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Por que todas as aventuras espaciais?Despertai! — 1973 | 22 de novembro
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O aspecto decisivo da ameaça, contudo, foi a pressão que exerceu sobre o prestígio estadunidense. Foi este o temor que impeliu o presidente Kennedy. . . . Prestígio . . . adicionado à crença de que os Estados Unidos não se poderiam dar ao luxo de ser superados pelos russos. Prestígio, em outras palavras, igualava-se ao poder no mundo, e a lua era vista qual meio pelo qual o poder mundano poderia ser aumentado.”
Que o prestígio era fator motivador básico se evidencia dum memorando do presidente John E. Kennedy, de 20 de abril de 1960, ao vice-presidente dos Estados-Unidos, que era então o presidente do Conselho Espacial. Perguntou o presidente Kennedy:
“Há possibilidade de ultrapassar os soviéticos por lançar um laboratório no espaço, ou por uma viagem ao redor da lua, ou por um foguete que pouse na lua, ou por um foguete que vá à lua e volte com um homem? Há quaisquer outros programas espaciais, que prometam resultados dramáticos em que poderíamos ser vitoriosos?”
Assim, a corrida espacial começou, e até agora tem havido mais de mil proezas espaciais da União Soviética e dos EUA combinados. O prestígio nacionalista, então, teve mais que ver com as aventuras espaciais do que até mesmo a busca evolucionista de vida além da terra.
Suscitadas Dúvidas e Perguntas
Com o êxito das missões Apolo à lua e a volta segura dos homens envolvidos, louvou-se muito tal consecução. O presidente Nixon até observou: ‘Não podemos ver a mão de Deus nisso?’
Entretanto, havia dúvidas sobre o assunto. Para exemplificar, a revista Time, de 1.º de janeiro de 1973, comentava: “A falha em tal pronunciamento [do presidente Nixon] reside em sua presunção de que a conquista do espaço é um bem tão perfeito que Deus se dignaria conceder a ela certa proteção especial. Se forem levados em conta os motivos — em especial o chauvinismo patente que motivou a tantos que votaram a favor dos fundos para o projeto Apolo — a ira divina, antes que a benevolência, poderia acompanhar tal projeto.”
Deveras, os feitos espaciais do homem suspeitam várias dúvidas e perguntas. Uma das maiores perguntas é se valeu a pena, por exemplo, gastar Cr$ 162 bilhões para financiar o programa Apolo à lua. O que poderia ter sido feito com tal dinheiro em ajudar a tornar mais desejáveis as condições na terra? “Será escalar a lua a única ‘impossibilidade’ em que conseguimos pensar?” — pergunta Amitai Etzioni em seu livro The Moon-Doggle (Bola de Gude da Lua). “A terra jamais se viu livre da fome ou da guerra. Os ansiosos em enfrentar desafios ‘impossíveis’ bem que poderiam tentar enfrentar esses.”
Persistem também dúvidas, afirma este escritor, sobre a relevância de muitos objetivos científicos, usados para a a promoção das aventuras espaciais: “As declarações de que as sondagens espaciais nos dirão ‘como bate o universo’ e ‘como começou a vida na terra’ são uma ultrajante afronta ao modo de pensar correto, um vistoso pacote de uma linha de exploração interessante, mas longe de ser sensacional.”
Uma pergunta relacionada que precisa ser explorada é se vale a pena gastar amplas somas na busca da vida evoluída em outros planetas. Quão sábia ou tola é tal busca?
E, com fins de obter prestígio nacionalista, valeu a pena o esforço de todas as nações envolvidas? Muitos nos EUA acham que valeu a pena gastar Cr$ 162 bilhões para fincar a bandeira estadunidense seis vezes na lua. Mas, nem todos concordam. Afirmam os escritores de Journey to Tranquility: “Os acontecimentos sugerem fortemente que, no impacto a curto prazo que se procurava obter dele, o Projeto Apolo será contado entre os enganos mais palpáveis do século vinte. Embora a tarefa imediata fosse realizada perfeitamente, seu objetivo último estava em ruínas. Os homens deram seus passos na lua, mas não houve pulo gigante no poder de atração do modo de vida estadunidense.”
