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GilboaAjuda ao Entendimento da Bíblia
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(Juí. 7:1) Mais tarde, o Rei Saul juntou suas forças em Gilboa, e ali sofreu derrota às mãos dos filisteus. Três de seus filhos, Jonatã, Abinadabe e Malquisua, foram mortos, e ele mesmo cometeu suicídio ali. — 1 Sam. 28:4; 31:1-4, 8; 2 Sam. 1:4-10, 21; 1 Crô. 10:1-8.
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GileadeAjuda ao Entendimento da Bíblia
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GILEADE
[provavelmente, monte de testemunho]. O conceito popular é que o nome “Gileade” provém, pela alteração de dois sons vocálicos, de Galeede. — Gên. 31:47, 48, veja GALEEDE.
Gileade é um termo geográfico que é empregado de forma variada na Bíblia. Num sentido estrito, Gileade indicava a região montanhosa cupular a E do rio Jordão que se estendia ao N e ao S do vale da torrente do Jaboque. (Jos. 12:2) Era limitada, ao N, por Basã; ao S, pelo chapadão ao N do vale da torrente do Árnon; e, a E, pelo território de Amom. (Deut. 2:36, 37; 3:8-10) No entanto, houve épocas em que “Gileade”, ou a “terra de Gileade”, aplicava-se, em geral, ao inteiro território israelita a E do Jordão, incluindo o chapadão ao N do Árnon, e Basã. — Jos. 22:9; Juí. 20:1, 2; 2 Sam. 2:9; 2 Reis 10:32, 33.
Evidentemente, pensava-se que “Gileade” consistia em duas partes. Embora fosse simplesmente chamado de “Gileade”, em Números 32:40, o território designado à meia-tribo de Manassés é mais especificamente mencionado como o “resto de Gileade” (Deut 3:13), ou a “metade de Gileade”. (Jos. 13:31) Similarmente, num sentido mais definido, o território combinado de Gade e de Rubem, ao S da área fornecida à meia-tribo de Manassés, era chamado de “metade da região montanhosa de Gileade”. (Deut. 3:12) Todavia, esta mesma área, vez por outra, é também chamada simplesmente de “Gileade”, como é a parte dela designada a Gade (onde se localizava a cidade de refúgio de Ramote). — Núm. 32:29; Jos. 13:24, 25; 21:38.
Partindo de pelo menos uns 213 m abaixo do nível do mar, no vale do Jordão, Gileade ascende a mais de 1.000 m. Abençoada com abundante precipitação pluviométrica no inverno (hem. norte) e pesado orvalho no verão (hem. norte), bem como por muitas fontes, esta região fértil antigamente possuía grandes florestas e era bem conhecida por seu bálsamo curativo. (Jer. 8:22; 46:11) Seus planaltos ondulantes eram ideais para a criação de gado e para o cultivo de cereais. Também, as uvas vicejavam em Gileade. — Núm. 21:22; 32:1.
EVENTOS HISTÓRICOS EM GILEADE
Pouco antes de os israelitas entrarem na Terra Prometida, Síon, rei amorreu, controlava a área de Gileade ao S do vale da torrente do Jaboque, ao passo que Ogue, rei de Basã, regia sobre a parte norte. (Jos. 12:1-4) Liderados por Moisés, os israelitas derrotaram ambos estes reis, e as tribos de Gade e de Rubem, por causa de seu numeroso rebanho, solicitaram que esta região lhes fosse dada como herança. (Núm. 21:21-24, 33-35; 32:1-5) Sua solicitação lhes foi concedida, sob a condição de os combatentes de ambas as tribos cruzarem o Jordão e ajudarem na conquista da Terra Prometida. (Núm. 32:20-24, 28-30) Eles concordaram em fazer isto, e, imediatamente, construíram cidades para suas famílias, que deixariam para trás. (Núm. 32:25-27, 31-38) A meia-tribo de Manassés também recebeu uma herança a E do Jordão. — Núm. 32:33, 39, 40.
Ao retornarem à sua herança em Gileade, os homens de Rubem, de Gade e da meia-tribo de Manassés construíram um altar como marco comemorativo de fidelidade a Jeová. (Jos. 22:9, 10, 26-29) Mais tarde, participaram na ação tribal unida contra os benjamitas por terem ocultado os malfeitores de Gibeá, impedindo que se lhes impusesse a merecida justiça. (Juí. 20:1-48) Mas, em nítido contraste com isso, censurou-se “Gileade” por deixar de juntar-se a Baraque na luta contra Sísera. (Juí. 5:17) Similarmente, num período posterior, os homens
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