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  • É o casamento cristão bem sucedido na África?
    A Sentinela — 1973 | 1.° de setembro
    • ou para ter mais de uma esposa, como polígamo, de fato, estará dizendo a Deus: ‘Eu gostaria de que me fizesse uma concessão por causa da dureza do meu coração.’ Jesus defendeu a norma de Deus, de monogamia, que prevalecia no Éden, onde apenas ‘dois eram uma só carne’. Esta será a norma no seu novo sistema de coisas; portanto, é agora próprio que esta seja a prática na congregação cristã. — Mat. 19:3-8.

      O casamento cristão é bem sucedido na África. Apesar do fracasso lastimável da cristandade, de ensinar à população africana a levar uma vida cristã e a resistir à decadência moral que mina o casamento, as testemunhas cristãs de Jeová fornecem a prova de que o casamento cristão é bem sucedido. Ensinam seus companheiros africanos a viver também felizes no casamento cristão. Acatam a admoestação bíblica: “O matrimônio seja honroso entre todos e o leito conjugal imaculado, porque Deus julgará os fornicadores e os adúlteros.” — Heb. 13:4.

  • Como encara os bens materiais?
    A Sentinela — 1973 | 1.° de setembro
    • Como encara os bens materiais?

      Fatos úteis que os jovens desejam saber.

      PODE imaginar uma casa literalmente cheia de milhares de bons presentes de todas as espécies e variedades? Gostaria de viver nela e receber muitos destes presentes de seu pai, o chefe desta casa?

      Na realidade, já mora em tal lar — este planeta Terra — e Jeová Deus, o dador de toda dádiva boa e perfeita, encheu-o com uma espantosa variedade de coisas boas. (Tia. 1:17) Conforme escreveu o salmista: “Quantos são os teus trabalhos, ó Jeová! A todos eles fizeste em sabedoria. A terra está cheia das tuas produções.” — Sal. 104:24.

      Qualquer pai que realmente amar seus filhos terá prazer em dar-lhes coisas e em ver sua felicidade por causa do presente. E isto se dá também com Deus, nosso Pai celestial. (Veja Mateus 7:9-11.) Seu propósito é que os humanos usufruam plenamente todas as boas coisas que a terra tem — alimentos, materiais para roupa, jóias, madeira e metais, com os quais se pode fazer uma variedade imensa de objetos, e animais para o interesse e o uso do homem, para fazer trabalho.

      Mas, estranho como pareça, obtermos o pleno usufruto destas provisões materiais — de fato, obtermos o pleno usufruto da própria vida — depende em grande parte de não fazermos delas a questão principal de nossa vida. Como pode ser isso? É porque há outras coisas muito mais valiosas do que os bens materiais.

      É provável que se lembre de que, quando era ainda pequenino, ficava muito perturbado e talvez até mesmo tivesse ‘um acesso de fúria’, quando outra criança queria brincar com um brinquedo seu. Olhando para trás, tal atitude provavelmente lhe pareça agora tola. Seu senso de valores melhorou. Mas é fácil recair naquele modo infantil, se não estivermos atentos. Precisamos lembrar-nos sempre do que realmente importa na vida.

      Sem dúvida, conhece alguns jovens que dão muita importância aos bens materiais. Para alguns, por exemplo, ter um rádio transistor ou um gravador, ou um conjunto estereofônico, certas peças especiais de roupa, uma máquina fotográfica, uma motocicleta, ou, nos países mais abastados, até mesmo seu próprio carro, é o que parece ser de mais valor para eles. Alguns têm muito mais interesse nestas coisas do que na sua educação, na sua família ou em outra coisa. Podem também ter a tendência de avaliar outros, inclusive a você, leitor, pelo que tem em matéria de tais bens materiais. Faz sentido isso?

      Pare e pense um pouco. Será que ter ou não ter tais bens materiais realmente faz alguma diferença quanto ao tipo de pessoa que é? É uma pessoa melhor por possuí-los, ou é pessoa pior por não tê-los? Na realidade, os bens mais valiosos, aqueles que mesmo determinam seu valor como pessoa, bem como os que lhe podem dar a maior satisfação e felicidade, são duma espécie diferente. Pode imaginar quais são alguns destes bens mais valiosos?