Embora os EUA, porém; não tenham conseguido prestígio no valor de Cr$ 162 bilhões graças ao programa Apolo, este deveras forneceu ao homem novo entendimento da lua e o obrigou a revisar algumas de suas teorias sobre ela.
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A lua — o que se descobriu?Despertai! — 1973 | 22 de novembro
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A lua — o que se descobriu?
A IDA do homem à lua e seu retorno de lá por certo traria algumas surpresas. Cientificamente falando, houve muitas. Uma delas dizia respeito à própria lua, que se pensava ser um corpo celeste relativamente simples.
Mas, não é bem assim. Afirma o Dr. R. J. Allenby, diretor-assistente de ciência lunar da Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço, dos EUA: “É provável que a coisa mais significativa que tenhamos aprendido é que a lua um corpo muitíssimo complexo — não a simples ‘bolha’ que muitos pensavam que fosse. As missões Apolo mandaram muitos cientistas de volta para suas mesas de desenho. Passarão muitos anos para que se apresentem novos conceitos que sejam geralmente aceitos.”
Variedade de Descobertas
Visto que a lua não é simples “bolha”, o que dizer da teoria difundida de que a lua se desprendeu originalmente das superfícies superiores da terra? Afirma recente relatório científico: “A idéia de que a lua se desgarrou das cama das superiores da terra virtualmente morreu, como conseqüência das descobertas [do projeto] Apolo.” — Times de N. I., 4 de dezembro de 1972.
Quanto à composição da lua, a missão Apolo-16 descobriu que a matéria lunar é rica em alumínio e cálcio. Nas rochas lunares se apresentou o ferro metálico. As amostras colhidas pela Apolo-11 revelaram 68 dos elementos conhecidos. As rochas lunares compõem-se essencialmente das mesmas matérias primas que as rochas terrestres. No entanto, há uma diferença — na proporção.
Por exemplo, nas rochas lunares, a proporção do urânio e do potássio, segundo se verificou, era quatro vezes mais elevada que nas típicas rochas terrestres. Verificou-se que o titânio era duas vezes mais comum nas rochas lunares que na maioria das rochas terrestres ricas em titânio. Nem todos os próprios elementos, mas as combinações de elementos encontradas nas rochas lunares eram deveras “extraterrestres”. Como se expressou certo cientista lunar: “É o mesmo alfabeto, mas diferente gramática.”
Uma descoberta feita pela Apolo-12 em 1969 foi a de que existe o campo magnético da lua. As anteriores naves espaciais não tripuladas não haviam detectado qualquer magnetismo lunar.
Verificou-se que as temperaturas na lua variavam de uns 173,4° C. abaixo de zero até 121,2° C. acima de zero. Um buraco perfurado na lua revelou aumento constante de temperatura de acordo com a profundidade, cerca de um grau F. a cada trinta centímetros. Mas, quanto a se o núcleo da lua se acha parcialmente em fusão ou é relativamente frio, ainda pairam algumas dúvidas. A observação sísmica indicava núcleo parcialmente fundido. No entanto, os dados obtidos com magnetômetros sobre a superfície da lua e na órbita lunar levaram alguns cientistas a crer que ela possui interior relativamente frio.
Quanto à busca da vida evoluída além da terra, as alunissagens deixaram claro que não se encontrou nada num remotamente parecido à vida. Estudos microscópicos foram feitos para se tentar descobrir qualquer matéria fóssil viva, ou previamente viva. Não se encontrou nenhuma na lua.
