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Andar com DeusA Sentinela — 1963 | 15 de agosto
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empatia fará com que maridos e mulheres sejam cônjuges apreciativos, compreensivos e amorosos. A empatia capacitará os filhos a compreender o conceito e a posição dos pais, bem como tornará os pais amorosos e compreensivos, não irritando os filhos, compreendendo o ponto de vista deles, sem, contudo, renunciar à autoridade. — Efé. 5:33-6:4.
33. Quem particularmente precisa manifestar empatia e por quê?
33 A empatia complementará a paz e a unidade da congregação cristã. Ela nos ajuda a descontar as faltas e as fraquezas dos outros. Fará com que o instrutor da escola do ministério teocrático seja bondoso ao aconselhar, colocando-se no lugar dos seus estudantes. Especialmente os superintendentes precisam empatia para fazerem o melhor. Para que os superintendentes sejam de verdadeira ajuda precisam transmitir informações com entendimento; esforçando-se para compreender os sentimentos dos outros. Isto requer discernimento mental sensível, paciente e vagaroso em se irar. Foi por isso que Paulo aconselhou: “Irmãos, se alguém for surpreendido nalguma falta . . . corrigi-o, com o espírito de brandura; e guarda-te para que não sejas também tentado.” — Gál. 6:1, ALA.
“SEJAS HUMILDE”
34. Que requisito para andarmos com Deus precisamos aprender desde o berço?
34 Por último o profeta de Deus disse-nos em Miquéias 6:8: “Sejas humilde ao andar com o teu Deus.” Jeová Deus está disposto a ser humilde ao ponto de permitir-nos a andar com ele; nós, sem dúvida, devemos estar dispostos a ser humildes e a andar modestamente com nosso Deus. Ser humilde ao andar com Deus significa ser submisso a ele, aos seus princípios e às suas agências. Esta é uma lição que temos de aprender desde o berço. Muitas vezes as criancinhas ou bebês choram não é por causa de incômodos ou dores, mas de raiva, orgulho ferido, frustração, rebelião ou zanga. As crianças podem ser ensinadas a se assentar quietinhas durante as reuniões, se se demonstrarem firmeza suficiente a amor quando são educadas em casa durante a semana; elas podem aprender a submissão.
35, 36. O que se pode dizer a favor da submissão?
35 O mesmo se aplica aos adultos. Quando tivermos dificuldade em nos submeter devemos perguntar a nós mesmos até que ponto devemos submeter-nos em tais circunstâncias e até que ponto somos culpados. A modéstia impedirá que sintamos importantes. A humildade nos ajuda a submetermo-nos aos que nos governam, seja ele um marido, um dirigente de estudo, um assistente ministerial ou um superintendente. Suponhamos que temos mais conhecimento do que aquele a quem temos de nos submeter: Estamos semelhantemente qualificados em outros sentidos? Além disso podemos estar enganados. Ademais, vez após vez acontece que o proceder que nos parecia o mais sábio, não dá certo, ao passo que o que não parecia tão sábio, termina excelentemente bem. Jeová pode e muitas vezes dirige os resultados para que no fim produzam o melhor. Ele age em todas as coisas para o bem dos que o amam. — Rom. 8:28.
36 Não nos esqueçamos de que é muito mais importante que haja paz, unidade, harmonia e cooperação entre nós do que que tudo seja feito da melhor maneira possível. A submissão estimula a sabedoria e a paciência. Caso estejamos convencidos de que temos uma sugestão para o melhoramento do trabalho, então não forcemo-la, mas esperemos até à ocasião propícia e então, de modo apropriado, apresentemo-la aos que podem agir a respeito. Recorda-se da Rainha Ester? Ela não se atreveu mandar no marido e no entanto obteve tudo o que queria.
37. Em que outra situação é a submissão um proceder sábio?
37 Talvez a situação das mais difíceis em que se submeter ao domínio teocrático seja quando alguém passa a gostar de outrem com amor romântico, com o eros do grego. Suponhamos que alguém jovem ou alguém não tão jovem passa a gostar de alguém que não é um cristão dedicado ou que não tenha zelo por Jeová nem pelo seu serviço e, portanto, venha a ser um empecilho antes que uma ajuda. A submissão cristã requer que rompamos tal apego em vez de cultivá-lo a despeito de quão agradável possa parecer por causa da atração sexual e a despeito de quanto sofrimento possamos padecer agora. Não é muito melhor sofrermos um pouco agora para esquecer e terminar o namoro do que sofrer pelo resto da vida ou até que o Armagedon o livre de tal fardo oneroso? Sem dúvida! — 1 Cor. 7:39.
38. De que outra maneira se pode ilustrar o andar com Deus?
38 Há realmente muita coisa envolvida em andarmos com Deus. Pode também ser comparado com uma meninazinha levada pela mão do seu robusto pai, dirigindo-se para casa no meio de uma tempestade. Se por descuido largar da mão do pai ou porque não concorda com o caminho que ele tomou, ela se perderá na tempestade e perecerá. Por isso ela se agarra sabiamente à mão do pai pela sua preciosa vida. Assim, querendo chegar em “casa”, o novo mundo justo após o Armagedon, não nos atrevemos largar a mão de nosso Pai celestial, mas agarramo-la firmemente.
39, 40. Como pode ser resumido o andar com Deus?
39 Isto significa aceitar a chefia dele, devotar-nos exclusivamente a ele, fazer do seu objetivo, a vindicação do seu nome, o nosso objetivo. Significa fazer empenhos para imitá-lo na prática da justiça, odiando o mal. Significa benevolência, empatia; significa modéstia, humildade, submissão a todos os seus arranjos visíveis.
40 Andar com Deus é realmente a coisa sábia; justa e amorosa a fazer. Contudo, não é fácil em vista da oposição de Satanás, da organização visível dele, dos seus demônios e de nossas tendências decaídas. Todavia, não é difícil demais, pois Jeová tem provido sábia e amorosamente três ajudas valiosas: a sua Palavra, sua organização visível e seu espírito santo. Tampouco nos esquecemos do precioso privilégio da oração, de falar com o nosso Deus.
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Uma tradução moderna da BíbliaA Sentinela — 1963 | 15 de agosto
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Uma Tradução Moderna da Bíblia
Certa estudante de Oaio relata a seguinte experiência: “Certo dia lemos na aula de literatura inglesa trechos da Versão Rei Jaime da Bíblia como exemplo de estilos de escrita inglesa. O professor pediu que vários de nós trouxéssemos traduções modernas da Bíblia e as comparássemos com a Versão Rei Jaime. Portanto levei a Tradução do Novo Mundo e salientei várias diferenças entre ela e muitas outras traduções. Mostrei que muitas vezes a Versão Rei Jaime usa palavras desconhecidas que torna difícil compreender as Escrituras. Citei a palavra ‘shambles’ (açougue) como exemplo (1 Cor. 10:25, AV), e também falei sobre o nome de nosso Criador. O professor parecia muito interessado e a classe prestou boa atenção. Mais tarde, no mesmo dia, um rapaz aproximou-se de mim dizendo que gostou do meu relatório. Mostrei-lhe a Tradução do Novo Mundo e ele pediu que eu lhe comprasse uma numa livraria. Assim, coloquei uma com ele. Também, mostrei-a a uma moça a quem tinha dado testemunho. Ela também quis um exemplar. Portanto, pude colocar duas Bíblias e falar sobre o nome de Jeová em resultado de um dever escolar.”
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