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  • Transformação de personalidade no paraíso de Quênia
    A Sentinela — 1978 | 15 de maio
    • causa da mudança de sua personalidade, estão sendo unidas numa só família feliz de homens e mulheres cristãos, que servem o Criador. Deveras, há grandes mudanças de personalidade no paraíso espiritual de Quênia.

  • Desenvolvimento dos interesses espirituais na Malásia
    A Sentinela — 1978 | 15 de maio
    • Desenvolvimento dos interesses espirituais na Malásia

      A MALÁSIA é uma terra de selvas quentes e tropicais, arrozais verdejantes e extensas plantações de borracha e de coqueiros. Há também muitas minas de estanho neste país, e, ao longo do litoral, descobriu-se recentemente petróleo. Diz-se que a Malásia é um dos países de mais rápido desenvolvimento da Associação das Nações do Sudeste da Ásia (ASEAN). Especialmente animadora para as Testemunhas de Jeová, porém, é a expansão dos interesses espirituais nesse país, dum começo muito pequeno.

      A obra das testemunhas cristãs de Jeová começou ali nos anos 1930. Entre as primeiras Testemunhas a se estabelecerem em Malaia (agora Malásia) estava um casal holando-cingalês, Harris e Freda Frank. Numa excursão em 1931, um representante da Sociedade Torre de Vigia entrou em contato com este casal. Mais tarde, um oficial reformado do exército, Jimmy James, e sua família passaram da Índia para Cingapura e começaram a dar zelosamente testemunho. Ele também entrou em contato com a família Frank, em Cuala Lumpur. Nos próximos anos, vários pioneiros das Testemunhas, da Austrália e de outras partes, inclusive um grupo intrépido que usava o iate missionário da Sociedade, “Portador de Luz”, por base, divulgavam a mensagem da Bíblia. Visitavam plantações de borracha e minas de estanho, cidades e aldeias, elegantes bairros residenciais e os lares dos pobres, falando sobre a Palavra de Deus e oferecendo publicações bíblicas, em dezenas de idiomas.

      Com tanta atividade, o escritório da Sociedade Torre Vigia na Austrália estabeleceu em Cingapura um depósito de literatura para a conveniência dos proclamadores do Reino, e, em 1937, enviou para lá Alfred Wicke, para tomar conta dele. Depois do seu casamento, em 1939, ele e sua esposa Thelma passaram os próximos dois anos trabalhando cabalmente a costa ocidental da Malaia, até que veio a guerra. Até hoje, alguns ainda se lembram das visitas deles. Um de seus primeiros contatos foi um jovem sique, chamado Puran Singh, que tinha então uns dezesseis anos. Depois de ler o folheto Onde Estão os Mortos? e ao saber que o casal Wicke estava na vizinhança, andou de bicicleta uns 80 quilômetros para se encontrar com eles. No dia seguinte, acompanhou-os ao território rural, para saber como se dava testemunho. Algum tempo depois, a animação espiritual que havia recebido induziu-o a pedalar outros 190 quilômetros, para assistir a uma assembléia das Testemunhas de Jeová em Cuala Lumpur. Ali ele se dissociou da religião sique por mandar cortar o cabelo e tirar a barba. Depois de seu batismo, decidiu ser conhecido como George Puran Singh. Cheio de zelo, queria então dar testemunho por tempo integral. As circunstâncias indicavam que podia fazer isso melhor na Índia. Ali tem continuado a servir fielmente por muitos anos.

      ACONTECIMENTOS NOS ANOS DO APÓS-GUERRA

      A invasão e ocupação japonesa da Malaia pôs paradeiro à atividade de testemunho, sendo que a maioria dos que participavam nela foi evacuada para a Índia ou para outros lugares, e os remanescentes foram internados. Em fins dos 1940, porém, chegaram missionários treinados em Gileade, e a obra começou novamente a se desenvolver na Malásia. Guerrilhas comunistas lutavam então contra as autoridades coloniais desde a selva, atacando e bombardeando cidades, matando plantadores europeus de borracha e gerentes de minas de estanho. Viajar era muito perigoso para o superintendente de circuito, que começara a fazer visitas regulares a diversas cidades na costa ocidental.

      “Quando se viaja de trem”, lembra-se ele, “passa-se a maior parte do tempo deitado no piso do vagão, visto que os guerrilheiros atiram indiscriminadamente, desde a selva, ao longo dos trilhos”. Na cidade de Campar, ele visitou a filha de Jimmy James, casada com um mineiro de estanho, encarregado de diversas dragas. Todas as acomodações residenciais estavam dentro dum cercado de arame farpado. Entrando no seu quarto, o superintendente de circuito acendeu a luz, ou pelo menos pensava que estava fazendo isso. Para a sua consternação, havia ligado as luzes do cercado e a sirene. Isto fez com que todos os moradores pegassem imediatamente em armas, pensando que era um ataque de guerrilheiros. Que situação embaraçosa para alguém que queria desenvolver interesses espirituais, pacíficos!

      No decorrer de suas visitas a Malaia, o superintendente de circuito encontrou um chinês, no centro mineiro de Ipo. Este homem, enquanto estudava a acupuntura em Hong Kong, também havia estudado a Bíblia com as Testemunhas de Jeová, e ele estava pronto para participar na proclamação das “boas novas”. Deste pequeno começo, desenvolveu-se com o tempo a congregação Ipo.

      A Sociedade pediu que o superintendente de circuito, em outra visita, entrasse em contato com duas moças, Ng Yoon Chin e Lee Siew Chan, alunas da Escola Metodista Para Moças, em Georgetown, na ilha de Penangue. Três anos antes, durante um mês em que quatro missionários das Testemunhas de Jeová estavam em Penangue, essas moças haviam obtido o livro “A Verdade Vos Tornará Livres” e ficado profundamente interessadas. Depois da visita que o superintendente de circuito lhes fez, elas começaram a dar testemunho. Para promover ainda mais os interesses espirituais em Penangue, a Sociedade transferiu Alfred e Thelma Wicke para lá, em 1955. Em pouco tempo, foi organizada uma congregação. As duas primeiras moças tornaram-se pioneiras e mais tarde receberam treinamento missionário, formando-se na Escola de Gileade, em 1958.

      Em Joore, o mais sulino dos nove sultanatos da Malaia, antes da guerra, Testemunhas procedentes de Cingapara haviam deixado ocasionalmente publicações com K. J. John, funcionário do departamento fiscal. Ele, porém, não tomara as Testemunhas

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