Já esteve pensando sobre a idade da lua? As rochas trazidas pelas anteriores missões Apolo foram calculadas como tendo de 3,3 à 3,7 bilhões de anos. No entanto, certa rocha do tamanho dum limão foi calculada como tendo 4,6 bilhões de anos. O solo da lua, segundo se calculou, tem de 4,2 a 4,9 bilhões de anos. Assim, Science World (Mundo da Ciência), de 16 de fevereiro de 1970, comentou: Vários pesquisadores confirmaram que a lua tem cerca de 4,6 bilhões de anos. A Terra e os meteoritos têm cerca da mesma idade.”
Assim, concordasse agora em geral que a idade da lua é a mesma que a do inteiro sistema solar, inclusive a terra. Trata-se de notável confirmação do relato da Bíblia, em Gênesis 2:4, que indica que a terra e os céus foram formados no mesmo período geral de tempo.
Não Posta em Órbita por Acaso
Notável característica da lua que as explorações espaciais do homem revelaram é a seguinte: A lua não poderia ter entrado em sua órbita pelo acaso ou por acidente. Comentando tal descoberta, William Roy Shelton escreve no livro Winning the Moon (Conquistando a Lua):
“É importante lembrar que algo teve de colocar a lua em seu atual padrão circular ou próximo dele, ao redor da terra. Assim como uma espaçonave Apolo que circula a terra a cada noventa minutos enquanto se situa a cem milhas [uns 160 km] de altitude, tem de ter uma velocidade de umas 18.000 milhas [quase 29.000 km] por hora para permanecer em órbita, assim algo teve de dar à lua a velocidade precisamente necessária para seu peso e sua altitude. Por exemplo, não poderia ser soprada para fora da terra em alguma velocidade ou direção por acaso. Verificamos isto quando começamos a tentar pôr em órbita satélites artificiais. Descobrimos que, a menos que o satélite tencionado alcançasse certa altitude numa certa velocidade, em determinado curso paralelo à superfície terrestre, não teria a necessária força centrífuga para manter o delicado equilíbrio com a gravidade da terra que lhe permitiria permanecer na órbita desejada.
“No Antigo Cabo Canaveral, na noite de 5 de março de 1958, por exemplo, observei o lançamento do Explorador-2, programado para ser o segundo satélite dos E. U. a orbitar [a terra] com êxito. Tudo funcionou perfeitamente até que o quarto e último estágio tentou alcançar a exigida velocidade, altitude e impulso precisos. Nesta ocasião, a difícil combinação não foi conseguida e nosso tencionado satélite logo depois mergulhava de novo na atmosfera terrestre. . . .
“A velocidade exigida para a órbita muda cada vez que a altitude ou o peso do tencionado satélite é alterado, e os objetos muito mais distantes da terra exigem mais tempo para girar em volta da terra. Para a distância e peso da lua, esse tempo, chamado de período orbital, é de aproximadamente 27,3 dias. O ponto — raras vezes notado ao se considerar a origem da lua — é que é extremamente improvável que qualquer objeto simplesmente caísse na exata combinação de fatores que são necessários para permanecer em órbita. ‘Algo’ teve de colocar a lua em sua altitude, em seu curso e em sua velocidade. A pergunta é: o que era esse algo?”
Identificando “Esse Algo”
É “esse algo” que colocou nossa lua em órbita permanente uma força sem inteligência? Bem, não considere apenas nossa lua, mas, ao contemplarmos o espaço, todos os corpos celestes. Vemos matéria em movimento. Como surgiu isto, em especial visto que um corpo de matéria, ao ser deixado entregue a si mesmo fica imóvel, inerte? E, para que a matéria seja posta em movimento, não tem de receber um impulso, um empurrão? Ademais, esta força que a impulsiona tem de vir de fora da matéria, visto que a matéria não movimenta a si mesma.