      BENS QUE DÃO FELICIDADE MAIOR E MAIS DURADOURA

      Que dizer do conhecimento? Compare o valor, digamos, de conhecer outra língua com a posse dum conjunto estereofônico ou dum rádio transistor. É verdade que com tais objetos poderá ter o prazer de ouvir outros falar e cantar — no seu próprio idioma. Mas, com o conhecimento de mais outro idioma, poderá estar em condições de falar com tantas quantas mais de cem milhões de outras pessoas na terra, do que pode fazer apenas com o idioma que agora conhece. Se tiver alguma vez a oportunidade de viajar a outros países, tal conhecimento poderá aumentar enormemente seu prazer na viagem — muito mais do que ter um rádio transistor.

      O mesmo se dá com a obtenção de conhecimento de como fazer as coisas. Aprender a ser boa cozinheira ou costureira hábil, ou ser carpinteiro apto ou saber fazer bem consertos mecânicos — tais coisas lhe poderão ser de muito maior valor futuro em fazer algo que vale, na sua vida, para si mesmo ou para outros, do que ter certos bens materiais.

      O conhecimento mais valioso, naturalmente, é o da Palavra de Deus. Com ele poderá dar consolo e esperança aos angustiados e desesperados, sim, dum modo como a música estereofônica nunca poderá fazer. De fato, poderá até mesmo salvar vidas com o conhecimento da verdade de Deus. Pode pensar em bens materiais que conseguiriam fazer isso? Não é de se admirar que o sábio exorte os jovens a fazer a compra que ele recomenda, dizendo: “Compra a própria verdade e não a vendas — sabedoria, e disciplina, e compreensão. O pai de um justo sem falta jubilará; quem se torna pai de um sábio também se alegrará dele. Teu pai e tua mãe se alegrarão, e aquela que te deu à luz jubilará.” — Pro. 23:23-25.

      Pense também em quanto mais valioso é um bom nome ou uma boa reputação do que ter bens materiais. (Pro. 22:1) Se for conhecido como altruísta, honesto, diligente, fidedigno e respeitoso, isto poderá torná-lo mais bem-vindo do que qualquer tipo especial de roupa. Tal reputação poderá fazer com que seja procurado como amigo valioso ou como colega de trabalho ou empregado. Pode trazer-lhe convites de pessoas para visitá-las ou para fazer coisas com elas, para compartilhar com elas das boas coisas que têm. Não solucionaria isto qualquer problema de solidão muito melhor do que um aparelho de televisão?

      De fato, muito de nossa felicidade na vida depende de termos a garantia de sermos apreciados, de que outros se importam conosco e de que contribuímos algo para a sua vida, que eles perderiam se nós não vivêssemos. Ser rico em boas qualidades fará com que seja apreciado muito mais pelas melhores pessoas, do que se daria se fosse rico em bens materiais. Conforme o expressa o livro de declarações sábias: “Quem ama a pureza de coração — pelo encanto de seus lábios o rei será seu companheiro.” “Alguém de poucos meios que está andando na sua integridade é melhor do que o pervertido nos seus lábios e o estúpido. A coisa desejável no homem terreno é a sua benevolência, e alguém de poucos meios é melhor do que um homem mentiroso.” — Pro. 22:11; 19:1, 22.

      O jovem Timóteo teve o privilégio de ser escolhido para acompanhar o apóstolo Paulo nas suas viagens missionárias. Isto não se deveu aos bens materiais de Timóteo, mas às suas boas qualidades, mencionadas pelos cristãos de duas cidades da Ásia Menor. (Atos 16:1-4) A experiência que Timóteo obteve em resultado disso era inestimável e o habilitou mais tarde a aceitar designações especiais, como homem em quem o apóstolo podia ter plena confiança. Que Timóteo não fez dos bens materiais a questão principal da sua vida é visto na declaração de Paulo quando enviou Timóteo à congregação de Filipos, na Macedônia: “Não tenho a nenhum outro de disposição igual à dele, que cuidará genuinamente das coisas referentes a vós. Pois todos os outros estão buscando os seus próprios interesses, não os de Cristo Jesus. Vós, porém, conheceis a prova que ele [Timóteo] deu de si mesmo.” — Fil. 2:19-23.

