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  • Madureza – um requisito cristão
    A Sentinela — 1964 | 1.° de janeiro
    • 5. (a) Qual é o alimento para crianças físicas e espirituais? (b) Por que se deve deixar o leite pelo alimento sólido?

      5 É verdade que a imaturidade é um ponto normal inicial, quer seja na vida física, onde a pessoa passa pela infância, pela adolescência e, finalmente, chega à maturidade; quer seja no aspecto espiritual. Leite é o primeiro alimento para a criança e depois ela começa a tomar alimento mais substancioso para fortificar o corpo conforme o tempo vai passando. Há uma situação similar no que se refere ao crescimento e discernimento espirituais. No início é natural que todos participem do leite da Palavra e sejam, naturalmente, crianças. Mas não continuam tomando apenas leite por muito tempo, considerando somente as doutrinas fundamentais; logo participam do alimento sólido que pertence aos maduros, depois de progredirem até ao ponto em que tal alimentação pode ser digerida e feita parte do seu depósito de informação espiritual. Espiritualmente, igual a fisicamente, a pessoa jovem tem um alvo e maior desejo de “crescer”. A pessoa que passa pela adolescência ou pelo período de amadurecimento é feliz quando tem um conceito segundo Jesus declarou: “Felizes os cônscios de sua necessidade espiritual.” Este naturalmente é um conceito espiritual sadio sobre o progresso futuro. — Mat. 5:3.

      6. (a) O que impedia a madureza espiritual na congregação de Corinto? Por quê? (b) Por que devem os cristãos ser extremamente vigilantes no seu comportamento para evitar retrogradar à imaturidade?

      6 O contrário também é verdade e pode muito bem indicar uma deficiência em devoção, quando alguém é inibido por outras coisas na vida, que impedem o progresso do crescimento espiritual. Faz lembrar de como Paulo estabeleceu a congregação de Corinto durante a sua segunda viagem missionária, quando morou ali um ano e meio. Mais tarde ele recebeu notícia pelos da ‘casa de Cloe, que existia dissensões entre eles’. Então, em seu conselho, ele mencionou: “Ninguém se jacte dos homens”, de modo que todos deviam olhar para Deus com honra e não para os homens. O espírito de excessiva amargura e dissensão estava presente. Mais tarde ele chamou atenção para a fornicação que existia ali e lhes deu conselho quanto às medidas corretivas. Quando eles perderam de vista o ‘homem espiritual’ e se tornaram demais do ‘homem físico’, perderam a condição madura perante Jeová e se tornaram crianças outra vez. Paulo comentou isto: “Irmãos, não vos pude falar como a homens espirituais, mas como a homens carnais, como a pequeninos em Cristo. Eu vos alimentei com leite, não com algo para comer, pois não éreis ainda bastante fortes. De fato, nem mesmo agora sois bastante fortes, pois ainda sois carnais. Porque, considerando que há entre vós ciúme e rixa, não sois carnais e não estais andando como homens? . . . ninguém se jacte dos homens.” “Avalie-nos o homem como sendo subordinados de Cristo e mordomos dos segredos sagrados de Deus. . . . o que se procura nos mordomos é que o homem seja achado fiel.” Quão vigilantes precisam estar os cristãos de modo a não ser vencidos pela enganosa idéia de olhar para homens, isto é, de comparar um com o outro e de seguir homens em vez do perfeito exemplo, Cristo Jesus! Nunca se deixe vencer pelo materialismo, pelos desejos da carne e outros engodos deste velho mundo! Estas coisas malignas podem cavar trilhos cancerosos no homem espiritual e reduzir até mesmo o cristão de todo desenvolvido espiritualmente a uma infância espiritual. Pode-se muito bem fazer a pergunta: Quais são as evidências de se ter madureza ou de pelo menos empenhar-se por ela? — 1 Cor. 1:11; 3:21; 5:1; 3:1-3, 21; 4:1, 2.

      EVIDÊNCIAS DE MADUREZA — POSSUI-AS?

