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Grama (Relva)Ajuda ao Entendimento da Bíblia
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eternidade de Jeová e de sua “palavra“ ou “declaração”. (Sal. 90:4-6; 103:15-17; Isa. 40:6-8; 51:12; 1 Ped. 1:24, 25) Os malfeitores também são comparados com a erva ou relva que rapidamente murcha. (Sal. 37:1, 2) Os que odeiam Sião, bem como as pessoas prestes a serem subjugadas pela conquista militar, são assemelhadas à grama de raízes curtas que cresce em terraços de terra, grama que se seca até mesmo antes de ser arrancada, ou que é ressequida no rastro do vento E. — Sal. 129:5, 6; 2 Reis 19:25, 26; Isa. 37:26, 27.
Uma profecia de restauração predizia que os ossos dos servos de Deus ‘floresceriam como a tenra relva’, isto é, seriam avigorados com novas forças. — Isa. 66:14; compare com Isaias 58:9-11.
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Grande MarAjuda ao Entendimento da Bíblia
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GRANDE MAR
Aquela imensa massa aquosa que separa a Europa e a África, tendo a Ásia a E. Ao passo que os hebreus o chamavam de Grande Mar, atualmente é comum ser chamado pelo seu nome latino, Mediterrâneo, que significa ‘no meio da terra’, pois é praticamente cercado de terra.
Não é inapropriado chamar hoje o Mediterrâneo de o Grande Mar, como faziam os povos antigos desde o tempo de Moisés em diante, pois certamente se enquadra em tudo que tal nome subentende. (Núm. 34:6, 7) Tem c. 3.700 km de extensão, mais de 1.600 km de largura em seu ponto mais amplo, e abrange uma área de c. 2.850.000 km2. Seu ponto mais profundo atinge c. 4.270 m.
A profecia de Ezequiel fala dos “muitíssimos” peixes contidos no Grande Mar. (Eze. 47:10) Nestas águas há excelentes corais e uma abundância de esponjas, além de mais de 400 variedades de peixes.
Os escritores bíblicos não só empregaram o nome “Grande Mar” (Jos. 1:4; 9:1, 2; 15:12, 47; 23:4; Eze. 47:15, 19, 20; 48:28), mas também se referiram a ele por outros termos abrangentes. Para eles, essa massa aquosa era o “mar ocidental”, que constituía o limite ocidental da Palestina. (Deut. 11:24; 34:1, 2) Da localidade de Jerusalém, era encarado como o “mar ocidental”, em contraste com o “mar oriental”, isto é, o mar Morto. (Joel 2:20; Zac. 14:8) Ou, era chamado de “o mar dos filisteus” (Êxo. 23:31) ou simplesmente de “o Mar”. — Núm. 34:5.
Já desde tempos imemoriais os fenícios e outros intrépidos povos navegadores cruzaram o Grande Mar, descobriram várias de suas ilhas, e transacionaram entre muitas de suas cidades portuárias. A Bíblia menciona ilhas tais como Arvade, Cauda, Chipre, Cós, Creta, Malta, Patmos, Quios, Rodes, Samos e Samotrácia. Também, algumas das cidades e localidades costeiras nestas ilhas e ao longo das praias continentais da seção oriental do Grande Mar acham-se alistadas na Bíblia, a saber: Aco (Ptolemaida), Aczibe, Adramítio, Alexandria, Anfípolis, Ascalom, Atália, Bons Portos, Cnido, Dor, Fênix, Gebal, Laséia, Pátara, Putéoli, Régio, Salamina, Salmone e Siracusa.
Jesus Cristo visitou as regiões portuárias de Tiro e de Sídon (Mar. 7:24, 31); Pedro esteve em Jope e em Cesaréia (Atos 10:5, 6, 24); Paulo esteve em Patos, Trôade, Neápolis, Cencréia, Éfeso, Assos, Mitilene e Mileto. (Atos 13:13; 16:11; 18:18, 19; 20:14, 15) O Grande Mar é famoso por suas horrendas tempestades que resultam em numerosos naufrágios, e em grandes perdas de vidas.
[Mapa na página 686]
(Para o texto formatado, veja a publicação)
LOCAIS AO LONGO DO GRANDE MAR
OCEANO ATLÂNTICO
ÁFRICA
DESERTO DO SAARA
GRANDE MAR (MEDITERRÂNEO)
TÁRSIS
Cádiz
Estreito de Gibraltar
GOLFO DE SIDRA (SIRTE)
MALTA
SICÍLIA
ITÁLIA
MAR TIRRENO
Roma
Putéoli
Régio
Siracusa
MAR JÔNIO
MAR ADRIÁTICO
GRÉCIA
CRETA
Anfípolis
Cencréia
Fênix
Bons Portos
Laséia
Salmone
CAUDA
MAR EGEU
SAMOTRACIA
QUIOS
SAMOS
PATMOS
CÓS
RODES
Neápolis
Dardanelos
Trôade
Assos
Adramítio
Mitilene
Éfeso
Mileto
Cnido
Pátara
Atália
Bósforo
MAR NEGRO
ÁSIA MENOR
CHIPRE
Pafos
Salamina
ARVADE
Gebal
Sídon
Tiro
Aczibe
Aco (Ptolemaida)
Dor
Cesaréia
Jope
Ascalom
Alexandria
Canal de Suez.
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Grande MultidãoAjuda ao Entendimento da Bíblia
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GRANDE MULTIDÃO
Expressão que, em si, é bem comum nas Escrituras Gregas Cristãs. “Grande(s) multidão(ões)” é uma expressão às vezes usada com respeito a grandes grupos de pessoas que ouviram o ensino público de Jesus Cristo. (Mat. 14:14; 19:2; 20:29) Após a visão sobre a destruição da simbólica Babilônia, a Grande, o apóstolo João viu “o que era como a voz alta duma grande multidão no céu”. (Rev. 19:1) Em Revelação 7:9, contudo, menciona-se uma “grande multidão” cuja identificação tem sido especialmente o tema de grande discussão.
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