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  • Proclamam a paz enquanto se preparam para a guerra
    Despertai! — 1975 | 8 de maio
    • todos os opositores de Sua regência justa.

      Parece-lhe lógico que as nações se disponham a entregar suas regências a Deus e a Cristo quando chegar a hora exata? O que existe em sua história que indique, mesmo remotamente tal proceder, Não estiveram sempre determinadas em sentido absoluto a apegar-se a cada milímetro de território que pudessem?

      Não é o caso de as nações planejarem conscientemente uma batalha contra Deus, contemplando tais possibilidades em seus ‘gabinetes de guerra’. Mas, os esforços determinados das nações em dominar os assuntos da terra de seu jeito, sem considerar o propósito declarado de Deus, tornam um confronto absolutamente necessário. Serão levadas até o ponto em que unidamente usam a força para tentar apegar-se a seu próprio modo de regência. Deus reagirá com uma força contrária. Com que conseqüências?

      Revelação, capítulo 19, descreve como Aquele (Jesus Cristo) que luta vitoriosamente por Deus derrota os ‘reis e comandantes militares’ da terra. Deus preservará tais pessoas que ele julga justas. Os demônios, que deram impulso adicional às tendências já naturais das nações de protegerem sua soberania, deleitar-se-iam de ver a terra como cinzas envenenadas, arruinadas. Mas, Deus não permitirá que isso aconteça. Antes, os próprios demônios serão tirados do caminho. — Rev. 12:12; 19:11-20:3.

      Todos os esforços correntes no sentido da distensão, portanto, não desmentem a verdade do assunto — que as nações empregarão a maior força que conseguirem acumular a fim de apegar-se às suas regências. Talvez proclamem a paz, mas a guerra é inevitável. Todavia, após a maior de todas as guerras, os reis da terra, e os seus exércitos desaparecerão para sempre. Apenas então a verdadeira paz prevalecerá sobre a terra.

  • Quando as igrejas recorrem aos jogos de azar para levantar fundos
    Despertai! — 1975 | 8 de maio
    • Quando as igrejas recorrem aos jogos de azar para levantar fundos

      “PRESAS 10 Pessoas Que Jogavam Numa Sinagoga de Brooklyn.” Assim rezava a manchete duma notícia publicada no Times de Nova Iorque, de 12 de agosto de 1974. Uma multidão e tanto estivera presente, dentre 250 a 300 jogadores, mas a polícia só prendeu aqueles que pareciam bancar os vários jogos. Um porta-voz da sinagoga disse: “Não compreendemos as razões da batida policial. Não fizemos nada que não seja feito por muitas outras igrejas e sinagogas. Por que visaram logo a nós?”

      Segundo um oficial de polícia, porém, as organizações religiosas haviam sido avisadas de que, se tais jogatinas não parassem, “nós vamos entrar e acabar com elas”. Esta batida, então, foi uma incursão policial contra a jogatina refinada conhecida como “Las Vegas Nites” (Noites de Las Vegas), que amiúde funcionam das 20 horas até às 6 da manhã seguinte. Ao passo que a polícia tinha sido indulgente quanto às igrejas operarem jogos ilegais, desde março de 1974 imaginava até que ponto membros do crime organizado operavam tais assuntos. Em agosto surgiu a evidência que a polícia não mais podia ignorar. Bem cedo em 4 de agosto, no porão duma sinagoga de Brooklyn, achava-se uma figura alegadamente notória do submundo, Steven Cirillo. A finalidade de sua presença não ficou certa — se ele controlava as operações de jogo ou se apenas as observava. De súbito, um pistoleiro o baleou na cabeça, matando-o instantaneamente. Mais tarde, a polícia encontrou tanto uma pistola como um fuzil no matagal da área de recreio adjacente à sinagoga.

      O local estava cheio de pessoas, mas, ao testemunharem o assassínio, elas fugiram, todas exceto um homem e a esposa da vítima. Nos dias que seguiram, a polícia interrogou cinqüenta dos jogadores, esperando obter uma descrição do assassino. Relatou-se que a vítima tinha uma ficha contendo sete prisões por crimes que iam de roubo de carro a assassínio, e como pertencendo a um bando da Máfia que opera na cidade.

      O que estava por trás do crime? A polícia especulou que era uma execução dum bando rival, visto que recentemente tinha ocorrido uma série de assassínios e tentativas de homicídio devido a tal guerra entre bandos. A polícia achava que podia virar os olhos para o outro lado quando as igrejas e as sinagogas se empenhavam em modestas operações de jogo, mas quando patrocinaram a jogatina refinada tais como “Las Vegas Nites”, dirigida por figuras do submundo, isso foi outra história. Neste sentido, a polícia se queixou das organizações religiosas “fominhas” que “jamais se importam em consultar a formação” daqueles a quem contratam para dirigir suas operações de jogos de azar. Em resultado, “os comandantes das delegacias policiais por toda a cidade entraram em contato com clérigos . . . e os avisaram que cancelassem as noites de Las Vegas nos salões paroquiais e nas sinagogas”. Evidentemente a sinagoga que sofreu a batida em 11 de agosto, deixou de acatar tal aviso.

      Por que as igrejas e sinagogas patrocinam tais jogatinas? Segundo o presidente de um Centro Judaico: “Para nós, isso significa a diferença entre solvência e insolvência.” E um porta-voz de outro grupo declarou: “Vamos encarar a realidade. Podemos ganhar US$ 1.500 a US$ 2.000 numa boa noite. Isso paga a Tora do Talmude, os bailes dos jovens, as atividades das crianças”, e assim por diante. E o porta-voz de outro grupo comunitário judaico declarou: “Teremos de examinar o que as outras instituições religiosas da vizinhança fazem. Enquanto a polícia permitir, é provável que acabemos patrocinando isso. É um método essencial de levantar fundos. Mas, se a polícia proibir os jogos de azar, nós obedeceremos.” Evidentemente alguns não obedeceram com a rapidez necessária!

      Mas, como se pode justificar tais jogos de azar quando envolvem organizações religiosas com os piores elementos criminosos da sociedade? Os jogos de azar por certo suscitam estranhos colaboradores! Declarava um editorial do Times de Nova Iorque (14 de agosto de 1974): “A polícia não pode agir sozinha. Cabe às instituições religiosas expulsar a turba do templo.” Esse último proceder traz à lembrança a condenação expressa há cerca de três mil anos atrás dos grupos religiosos que então viviam: “Se encontras um ladrão, escolhe-o como teu amigo; fazes causa comum com os adúlteros.” — Sal. 50:18, New English Bible.

      Mas, mesmo se as organizações religiosas não se envolvessem em tratos com o elemento criminoso da sociedade, existe qualquer justificativa para que recorressem a tais meios para levantar fundos? Segundo uma notícia de jornal, a polícia tem recebido “numerosas queixas de cônjuges de pessoas que perdem dinheiro” nestes jogos de azar sob patrocínio religioso. Não deviam as organizações religiosas ajudar os casados a solucionar seus; problemas, ao invés de contribuírem para que tivessem ainda mais problemas como resultado da jogatina?

      Ademais, é fato bem conhecido que, vez após vez, o jogo de azar se torna vício, uma “febre”, resultando em crimes para pagar as dívidas de jogo, no rompimento dos lares e até mesmo em suicídios.

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