      7. Que qualidade madura demonstrou Jesus pela qual seu Pai o ungiu?

      7 Cristo Jesus foi a própria essência da madureza, possuindo todas as características de um maduro Filho de Deus. Não somente falava sempre a verdade, mas também demonstrava lealdade e verdade nas suas ações e nos seus tratos. (Apo. 3:7; Atos 4:27) A sempre presente qualidade da justiça era demonstrada por ele, segundo registrada em Hebreus 1:9, que diz: “Amaste a justiça e odiaste o que é contra a lei. É por isso que Deus, o teu Deus, te ungiu com óleo de exultação.”

      8. Descreva as qualidades pelas quais Jesus demonstrou ser ‘homem plenamente desenvolvido”.

      8 Ele certamente possuía as qualidades da verdade, segundo declarado em adição: “Ele estava cheio de benignidade imerecida e de verdade.” (João 1:14) Era altruísta em todos os sentidos, porque nunca pensou em sua própria glorificação, mas sim na daquele que o tinha enviado, e era indubitavelmente leal, não tendo nem sequer um pensamento de injustiça. (João 7:18) Era imaculado ou sem mancha, a despeito do que lhe pudesse acontecer ou do que lhe acusassem. Também era inofensivo. (Isa. 53:9; 1 Ped. 2:22; Heb. 7:26) Era perfeitamente obediente ao Deus Todo-poderoso em todos os sentidos, pois ele disse que se deleitava em fazer a vontade de seu Pai. Foi o perfeito exemplo do amor, pois estava disposto a dar a sua vida por seus amigos, segundo declarado em João 15:13, 14: “Ninguém tem maior amor do que este, que alguém entregue a sua alma a favor de seus amigos. Vós sois meus amigos, se fizerdes o que vos mando.” Praticou então uma ação incomparável de benignidade imerecida, mais do que qualquer criatura que já existiu. Paulo mencionou que embora Jesus fosse rico, tornou-se pobre por nossa causa, para que nós pudéssemos tornar-nos ricos mediante a sua pobreza. (2 Cor. 8:9) Em adição a estas qualidades, ele tinha paciência, longanimidade, compaixão, benevolência e abnegação. — Heb. 2:17; Isa. 53:7; 1 Tim. 1:16; Luc. 19:41; Mat. 4:23, 24.

      9. (a) Que proceder recomendou Salomão como sendo proveitoso para o cristão adotar? (b) Que perguntas podemos fazer a nós mesmos neste sentido? (c) Que aviso deu Paulo quanto a não negligenciarmos a norma progressiva?

      9 A maneira de se chegar à madureza foi esclarecida na Bíblia pelo escritor Salomão, quando ele descreveu alguns requisitos e algumas atitudes primordiais para o progresso à madureza. Aconselhou ele:“Ouvi, filhos, a instrução do pai, e estai atentos para conhecerdes o entendimento . . . guarda os meus mandamentos, e vive; adquire a sabedoria, adquire o entendimento, e não te esqueças das palavras da minha boca, nem delas te apartes. Não a desampares, e ela te guardará; ama-a, e ela te protegerá. O princípio da sabedoria é: Adquire a sabedoria, sim, com tudo o que possuis adquire o entendimento. . . . e ela te exaltará; . . . dará à tua cabeça um diadema de graça.” (Pro. 4:1-9, ALA) Vemos logo nestas palavras a atitude de para frente e progressista em direção à madureza e ao que é necessário para se obter a posse dela. Trazendo isto a uma base pessoal, podemos perguntar-nos: Estamos aumentando diligentemente o nosso conhecimento sobre a Palavra de Jeová, fazendo isto progressivamente? Estamos adquirindo conhecimento acurado, progredindo em direção do objetivo do homem plenamente desenvolvido? Estamos dando ouvidos à admoestação de Paulo, ao avisar ele contra a fraqueza resultante, se negligenciarmos a norma progressiva? “A fim de que não sejamos mais pequeninos, jogados como que por ondas e levados para cá e para lá por todo vento de ensino, pela velhacaria de homens, pela astúcia em maquinar o erro.” — Efé. 4:13, 14.

