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AlegriaAjuda ao Entendimento da Bíblia
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completa alegria serão removidos, pois até mesmo “não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor” (Rev. 21:4) O pesar com relação aos mortos terá desaparecido para sempre, sendo removido pela ressurreição dos mortos. Este conhecimento, até mesmo hoje em dia, conforta os cristãos que, por causa disso, não ficam “pesarosos como os demais que não têm esperança”. — 1 Tes. 4:13, 14; João 5:28, 29.
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AleluiaAjuda ao Entendimento da Bíblia
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ALELUIA
[louvai a Jah (Abrev. de Jeová)]. Transliteração da expressão hebraica hallu-Yáh, que aparece pela primeira vez no Salmo 104:35. Na Tradução do Novo Mundo é quase sempre traduzida “louvai a Já!” Com exceção do Salmo 135:3 (“louvai a Já!”, NM), hallu-Yáh introduz e/ou conclui certos Salmos. (Veja o Salmo 112:1; 115:18; 146:1, 10; 147:1, 20; 148:1, 14; 149:1, 9; 150:1, 6.) Esta expressão se coloca, junto com “Amém”, no fim do Livro Quatro dos Salmos (Sal. 106:48), e uma forma grega dela aparece quatro vezes em Revelação 19:1-6, onde se faz referência à alegria sentida por causa da destruição de Babilônia, a Grande, e à ligada ao início da regência de Jeová qual Rei. — Veja JAH.
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AlexandriaAjuda ao Entendimento da Bíblia
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ALEXANDRIA
Principal cidade e famosa metrópole do Egito durante o tempo de Jesus e seus apóstolos. A moderna Alexandria (chamada em árabe al-Iscandariiá) ergue-se no sítio antigo e é um porto marítimo, mas tem pouco do seu antigo esplendor.
Na Bíblia se faz apenas breve referência a Alexandria. Entre os que discutiam com Estêvão, antes de seu julgamento, havia “alexandrinos”, ou judeus de Alexandria. Alexandria era a cidade natal do eloqüente Apoio. E dois dos navios em que Paulo navegou como prisioneiro conduzido para Roma procediam de Alexandria. — Atos 6:9; 18:24; 27:6; 28:11.
A cidade derivou seu nome de Alexandre Magno, que ordenou que fosse edificada em 332 A.E.C. Com o tempo, tornou-se a principal cidade do Egito, e, sob os Ptolomeus, os reis helenísticos do Egito, Alexandria tornou-se a capital do Egito. Permaneceu como tal quando Roma assumiu o controle dele em 30 A.E.C., servindo como centro administrativo do Egito por toda a época romana e bizantina, até à conquista árabe, no sétimo século E.C.
LOCALIZAÇÃO E DESCRIÇÃO
Seu local foi bem escolhido. A O do delta do Nilo, em forma de leque, o lago Mareótis se situa perto do Mediterrâneo, havendo pequeno istmo que o separa do mar. Alexandria foi construída nesta faixa de terra em que, anteriormente, erguia-se o pequeno povoado de Racotis. Visto que o lago Mareótis estava então ligado ao ramo canópico do Nilo (o mais ocidental dos sete estuários do antigo Nilo), isto significava que a cidade podia servir de porto de ambos os lados do istmo, os navios oceânicos aportando ao N, e os barcos egípcios do Nilo ao S. Bem ao N da cidade situava-se a ilhota de Faros. Construiu-se um molhe ou quebra-mar do continente até a metade da ilha, sendo chamado Heptastádio (significando “Sete Estádios”, por toda a extensão do quebra-mar [cerca de sete oitavos de uma milha romana ou 1,3 km]). Este quebra-mar também servia para dividir a baía em duas espaçosas bacias. A E da ilha de Faros foi construído um farol de uns 122 m de altura, reputado uma das sete maravilhas do mundo antigo.
Tendo cerca de 24 km de extensão e apenas cerca de 1,5 km de largura, Alexandria era bem delineada, em forma de quarteirões de uma cidade, possuindo ruas amplas, regulares, com locais enfileirados de colunatas. Diz-se que um terço da sua área era ocupada por palácios e locais públicos. Seu esplendor e seus magníficos prédios foram aclamados pelos escritores antigos. Especialmente famosa era sua grande biblioteca, ligada ao “Museu” de Alexandria, uma espécie de universidade patrocinada pelo Estado, onde todos os ramos das artes e ciências eram estudados por peritos de muitos países. A biblioteca tinha sido fundada e ampliada sob os dois primeiros Ptolomeus, e procurava manter cópias de todos os livros escritos em grego e em latim. Com o tempo, diz-se que chegou a possuir cerca de 900.000 volumes ou rolos de papiro. No entanto, a biblioteca sofreu sérios danos devido a um incêndio no tempo de Júlio César, e foi finalmente destruída pelos árabes no sétimo século E.C.
CENTRO JUDAICO
Foi aqui, em Alexandria, que se fez a primeira tradução das Escrituras Hebraicas: a Versão Septuaginta (ou dos Setenta), grega, produzida pelos judeus alexandrinos, evidentemente a partir do reinado de Ptolomeu Filadelfo (285-246 A.E.C.).
Os judeus há muito constituíam considerável parte da população de Alexandria, que, em seu auge, chegou a atingir 800.000 habitantes. Muitos dos judeus descendiam dos refugiados que fugiram para o Egito após a queda de Jerusalém,
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