Ao observarmos tais corpos materiais no espaço, notamos que, de forma interessante, seu movimento é circular. E tão maravilhosamente regular e precisa é sua órbita que os homens podem navegar por observarem o sol, a lua, os planetas e as estrelas. Pode-se calcular bem de antemão a posição exata dum corpo celeste em qualquer tempo. Afirma a World Book Encyclopedia: “O navegador dum navio leva consigo um livro chamado Almanaque Náutico. Este livro fornece a posição exata de cada corpo celeste para se obter tempos e datas exatas. Diz a posição do corpo celeste se ele viesse a cair reto para a terra a qualquer instante. Por observar a direção, ou posição, de uma estrela, e por medir seu ângulo acima do horizonte, o navegador pode calcular quão longe está da posição terrestre da estrela.”
Quando consideramos todas essas coisas — a matéria em movimento, o movimento circular exato, e assim por diante — o indício é de que há uma força exterior reguladora, orientadora; isto é, alguém que conhece a velocidade, a altitude e o impulso precisos que são necessários para que um corpo celeste permaneça em órbita permanente. Tem de haver um Legislador que governe o movimento desta matéria que de outra forma seria inerte. Tem de haver uma inteligência que faça com que tais corpos, tais como a lua, se movimentem e permaneçam em suas órbitas.
Vemos, assim, que tal força por trás do movimento da matéria não poderia ser apenas “algo” ininteligente. Tem de haver um Arquiteto inteligente que colocou todos esses corpos numa relação mútua, e os coordenou de forma a não haver nenhuma colisão ou batida. O famoso cientista Albert Einstein certa vez disse: “Para mim, basta contemplar o mistério da vida consciente perpetuando-se por toda a eternidade; meditar na maravilhosa estrutura do universo, vagamente perceptível a nós, e tentar compreender humildemente nem que seja uma infinitésima parte da inteligência manifesta na natureza.”
Assim, toda a “natureza”, como os cientistas mundanos a chamam, revela inteligência. E onde há inteligência, há personalidade concentrada numa pessoa. E tal Pessoa, que é a grande força por trás do movimento da matéria, inerte em si, deu-lhe seu impulso inicial e orientou-a em seu movimento circular. Quando consideramos os vastos corpos materiais em renovamento, esta pessoa tem de ser Poderosa.
Tal pessoa é chamada de “Deus” na Bíblia Sagrada. O antigo salmista reconheceu que os céus tinham de ter um Arquiteto e Construtor: “Os céus declaram a glória de Deus.” E o apóstolo cristão Paulo também chegou à mesma conclusão, ao declarar: “Cada casa, naturalmente, é construída por alguém, mas quem construiu todas as coisas é Deus.” — Sal. 19:1; Heb. 3:4.
É a respeito deste Personagem inteligente, que determinou a relação entre o sol, a lua e a terra, que a Bíblia pontifica: “Deus passou a fazer os dois grandes luzeiros, o luzeiro maior para dominar o dia e o luzeiro menor para dominar a noite, e também as estrelas.” — Gên. 1:16.
Feita Para Ser “Luzeiro Menor”
Outra notável descoberta da exploração lunar é que a lua foi feita para ser “luzeiro menor”. A exploração da lua revelou o que é chamado de “vidro surpreendentemente abundante”.
O exame da superfície da lua levou ao cálculo de que cerca de 50 por cento de seu “solo” consiste em diminutas partículas de vidro. Pode-se encontrar vidro de diferentes formatos. Alguns são redondos; outros são elípticos; alguns têm forma de lágrima, ou de halteres. As esferas de vidro variam de tamanho de diminutas partículas a pequeníssimas bolas de gude, e são extremamente lustrosas quando a luz brilha sobre elas.