      10. Por que é bastante valiosa para o cristão a “nova personalidade” e como podemos crescer?

      10 É a nova informação que adquirimos continuamente que ativa a nossa mente e nos capacita a revestir-nos da “nova personalidade”, que na realidade é uma criação da vontade de Deus, por intermédio de sua Palavra. (Col. 3:10) Podemos ver mediante a expressão do apóstolo Paulo que o fortalecimento espiritual é essencial. Portanto, nada deve deter-nos no curso progressista, tendo sempre em mente o alvo da madureza. Notamos quão a propósito são as palavras de Paulo, quando disse: “Mas, falando a verdade, cresçamos pelo amor em todas as coisas.” Paulo, nesta declaração, instou com os efésios em estímulo ao crescimento e em que a norma deles fosse sempre para a frente. — Efé. 4:15.

      EXAMINANDO A NÓS MESMOS

      11. Sobre que perguntas podemos meditar referentes à nossa espiritualidade?

      11 Surgem muitas perguntas em nossa mente com respeito à espiritualidade. Estamos avançando em direção do alvo da madureza que conduz à vida eterna? Levantamos constantemente com o profundo desejo de melhorar o nosso ministério? Será que os interesses do Reino dominam os nossos pensamentos e as nossas atividades? É produtivo o nosso ministério de campo e ajudamos outros a serem ministros produtivos de Jeová Deus? Podemos dizer como disse o apóstolo Paulo concernente às pessoas que ele ajudou a ver a verdade: “Vós mesmos sois a nossa carta, inscrita nos nossos corações, e conhecida e lida por toda a humanidade. . . . carta . . . inscrita, não com tinta, mas com espírito . . . nos corações”? — 2 Cor. 3:2, 3.

      12. (a) Por que é A Sentinela de grande valor para os ministros cristãos e para outros? (b) O que não devemos negligenciar?

      12 O que dizer sobre o estudo pessoal? Arranjamos certa quantidade de tempo para considerarmos adequadamente todos os artigos da Sentinela? Será que às vezes desconsideramos ou passamos por alto alguns artigos deste órgão principal de comunicação que Jeová Deus usa hoje em dia? Compreendemos que as instruções transmitidas mediante este canal são tão vitais que a nossa própria vida depende de atendermos a elas?

      13. Como podemos determinar se estamos chegando à madureza ou não?

      13 Outro modo em que podemos provar se estamos aumentando a nossa madureza é se podemos encontrar e formular soluções de problemas. Podemos arrazoar princípios e chegarmos às conclusões certas? Quando se nos fazem perguntas, podemos dar resposta bíblica? Podemos resolver e resolvemos os nossos próprios problemas e os problemas relacionados com os nossos deveres ministeriais? Podendo, compreendemos corretamente 1 Coríntios 14:20: “Não vos torneis criancinhas na capacidade de entendimento, mas sede pequeninos quanto à maldade; contudo, ficai plenamente desenvolvidos na capacidade de entendimento.”

      14. Que características podemos manifestar em nossos tratos com os nossos companheiros cristãos?

      14 Somos pacientes e vagarosos em nos irar! Estamos livres de queixas contra os nossos companheiros cristãos? Somos bondosos para com alguns e não para com outros? São edificantes as nossas palestras acerca de outros ou com outros, isto é, palestras com os de nossa própria família, com os membros da congregação e com os recém-interessados? Somos de disposição boa e alegre? Ficamos logo deprimidos? Ao falar com as pessoas em nosso ministério, ficamos logo ofendidos e somos vagarosos em perdoar? Atendemos à admoestação do apóstolo Paulo, em que ele disse: “Continuai a suportar-vos uns aos outros e a perdoar-vos uns aos outros liberalmente, se alguém tiver razão para queixa contra outro. Assim como Jeová vos perdoou liberalmente, vós também o fazei”? — Col. 3:13.

      15. (a) Por que é necessário o cristão vigiar cuidadosamente o seu comportamento? (b) O que deve o ministro cristão procurar obter?