      Não valem amigos genuínos muito mais do que bens materiais? É verdade que, quando alguém tem certos bens materiais, estes parecem dar muito “prestígio” em grupos de jovens, e outros talvez se acheguem para usufruí-los, assim como moscas se ajuntam em volta de comida. Mas quando a comida acaba, as moscas vão embora. E o mesmo se dá com muitos pretensos “amigos”. Isto foi o que o filho pródigo descobriu quando seu dinheiro acabou. (Luc. 15:11-16) Talvez possua um conjunto estereofônico ou até mesmo um automóvel, e isso talvez lhe atraia outros jovens. Mas o que aconteceria se perdesse este bem tão atraente, ou se outro obtivesse um melhor, um conjunto mais moderno ou um automóvel mais luxuoso? Quantos destes “amigos” ainda teria?

      Mas os verdadeiros amigos o apreciarão pelo que é e não pelo que tem. “O verdadeiro companheiro está amando todo o tempo e é um irmão nascido para quando há aflição.” (Pro. 17:17; 18:24) Mais do que isso, o próprio Jeová será seu amigo se fizer do seu serviço a grande questão na sua vida, e “quando Jeová tem prazer nos caminhos de um homem, faz que até os seus próprios inimigos estejam em paz com ele”. — Pro. 16:7.

      Dê-se também conta de que coisas tais como o conhecimento, uma boa personalidade e amigos genuínos não podem ser roubados, nem se gastam e perdem seu valor com o tempo e o uso. Mas os bens materiais podem ser roubados ou destruídos. Por isso, o Filho de Deus aconselhou sabiamente: “Armazenai para vós tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde ladrões não arrombam nem furtam. Pois, onde estiver o teu tesouro, ali estará também o teu coração.” (Mat. 6:20, 21) Se tiver e retiver um bom nome perante Deus, sua felicidade futura estará assegurada e certa, e, com o tempo, na Sua nova ordem, poderá usufruir plenamente todos os tesouros das coisas boas desta terra.

      EXEMPLOS ANIMADORES

      Na Bíblia, há exemplos esplêndidos dos que não puseram os bens materiais em primeiro lugar na sua vida. Moisés foi um destes. Nascido hebreu, mas, devido a circunstâncias incomuns, criado na casa de Faraó, pela filha de Faraó, ele desenvolveu o senso certo de valores, como jovem. Quando cresceu, ele “negou-se a ser chamado filho da filha de Faraó, escolhendo antes ser maltratado com o povo de Deus do que ter o usufruto temporário do pecado, porque estimava o vitupério do Cristo como riqueza maior do que os tesouros do Egito, pois olhava atentamente para o pagamento da recompensa”. (Heb. 11:23-26) É verdade que ele renunciou a muita coisa em sentido material. Mas obteve enormes privilégios em conduzir a nação de Israel para fora do Egito e para a Terra da Promessa transmitindo-lhe a lei de Deus e escrevendo vários livros da Bíblia. E bênçãos ainda maiores o aguardam na ressurreição, na vindoura nova ordem de Deus. Quem não ouviu falar de Moisés? Todos podem tirar proveito de seus escritos inspirados, na Bíblia. Mas, quem conhece hoje o Faraó rico daquele tempo, ou sua filha? E o que fizeram estes, que tenha sido realmente de proveito e tenha resultados duradouros?

      O melhor exemplo, naturalmente, é o do Filho de Deus. Conforme diz 2 Coríntios 8:9: “Pois conheceis a benignidade imerecida de nosso Senhor Jesus Cristo, que ele, embora fosse rico, tornou-se pobre por vossa causa, para que vos tornásseis ricos por intermédio de sua pobreza.” O apóstolo Paulo e outros discípulos seguiram o bom exemplo de Jesus. Paulo podia falar de si mesmo e de seus companheiros como sendo “pobres, mas enriquecendo a muitos, como não tendo nada, mas ainda assim possuindo todas as coisas”. (2 Cor. 6:10; veja Filipenses 3:7, 8.) Só precisa ler o relato dos Atos dos Apóstolos para se dar conta de que vida cheia e interessante eles levaram. Conforme disse Jesus, deveras “há mais felicidade em dar do que há em receber”. (Atos 20:35) Verificará que é assim, se provar isto por si mesmo.

