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  • Escola em safari
    Despertai! — 1972 | 8 de julho
    • Os Estudantes

      A escola era sempre dirigida no Salão do Reino, o local de reuniões das testemunhas de Jeová. Usualmente era um prédio razoavelmente grande, de barro, com laterais abertos e um telhado de colmo. Isto contribui para um interior prazeirosamente fresco.

      Os convidados a cursá-la chegavam de barco, alguns de trem, porém a forma mais comum de transporte era a bicicleta. Alguns, porém, andavam até trezentos e vinte quilômetros! Todos recebiam a mesma acolhida calorosa e nunca houve qualquer problema para se encontrar hospedagem entre os membros da congregação local. A hospitalidade é caraterística inata dos africanos.

      As aulas eram na maioria dirigidas em francês e traduzidas para seis dos idiomas locais: lingala, kikongo, suaili, kiluba, cibemba e tshiluba. Os ministros que a cursavam provinham de tribos e formações diferentes, mas viviam e estudavam juntos em perfeita harmonia na escola. Variavam em idade de vinte a mais de sessenta anos, e possuíam variadas capacidades escolásticas.

      Para os acostumados a cultivar o solo e a trabalhar com as mãos, estudar continuamente por duas semanas era deveras trabalho árduo. No entanto, manifestavam um espírito disposto. Cursar a escola encheu a todos do desejo de aprimorar sua própria habilidade de leitura e a incentivar os outros em suas congregações locais a fazer o mesmo. Uma das expressões mais comuns, no fim de cada curso de duas semanas, era que não havia sido bastante longo.

      Estas expressões de apreciação e de genuína hospitalidade que recebemos, tornavam insignificantes todas as inconveniências de viagem. Deveras, consideramos um privilégio ter uma parte nesta “escola em safari”.

  • Em que estava interessado?
    Despertai! — 1972 | 8 de julho
    • Em que estava interessado?

      ✔ Certa senhora em Fort Pierce, Flórida, EUA, disse a uma testemunha de Jeová que seu marido se recusou a ir mais à igreja. Explicou a razão. O pregador deles os visitara em casa certo dia. Ao ser informado que não podiam contribuir financeiramente para a igreja por causa de recentes despesas médicas, o clérigo foi embora, dizendo: “Quando puderem pagar, nos veremos na igreja!”

      Quão diferente do apóstolo Paulo, ministro fiel de Jeová Deus, cujo principal interesse nas pessoas era o bem-estar espiritual delas. — Efé. 1:15-19.

  • Mudar a dieta do filhote de coala
    Despertai! — 1972 | 8 de julho
    • Mudar a dieta do filhote de coala

      ✔ O coala ou urso-de-bôlso, animal indígena da Austrália, alimenta-se apenas das folhas de eucalipto. Naturalmente, os filhotes de coala têm de tomar leite. No entanto, quando atingem seis meses de vida, são ajudados a adaptar-se a uma dieta vegetal. Como ocorre esta mudança de dieta é um fenômeno curioso. François Bourlière a descreve em seu livro The Natural History of Mammals (A História Natural dos Mamíferos):

      “Por ocasião de desmamar . . . a mãe consegue prover a prole com uma espécie de mingau feito de folhas de eucalipto que o filhote come diretamente do ânus da mãe. Esta ‘sopa’ de legumes não contém excremento e é produzida apenas por um mês, a cada dois ou três dias, entre as três e quatro horas da tarde. Neste período, acelera-se grandemente o crescimento do filhote.”

  • Mais salgada massa aquosa
    Despertai! — 1972 | 8 de julho
    • Mais salgada massa aquosa

      ● O Mar Morto, situado no extremo do Rio Jordão, entre Israel e a Jordânia, é uma das duas mais salgadas massas aquosas da terra. Tem cerca de seis vezes mais sal do que a água oceânica e contém cerca de 24 por cento de matéria sólida, na maior parte sal. O Grande Lago Salgado em Utah é a outra massa aquosa comparável em salinidade.

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