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  • Maria — bendita entre as mulheres
    A Sentinela — 1975 | 15 de novembro
    • algum recomendavam tal coisa. Indicavam a paternidade e maternidade como algo desejável. Por exemplo, lemos no Salmo 127:3 (126:3): “Os filhos são um dom de Deus, é uma recompensa o fruto das entranhas.” (Centro Bíblico Católico) O único arranjo conhecido aos israelitas, pelo qual um homem ou uma moça podiam permanecer virgens, era continuar no estado solteiro. — Veja Jeremias 16:1-4.

      Anos depois, tanto Jesus Cristo como o apóstolo Paulo recomendaram o celibato voluntário como proceder melhor para os que procuravam devotar-se mais plenamente aos interesses espirituais. (Mat. 19:12; 1 Cor. 7:28-38) No entanto, em parte alguma estimula a Bíblia casamentos celibatários, nem lhes atribui santidade especial. Ao contrário. O inspirado apóstolo Paulo disse aos casados: “Que o marido atenda ao dever conjugal para com a esposa; do mesmo modo, também a esposa para com o marido.” — 1 Cor. 7:3, Lincoln Ramos, católica.

      Portanto, se Maria e José tivessem intencionado um casamento celibatário, teriam feito algo para que não havia precedente bíblico. De fato, teriam agido contrário ao propósito de Deus para com o casamento. Portanto, não é muito mais razoável concluir que nem pensavam em conviver como celibatários e que não fizeram isso durante toda a duração de seu casamento?

      Naturalmente, antes do nascimento de Jesus, José não teve relações sexuais com sua esposa. Em Mateus 1:25, a Nova Bíblia Americana (católica em inglês) reza: “Ele não teve relações com ela em nenhuma ocasião antes de ela dar à luz um filho, a quem ele chamou Jesus.” Conforme salientado numa nota ao pé da página da Bíblia de Jerusalém, a versão literal é: “Não a conheceu até o dia em que ela deu à luz.” (Veja Pontifício Instituto Bíblico, e nota ao pé da página) Acha que isso deveria ser entendido como significando que depois José não tinha relações com sua esposa, Ou não admite antes não só a possibilidade, mas mesmo a probabilidade de que tinha relações com Maria, após o nascimento de Jesus?

      Se puder ser biblicamente confirmado que Jesus tinha irmãos e irmãs, toda a questão sobre Maria permanecer virgem ou não ficaria eliminada. Certamente, os habitantes da cidade domiciliar de Jesus, Nazaré, devem ter sabido os fatos. O que disseram? Lemos em Marcos 6:2, 3, sobre seu espanto ante Jesus e dizerem: “Porventura não é este o carpinteiro, o filho de Maria e irmão de Tiago, de José, de Judas e de Simão? E suas irmãs não vivem aqui entre nós?” — Pontifício Instituto Bíblico.

      Estas palavras foram originalmente registradas em grego. Portanto, surge a pergunta: Como entenderam as pessoas de língua grega os termos originais traduzidos por “irmãos” e “irmãs”? A Nova Enciclopédia Católica (Vol. 9, p. 337, em inglês) admite: As palavras gregas . . . usadas para designar a relação entre Jesus e esses parentes têm o significado de plenos irmãos e irmãs consangüíneos no mundo de língua grega do tempo do evangelista, e, naturalmente, seriam entendidos neste sentido pelo seu leitor grego.”

      Em vista do que a Bíblia diz sobre o casamento, não devemos antes aceitar o significado natural dos termos “irmãos” e “irmãs”, em vez de afirmar que os irmãos e as irmãs de Jesus eram apenas parentes mais longínquos dele, talvez seus primos? Se aceitarmos o significado natural, passaremos a reconhecer que Maria levou a sua vida como serva humilde de Deus, em harmonia com o objetivo dele para com o casamento.

      O conceito bíblico sobre o assunto neutraliza quaisquer idéias deturpadas a respeito das relações sexuais no matrimônio. As relações sexuais corretas, em si mesmas, não são aviltantes. Não são as relações sexuais entre cônjuges, mas os casamentos celibatários que são contrários ao espírito da Palavra de Deus. Portanto, o ensino de que Maria permaneceu sempre virgem deturpa o propósito de Deus a respeito do casamento, dando a parecer que casamentos celibatários desnaturais são “santos”. Tornar-se Maria mãe de outros filhos de modo algum minora ser ela bendita entre as mulheres, por ter recebido o favor extraordinário de dar à luz o Filho humano de Deus.

  • Aceita de bom grado serviços humildes?
    A Sentinela — 1975 | 15 de novembro
    • Aceita de bom grado serviços humildes?

      A HUMILDADE ajuda a tornar a vida agradável — não só para os em volta de nós, mas também para nós mesmos. Ajuda a aplainar muitos dos ‘pontos escabrosos’ da vida.

      Mas, o melhor de tudo, a humildade nos granjeia o favor de Deus. O Salmo 138:6 diz a respeito Dele: “Jeová é enaltecido, e ainda assim vê ao humilde; mas ao soberbo ele só conhece de longe.”

      Atualmente, a humildade falta lamentavelmente na maioria da humanidade. As pessoas estão interessadas em prestígio, destaque e poder. Na realidade, não foi muito diferente lá no primeiro século de nossa Era Comum, especialmente nas cidades grandes, tais como a cidade de Roma. Escrevendo à congregação cristã em Roma, o apóstolo Paulo deu-lhes o seguinte conselho: “Cessai de ser modelados segundo este sistema de coisas, mas sede transformados por reformardes a vossa mente, a fim de provardes a vós mesmos a boa, e aceitável, e perfeita vontade de Deus.” — Rom. 12:2.

      Ao exortar seus irmãos a não se deixarem modelar pelas atitudes mundanas, Paulo evidentemente pensava no orgulho mundano como de aspecto maior. Porque, logo na suas palavras seguintes, encontramo-lo aconselhando seus irmãos a que cada um deles se cuidasse a ‘não pensar mais de si mesmo do que era necessário pensar’, e a ‘não atentarem para as coisas altivas, mas se deixarem conduzir pelas coisas humildes’. Ou, conforme estas palavras são vertidas pela Bíblia na Linguagem de Hoje: “Não sejam orgulhosos, mas aceitem os serviços humildes.” — Rom. 12:3, 16.

      Somos nós assim, aceitando de bom grado serviços humildes? Ou somos como tantos outros, que de bom grado fazem trabalho que lhes traz o que consideram ser o “reconhecimento” por parte dos outros, trabalho que representa um desafio para sua capacidade, mas que não gostam que se lhes peça fazer algo que consideram ser de natureza humilde?

      Na sua carta aos cristãos em Roma, Paulo prosseguiu mostrando que a congregação cristã, como um todo, é como um

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