      15 Sucumbimos fàcilmente às tentações ou somos capazes de resisti-las? Reconhecemos que é aconselhável vigiar onde pomos os pés de modo a não ficarmos enlaçados? Precisamos ter em mente que Satanás está sempre alerta quanto às fraquezas da carne e que sempre é um inimigo, andando ao derredor, buscando a quem possa devorar. O proceder sábio está em harmonia com Provérbios 4:14, 15: “Não entres na vereda dos iníquos, nem andes diretamente para o caminho dos maus. Evita-o, não passes por ele, desvia-te dele e passa adiante.” É logo discernido que a vereda do cristão maduro é reta e desviar-se dela pode conduzir a conseqüências lamentáveis. Evite tentações, tendo bom e firme juízo, que pertence à mente madura. Continuando deste modo a examinar a nós mesmos (não aos outros), poderemos observar que coisa maravilhosa é o cristão ter madureza, o estado de homem plenamente desenvolvido.

  • Buscando madureza na Sociedade do Novo Mundo
    A Sentinela — 1964 | 1.° de janeiro
    • Buscando madureza na Sociedade do Novo Mundo

      “Faze o máximo para te apresentar a Deus aprovado, obreiro que não tem nada de que se envergonhar, manejando corretamente a palavra da verdade.” — 2 Tim. 2:15.

      1, 2. (a) Qual deve ser o desejo do cristão na vida e o que ele deve fazer para consegui-lo? (b) O que está envolvido e o que resultará á pessoa?

      BUSCAR significa aplicar esforço para alcançar um objetivo definitivo. Da parte do ministro cristão, o objetivo é conseguir a aprovação de Jeová, e não há nada comparável com este. Para o bom êxito neste sentido, há a seguinte convocação da Palavra de Deus: “Faze o máximo.” De fato, o desenvolvimento de madureza é a estrada em que o cristão deve andar toda a sua vida. O seu valor em contraste com as outras coisas da vida foi vividamente apresentado nas seguintes palavras de Paulo: “Considero também, deveras, todas as coisas como perda, por causa do valor superior do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor.” Também nós devemos ter tal alta estima pelo buscar sabedoria e conhecimento durante nossa vida. — Fil. 3:8.

      2 Há muita coisa envolvida. Estudo, sim, muito estudo que requer tempo e esforço mental. De fato, mais do que estudo é necessário, porque o ministro cristão maduro deseja chegar à estatura do homem “plenamente desenvolvido”, tendo uma compreensão geral que o possibilite a transmitir informações vitais a outros. Quanto maior for o conhecimento tanto maior será a fé, bem como a convicção, o contentamento e a responsabilidade.

      3. No estudo, que fonte de informação deve ser descartada?

      3 Estudar é trabalho, e assim como o exercício físico e o trabalho desenvolvem o corpo, assim também o exercício mental amplia as faculdades de raciocínio. A regularidade na aplicação é mais frutífera, seguindo a rotina da padronizada educação escolar. Obviamente, devotar tempo é essencial. Em tal currículo, a fonte de matéria é igualmente importante. Faz lembrar o aviso: “A sabedoria deste mundo é tolice perante Deus.” Depois de Paulo dizer que o cristão deve fazer o máximo para servir a Jeová, ele passou a dizer que deve evitar fontes de informações que violem o que é justo mediante coisas deste velho mundo: “Esquiva-te dos falatórios vãos que violam o que é santo; porque passarão a impiedade cada vez maior.” Isto é motivo suficiente para a pessoa descartar tal informação de seu trajeto específico e resguardado, pois o seu interesse primordial deve ser relativo à fonte da vida eterna e aos requisitos de tal vida, de modo a poder manejar “corretamente a palavra da verdade”. — 1 Cor. 3:19; 2 Tim. 2:16, 15.

      4. (a) Que espécie de informação adquirimos pelo estudo? (b) É o estudo suficiente?

      4 Durante um período de instrução, o conhecimento e a sabedoria são adquiridos de modo algo comparável ao do estudante que vai à faculdade e aprende medicina por meio de um curso plenamente estabelecido em bases metódicas de progresso

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