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    A Sentinela — 1971 | 15 de março
    • “Ora, o corpo não é para fornicação, mas para o Senhor; e o Senhor é para o corpo. Não sabeis que os vossos corpos são membros de Cristo? Tirarei eu, então, os membros do Cristo e os farei membros duma meretriz? Que isso nunca aconteça! O que! Não sabeis que aquele que se junta a uma meretriz é um só corpo? Pois: ‘Os dois’, diz ele, ‘serão uma só carne’. Mas aquele que é ajuntado ao Senhor é um só espírito.” — 1 Cor. 6:13, 15-17.

      Sim, os cristãos ungidos, aos quais Paulo escreveu, estavam prometidos em casamento a Jesus Cristo, conforme ele menciona: “Eu, pessoalmente, vos prometi em casamento a um só marido, a fim de vos apresentar como virgem casta ao Cristo.” (2 Cor. 11:2) No caso dos antigos noivados hebreus, a infidelidade era punível do mesmo modo que o adultério. Mas, conforme Paulo observa, “o Senhor é para o corpo”.

      De modo que o cristão que pratica fornicação peca contra o seu corpo em sentido peculiar, visto que retira seu corpo de Cristo e o unifica com uma meretriz. Nenhum outro pecado, em si mesmo, pode separar e separa o corpo do cristão da união com Jesus Cristo, tornando-o um com alguém diferente, uma meretriz. Neste respeito pode-se dizer realmente que ‘todo outro pecado é fora do corpo’. E embora as palavras de Paulo tenham aplicação primária aos cristãos ungidos prometidos em casamento a Cristo, seu Senhor, o princípio se aplica também hoje às “outras ovelhas”. — João 10:16.

      Quão sábia e vigorosa é a ordem do apóstolo Paulo: “Fugi da fornicação.” Esta pode ter o efeito mais terrível sobre o corpo físico. Torna impuros os que a praticam, do modo como nenhum outro pecado faz. É deveras um pecado exclusivo contra o próprio corpo, pois diferente dos outros pecados, retira o corpo do cristão da união com seu Senhor Jesus Cristo e o unifica com uma meretriz.

      ● Visto que os pagãos oferecem flores aos mortos, é correto que os cristãos enviem flores a um enterro ou deitem flores sobre um túmulo? — G. T., E. U. A.

      É verdade que os antigos pagãos faziam ofertas de flores aos mortos. A publicação Como Começou?, em inglês, de R. Brasch, diz: “Enviar uma coroa a um enterro e deitá-la sobre o caixão ou sobre o túmulo é uma relíquia de antiga superstição e adoração de ídolos.”

      Qual era o objetivo de se fazer isso? O autor da mesma publicação acrescenta: “A coroa de flores é remanescente da crença de que era necessário dar conforto aos falecidos. As flores eram também consideradas literalmente como oferta floral, um sacrifício aos mortos. Destinavam-se a mantê-los felizes, para que não assombrassem os enlutados por estarem dessatisfeitos.” De modo que os pagãos, na sua crença enganada de que os falecidos tinham alma imortal, honravam estes mortos com ofertas de flores.

      Mas, foram os pagãos os que originaram as flores? Devemos concluir que usar flores em tais ocasiões é errado, só porque os pagãos as usavam para oferecer sacrifícios aos seus mortos? É interessante notar que o autor Brasch diz também: “Não há lembrança destas diversas origens primitivas. Não sobra mais mágica na coroa, e ‘dizê-lo com flores’ tornou-se um costume estabelecido no mundo ocidental.”

      Em geral, no mundo ocidental, não se dão as flores para aplacar os mortos. Usualmente são enviadas como gesto de bondade para com a família do falecido. E as flores, criadas por Jeová para o prazer do homem, têm o efeito de alegrar.

      Se alguém pensar que está honrando o morto quando envia flores, então faz o que os pagãos fizeram. Tal motivação é errada, do ponto de vista cristão. Mas se enviar flores para consolar os sobreviventes, para tornar uma ocasião triste um pouco mais agradável, então certamente não há objeção a isso.

      Deve-se dizer, porém, que, embora seja costumeiro enviar flores como gesto de respeito para com a família, certamente ninguém é obrigado a fazer isso. De fato, podem-se fazer outras coisas para a família do falecido, que talvez sejam ainda mais significativas. Em vez de enviar flores, talvez se prefira ajudar a família em preparar uma refeição, visto que a família, no seu luto, talvez esteja sobrecarregada com muitos outros pormenores. Ou alguém pode oferecer-se amorosamente a ajudar a cuidar dos filhos até depois do enterro. Após o enterro, os íntimos do falecido, tais como a viúva, sentir-se-ão solitários. Seria um gesto de bondade convidar a tais para uma refeição ou para um passeio. Far-se-á assim que se sintam desejados, que têm amigos que desejam partilhar as suas atividades. Conforme diz Tiago 1:27: “A forma de adoração que é pura e imaculada do ponto de vista de nosso Deus e Pai é esta: cuidar dos órfãos e das viúvas na sua tribulação, e manter-se sem mancha do mundo.”

      Portanto, embora não haja objeção a que se enviem flores com a motivação correta, sem ter por fundo a crença pagã, vê-se que se podem fazer outras coisas mais úteis. E estas talvez sejam mais apreciadas do que o mero envio de flores, sem se oferecer ajuda pessoal.

      As flores enviadas a um enterro são muitas vezes depositadas depois sobre o túmulo. Mas alguns talvez decidam fazer outra coisa com estas flores. Podem preferir dá-las a outros, levá-las aos que raras vezes recebem flores, aos doentes ou aos idosos. Talvez se considere que os vivos apreciarão as flores, mas que serão de pouca utilidade na sepultura, visto que o falecido não as pode apreciar. — Ecl. 9:5.

      Naturalmente, outros talvez prefiram deitar flores sobre o túmulo só para embelezar o local, e não para dar honra aos mortos. Isto também é um caso de decisão pessoal.

      Portanto, quando se tem a motivação e a compreensão correta do que acontece com os mortos, o que se faz com as flores é uma questão de preferência pessoal. Mas, pode-se ver que outras coisas são ainda mais significativas, feitas para com a família do falecido e com respeito ao uso de flores.

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