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    • um decreto de aniquilação e saque contra os judeus, e, em aditamento, por ser mais tarde convidado para dois banquetes patrocinados pela rainha Ester. (Ester 3:12, 13; 5:4-12) Mas, justamente quando Hamã julgou-se prestes a realizar suas maiores ambições, as coisas se inverteram para ele. Hamã, egotisticamente esperando ser exaltado, sofreu humilhante rebaixamento quando o rei lhe ordenou que dirigisse uma cerimônia pública em honra do odiado Mordecai, que anteriormente expusera um complô contra a vida do rei. (Ester 6:1-12; 2:21-23) Os sábios e a esposa de Hamã consideraram isso como presságio de que Hamã cairia diante do judeu Mordecai. — Ester 6:13.

      A queda de Hamã atingiu um clímax estrondoso no segundo banquete especial realizado pela rainha Ester, que era prima de Mordecai. (Ester 2:7) Corajosamente, na presença de Hamã, ela fez um apelo ao rei. Revelou ao rei atônito que os próprios interesses dele corriam perigo; com efeito, a vida de sua rainha corria perigo devido a um complô assassino. À medida que crescia a ira do rei, Ester identificou intrepidamente que o pérfido conspirador era o primeiro-ministro, então aterrorizado — “este mau Hamã”. (Ester 7:1-6) Subseqüentemente, o rei ordenou que o homicida Hamã fosse enforcado na estaca, de aproximadamente 22 m de altura, que Hamã havia preparado para enforcar Mordecai. (Ester 7:7-10) Na sequência dos eventos, a casa de Hamã foi dada a Ester (Ester 8:7) e Mordecai tornou-se o primeiro-ministro, com a autorização de conceder aos judeus a permissão de se defenderem. (Ester 8:2, 10-15) Em dois dias de vingança contra seus inimigos, os judeus obtiveram esmagadora vitória, matando mais de 75.000 inimigos. Os dez filhos de Hamã foram mortos; daí, no dia seguinte, foram pendurados em estacas à vista do povo, como desonra pública. — Ester 9:1-17.

      Hamã manifestou as características dos amalequitas. Era, obviamente, adorador de deuses pagãos, e talvez confiasse nos astrólogos quando lançou sortes para determinar o dia auspicioso para a destruição dos judeus. (Ester 3:7) Ele executava as “obras da carne”, praticando a idolatria e o espiritismo, manifestando seu ódio assassino contra os judeus e demonstrando um espírito orgulhoso, sobranceiro e egoísta, cheio de inveja e de ciúme dos outros, especialmente dos servos de Deus. (Gál. 5:19-21) Ele praticava a mentira e o engano (Ester 3:8), e provou ser um servil covarde quando seus planos se frustraram e ele foi condenado. (Ester 7:6-8) Hamã mostrou ser um servo do Diabo, o adversário de Deus, conforme o princípio delineado em Romanos 6:16.

  • Hamate, Hamateu
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • HAMATE, HAMATEU

      HAMATE [fortaleza], HAMATEU. A cidade de Hamate era a capital dum pequeno reino cananeu na Síria, durante os primórdios históricos de Israel. A rica região agrícola que a cercava também tinha o mesmo nome. Durante as épocas grega e romana, o nome clássico da cidade era Epifania, assim chamada por Antíoco IV Epifânio. Atualmente é chamada Hama, forma abreviada de seu nome original.

      A cidade de Hamate estava localizada junto ao rio Orontes, ao longo de importantes rotas comerciais, a 80 km do Mediterrâneo, c. 193 km ao N de Damasco e c. 120 km ao S de Alepo.

      Embora às vezes se diga que teve origem hitita, há mais probabilidade de que Hamate fosse fundada pelos hamateus, parentes dos hititas e uma das setenta famílias pós- diluvianas. Hete e Hamate, os antepassados destas duas linhagens familiares, foram alistados respectivamente como o segundo e o décimo primeiro filhos de Canaã, filho de Cã. (Gên. 10:6, 15-18; 1 Crô. 1:8, 13-16) O grande número de inscrições “hititas” pode indicar que mesmo que Hamate fosse originalmente colonizada pelos hamateus, estava sujeita a forte influência “hitita”.

      “A ENTRADA DE HAMATE”

      O mais antigo relato que temos sobre Hamate nos conta como os doze espias israelitas no século XVI A.E.C. subiram do S até a “entrada de Hamate”, uma frase muitas vezes repetidas que se julga referir-se, não às portas da própria cidade, mas, ao invés, à fronteira S do território sobre o qual dominava. (Núm. 13:21) Foi até esse limite que a conquista efetuada por Josué estendeu-se em direção N. (Jos. 13:2, 5; Juí. 3:1-3) Alguns peritos, contudo, sugerem que tal expressão, “até a entrada de Hamate” (Jos. 13:5) devia possivelmente rezar “até Lebi-Hamate (Leão de Hamate)”, sendo portanto um local definido. — Veja Vetus Testamentum (Antigo Testamento), Vol. II, N.° 2, abril de 1952, p. 114.

      A localização exata deste limite (ou local) não está determinada. Considerava-se como o limite N do território de Israel (Núm. 34:8; 1 Reis 8:65; 2 Reis 14:25; 2 Crô. 7:8), e como ladeando Damasco. (Jer. 49:23; Eze. 47:15-17; 48:1; Zac. 9:1, 2) Alguns imaginam que era o extremo S do vale da Coele-Síria (também chamado El Bicá) que corre entre as cordilheiras do Líbano e do Antilíbano. Outros afirmam que se situava bem ao N deste vale,

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