatório mental por noventa dias.

Há também aquela coisa prejudicial, as relações sexuais promíscuas. A indulgência talvez apresente a promessa de intenso prazer, mas que frustração, pesar e doença venérea se acham não raro ligados a isso! Assim, a Suécia, onde as relações sexuais pré-maritais não causam mais espanto, apresenta o índice de maior alastramento de doença venérea do mundo, quase triplicando nos últimos dez anos, havendo 52 por cento de casos que envolvem jovens de quinze a dezenove anos de idade. Seu índice de filhos ilegítimos é de 12 por cento, três vezes o de outros países tais como o Canadá, e 92 por cento das noivas de menos de vinte anos estão grávidas quando se casam.

Acontece que não só os jovens erram neste particular. A promiscuidade é tão comum que recentemente um dos arcediagos da Inglaterra ousou perguntar a uma assembléia de bispos e arcebispos anglicanos: “Qual de vós nunca em sua vida desejou uma mulher estranha?” Todavia, alguém que brinca, com a atração sexual por flertar, arrisca-se a ficar profundamente envolvido num caso ilícito que talvez traga dano a si mesmo, a seus entes queridos e a outra pessoa.

Daí, também, algo desejado, tal como um automóvel, pode ser uma coisa prejudicial quando dado a um jovem imaturo, como se pode depreender de que os adolescentes estão envolvidos no dobro de acidentes fatais de automóveis, proporcionalmente, em comparação com os motoristas de mais de vinte e cinco anos. Típicos foram os cinco adolescentes, todos rapazes de cinco lares diferentes, que foram mortos fora da cidade de Nova Iorque pouco depois da meia noite de 9 de abril de 1967, ao tentarem passar na frente dum trem num cruzamento, até mesmo chegando ao ponto de avançar, contornando a cancela fechada. Usar um carro para excitamento e emoção é torná-lo uma coisa prejudicial.

Visto que desejar coisas prejudiciais pode ser mencionado como um jogo que não vale a pena o risco, por que tantos fazem isso? Por quê? Por causa do pecado de nossos primeiros pais, razão pela qual “a inclinação do coração do homem é má desde a sua mocidade”, assim como o Criador, Jeová Deus mesmo, declarou logo depois do dilúvio dos dias de Noé. Devido a esta herança, inclinamo-nos egoistamente para os prazeres sem a devida consideração às leis de Deus que os governam. O Criador nos deu a vida com um propósito em mente, não apenas para procurarmos o prazer. Desejar coisas prejudiciais, portanto, é tanto errado como tolo, especialmente visto que não podemos ferir a nós mesmos sem também afetar a outros. — Gên. 8:21; Mar. 12:31.

O que nos ajudará a tomar cuidado de não desejar coisas prejudiciais? O estudo da Palavra de Deus, e isso de três modos. Primeiro, crendo nela quando nos avisa de que o desejo de coisas prejudiciais incorre na ira de Deus; e “será que somos mais fortes do que ele?” — 1 Cor. 10:22, 5.

Segundo, a Palavra de Deus nos mostra exatamente quais as coisas prejudiciais, daninhas, e, portanto, a serem evitadas como sendo insensatas, se não forem também moralmente ruins. Por suas leis e princípios e registro histórico, ela nos educa. Como o inspirado salmista escreveu há muito: “Lâmpada para o meu pé é a tua palavra, e luz para o meu caminho.” — Sal. 119:105.

E, terceiro, a Bíblia nos ajuda a tomar cuidado quanto às coisas prejudiciais por inculcar-nos na mente o valor das coisas boas, verdadeiras e saudáveis, tais como o trabalho honesto, a saudável vida familiar e a adoração de Deus, que traz uma boa consciência e a esperança de vida eterna por se fazer o que é certo. Mostra que “a devoção piedosa junto com a auto-suficiência” é grande lucro, mesmo atualmente. Por certo, todas estas são razões, bem como ajudas, para que não desejemos coisas prejudiciais. — 1 Tim. 6:6; Ecl. 9:7-9; Rom. 6:23.

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