Até as rochas lunares mostram terem sido feitas para refletir a luz, pois estão cheias de pequenas cavidades revestidas de vidro. Quando o pesquisador espacial W. R. Shelton examinou pela primeira vez as rochas lunares, disse que perscrutou uma rocha do tamanho dum limão, com fragmentos brilhantes de vidro: “A própria rocha básica parecia carvão cinzento. Um homem perto de mim disse que se passasse por ela num parque de estacionamento, não se incomodaria de apanhá-la. Mas, eu a apanharia. Ficaria imediatamente intrigado com os brilhantes fragmentos que me espiavam, quase como se estivessem vivos.” — Winning the Moon.
Sim, alguns dos esferóides vítreos cintilavam das rochas lunares cinzentas como diminutos diamantes! E algumas das rochas acham-se cobertas de gotas salpicadas de vidro e parecem que foram vitrificadas.
O fato de que tanto da superfície da lua consiste em vidro é incomum, no sentido de que se encontra naturalmente pouco vidro no solo terrestre. Por que, então, há tanto vidro na lua? Porque a Santa Bíblia revela que a lua foi feita por Deus para servir qual “luzeiro menor” ou luz noturna’. As diminutas contas de vidro atuam como as contas de vidro nos olhos-de-gato das estradas que captam os faróis dos carros e brilham intensamente. A vitrificação das rochas também contribui para as propriedades refletoras da lua, como faz o revestimento vítreo dos buracos das rochas.
Em realidade, as descobertas feitas sobre a lua confirmam o que a Bíblia diz sobre ela: Que foi criada por Deus, que deveria trazer benefício ao homem e servir como luzeiro.
Os foguetes do homem, porém, foram além da lua, chegando até a outros planetas. O que descobriram estas sondagens aos planetas?
[Foto na página 6]
Através de suas explorações espaciais, os homens aprenderam que colocar um foguete em órbita ao redor da terra exige precisão, altitude e velocidade. O que dizer, então, da lua em sua órbita em torno da terra? Ela, também, exige uma precisão que não poderia ter acontecido por acaso.
[Foto na página 8]
Um segredo que os homens aprenderam foi que esférulas vítreas, tais como essa, ampliada 3.300 vezes, constituem cerca de 50 por cento da superfície do solo lunar.
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Sondagens de outros planetasDespertai! — 1973 | 22 de novembro
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Sondagens de outros planetas
TANTO os Estados Unidos como a União Soviética enviaram espaçonave à vizinhança de outros planetas. Existe qualquer indício de vida evoluída neles? O que se aprendeu sobre tais planetas?
Quanto às sondas enviadas a Marte pelos EUA, um cientista do projeto espacial Mariner-9 disse: “Marte tem suas características peculiares. Não é parecido com a Terra nem com a Lua é parecido com Marte.”
Que aparência, então, tem Marte? As fotos do Mariner, por meio de filtros coloridos, mostram que o solo de Marte é de cor avermelhada. Isto confirma as observações por meio de telescópios na terra, de que Marte é um “planeta vermelho”.
Foram descobertas quatro principais “províncias geológicas” em Marte, com a ajuda de milhares de fotos enviadas de volta pela espaçonave. A primeira destas regiões é uma província vulcânica no hemisfério ocidental do planeta. Trata-se duma área de pelo menos nove vulcões gigantes. Estes são dominados pelo gigantesco Nix Olympica, que tem quase 500 quilômetros de circunferência de base; sua orla superior, calculadamente, tem mais de três vezes a altura do Mt. Everest, de 8.848 metros.
Outra destas províncias tem solo muito escarpado, que inclui muitos canyons. O maior destes canyons nesta região, segundo relatado, tem dez vezes a extensão do “Grand Canyon” e cerca de quatro vezes sua profundidade. Em outras palavras, calcula-se que a garganta tenha uns 4.000 quilômetros de comprimento, 120 de largura e quase 6,5 quilômetros de profundidade.
Uma terceira região está cheia de crateras. Esta área cheia de marcas de varíola se assemelha à lua.
A quarta região é uma espetacular expansão de terraços dispostos em degraus e profundos sulcos que irradiam da região polar sul.
Verificou-se, também, que perto do
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