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  • Câncer — que esperança há duma cura permanente?
    Despertai! — 1975 | 8 de março
    • para todas as doenças, inclusive o câncer.

      A Palavra de Deus promete que Ele “enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor. As coisas anteriores já passaram”. (Rev. 21:4) O rei do reino celeste de Deus, Cristo Jesus, forneceu garantias destas curas. Quando estava na terra, curou os doentes e levantou os mortos como evidência do que ele faria como o designado por Deus para ser rei. — Mat. 15:30, 31; João 11:38-44.

      Toda evidência, em cumprimento da profecia da Bíblia, aponta que o tempo para o reino de Deus administrar os assuntos da terra sem qualquer forma rival de regência está muito próximo. Isso significará que também está próximo o início do grande programa de curas de Deus, em sua nova ordem. É um grande encorajamento saber que, então, ocorrerá a erradicação total e permanente desta grande praga, o câncer. O horrível tributo em mortes, sofrimento e lágrimas, devido ao câncer, desaparecerá então para sempre!

  • D. ostra fala sobre sua obra-prima
    Despertai! — 1975 | 8 de março
    • D. ostra fala sobre sua obra-prima

      ALÔ! Sou uma ostra. Vivo nas águas tépidas da Prefeitura de Mie, no Japão. O nome de minha família é Akoya. Somos fabricantes de pérolas. Há alguns anos, a vida era fácil, mas, agora, com tanta pressão para aumentar a produção, toda nossa família está ocupadíssima em fabricar as populares pérolas Akoya. Temos parentes que labutam ao redor do mundo, desde a Ilha Thursday, ao norte da Austrália, até o Mar Vermelho e prosseguindo até o Golfo da Califórnia.

      Ao entrar numa loja para admirar ou comprar nossas elegantes obras-primas, já considerou alguma vez o que passamos para produzi-las? Mudaram-nos de um lar para outro. Sofremos grande operação. Fomos maltratadas. Labutamos vinte e quatro horas por dia, o ano inteiro.

      Recordações da Infância

      Quando era bem jovem, vivia na água marinha que tinha cerca de 25 graus centígrados. De balsas, ramos de cedro foram abaixados na água, e eu agarrei-me a um deles. Na verdade, era apenas bebê, mas dali em diante comecei a sentir-me como uma verdadeira ostra. Depois de dez dias, quando já tinha quase um centímetro e meio de comprimento, fui retirada do ramo, colocada numa rede de malha fina e suspendida duma balsa, junto com muitos parentes. Continuamos crescendo e éramos mudadas constantemente para redes maiores. No fim do ano, quando já tinha quase uns 5 centímetros, o ostreicultor me vendeu a um cultivador de pérolas. Não tive outra escolha.

      Sofro Uma Operação

      De início, o mundo dos adultos foi gostoso. Éramos bem tratadas e tínhamos tudo de que precisávamos. Daí, veio um choque. Várias de nós fomos apinhadas em cestos de bambu e lançadas no frio leito do oceano. Nem imagine como ficamos doentes! Mas, isso não era nada em comparação com a forma como nos sentimos quando fomos subitamente trazidas às águas mais tépidas da superfície. Estávamos terrivelmente fracas, e o grande choque fez com que os machos ejaculassem seus espermatozóides e as fêmeas expelissem seus óvulos.

      Não posso falar pelas outras, mas certamente não me sentia em condições de enfrentar o que viria. No entanto, o técnico da inserção do núcleo me fez um checkup. E, sabe o que aconteceu? Declarou que estava em excelente forma. Então me abriu e inseriu uma esfera cortada da concha dum molusco, um estrangeiro que veio do Rio Mississípi nos EUA. Além desse material nuclear, um pedaço do manto (órgão que reveste o interior de nossas conchas) de outra saudável ostra viva me foi transplantado. Este envolveu o núcleo e começou a formar o nácar. O nácar dá aquela aparência familiar da pérola. A esfera inserida só tinha milímetros de diâmetro — não era muito grande segundo seus padrões. Mas, para mim era como se tivesse uma bola de futebol no estômago!

      O cultivador de pérolas deve ter notado como nós nos sentíamos, porque nos tratou bondosamente depois da operação. Fomos colocadas delicadamente em cestas de metal e lentamente postas em água, ficando penduradas das pranchas. Descansamos quietamente. Algumas de minhas parentas acharam que o choque da operação era demais e expeliram seu núcleo. Ao apresentar certos sintomas, tais ostras foram retiradas. Comecei a me sentir melhor e fiquei pronta para o trabalho. Fabricar o nácar era uma proteção contra o corpo estranho colocado dentro de mim; mas também apreciava esse trabalho, sabendo que derivaria prazer de minha pérola.

      Na primavera e no verão, fui mantida na água a uma profundidade de cerca de dois metros e meio e fabriquei bastante nácar amarelo. No outono e no inverno, fui abaixada para uns cinco metros e meio. Embora em quantidade menor, o nácar róseo que fabriquei então era de melhor qualidade.

      As Mulheres do Mar

      Durante meus três anos de trabalho, recebi atenções diárias. Os cestos e cordas eram examinados constantemente para ver se havia danos causados por tufões, marés fortes e pragas. Sabe quem faz isto? As mulheres do mar, renomadas mergulhadoras de pérolas. Devido a que nós, ostras, moramos agora em cestos, estas mulheres não têm de gastar tempo procurando-nos, como certa vez faziam. Seu trabalho agora consiste em trazer-nos à superfície para uma boa esfregadela quatro vezes por ano. Gostamos disso! Lá se vão os parasitas que desejam viver em nossas conchas, bem como as algas marinhas que se agarram a nós.

      Sabia por que são principalmente mulheres que fazem tal serviço? Bem, senhoras, não fiquem ofendidas. Parece que foram abençoadas com mais gordura que os homens. Isto significa que podem suportar as águas gélidas do mar por mais longos períodos. Naturalmente, este serviço gélido traz um pouco de dinheiro extra, e as mulheres do mar não se incomodam com isso.

      Meu avô me contou que tais mulheres nadam desde a juventude até à velhice, sua melhor fase estando por volta dos trinta anos. Vovô costumava preocupar-se com elas, porém, por não poderem respirar debaixo d’água assim como nós. Achava que três minutos era bastante para qualquer humano, mas algumas mergulhadoras de pérolas permaneciam submersas por mais tempo. O coitado do vovozinho sempre se preocupava com os outros. Todavia, jamais viu qualquer mulher do mar morrer por permanecer demasiadamente abaixo da superfície.

      ‘Pérolas de Sabedoria’

      Agora lhe fornecerei algumas deixas quanto a comprar nossas obras-primas.

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