      MOSTRE FORÇA E SABEDORIA

      Portanto, por que deixar que os atuais sistemas comerciais, com a sua propaganda intensiva, o pressionem a desenvolver sua vida em torno de bens materiais? Por que enriquecê-los e no fim empobrecer a si mesmo quanto às coisas de real valor na vida? Por que não mostrar força real para resistir ao atrativo do materialismo e mostrar determinação em aproveitar a vida ao máximo por buscar coisas de valor muito maior do que os bens materiais?

      Isto é especialmente vital agora. As profecias bíblicas mostram que o atual sistema, com todo o seu comercialismo, aproxima-se do seu fim. Obtermos demais coisas materiais seria um laço para nós, desviando nossa atenção da urgência de nossos tempos. Poderíamos encontrar-nos atolados neste sistema e ser arrasados junto com ele quando Deus o eliminar e introduzir a sua nova ordem. Conforme Jesus advertiu: “Mantende os olhos abertos e guardai-vos de toda sorte de cobiça, porque mesmo quando alguém tem abundância, sua vida não vem das coisas que possui.” — Luc. 12:15; veja a ilustração que deu nos versículos 16-21.

      Não é que devamos ficar sem quaisquer bens. Mas não queremos que estes governam nossa vida. E devemos poder distinguir entre os bens que realmente contribuem para a felicidade genuína e os que na realidade nos impedem alcançar este objetivo.

      Então, com quaisquer bens que tenha, tome por objetivo usá-los para o bem dos outros e especialmente para honrar a Jeová com todas as suas coisas valiosas’. (Pro. 3:9) Pois, “coisas valiosas de nada aproveitarão no dia da fúria, mas a justiça é que livrará da morte”. — Pro. 11:4.

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1973 | 1.° de setembro
    • Perguntas dos Leitores

      ● É correto que o cristão mande esterilizar ou “adormecer” um animal de estimação?

      As Escrituras Sagradas não contêm nenhuma declaração específica que não permita que o cristão esterilize um animal ou lhe tire a vida.

      Segundo a lei mosaica, o animal castrado não servia para sacrifício. Ela declara: “Não deveis ofertar a Jeová um animal que tenha os testículos machucados, ou esmagados, ou arrancados, ou cortados, e não deveis ofertá-los na vossa terra.” (Lev. 22:24) Esta lei não proibia especificamente a castração, mas evidentemente fez com que os israelitas se refreassem de tal prática.

      Os cristãos, porém, não oferecem sacrifícios de animais, não estão sob a lei mosaica. (Rom. 6:14) Portanto, a ordem em Levítico 22:24 não lhes proíbe esterilizar um animal de estimação. Há outros fatores que governam a decisão do cristão com respeito ao que pode fazer aos seus animais ou para eles.

      A Bíblia mostra que Jeová Deus deu ao homem domínio sobre a criação animal. (Gên. 1:28) Portanto, este pode usar animais para alimento e para fazer roupa. Pode também matar os animais que são decididamente prejudiciais para o seu bem-estar. (Gên. 3:21; 9:3; Êxo. 21:28, 29; 1 Sam. 17:34, 35) Os interesses legítimos e o bem-estar do homem sempre têm precedência.

      Portanto, o cristão tem o direito de decidir o que acha melhor com respeito aos seus animais, inclusive os de estimação. Pode decidir se está nos melhores interesses dele ou de sua família mandar esterilizar ou “adormecer” um animal de estimação. Naturalmente, deve reconhecer que o cristão não maltrata cruelmente os animais. Provérbios 12:10 diz: “O justo importa-se com a alma do seu animal doméstico, mas as misericórdias dos iníquos são cruéis.” Quem é brutal com seus animais, fazendo-os sofrer desnecessariamente, mostra falta de consideração com a criação de Deus; o que ele considera ser ‘tratamento misericordioso’ é na realidade ‘crueldade’. O cristão, por outro lado, reconhece as necessidades de seus animais e é sensível ao bem-estar deles. No caso dum animal que padece de séria doença ou dum sério ferimento, ou do qual não se possa cuidar devidamente sem impor um fardo indesejável, ele talvez ache sábio e misericordioso matá-lo. O cristão é responsável pela sua própria decisão neste sentido.

      ● O que quer dizer 2 Coríntios 6:7 quando se refere às “armas da justiça à direita e à esquerda”?

      Segunda Coríntios 6:7 faz parte duma consideração de como o apóstolo Paulo e seus companheiros de trabalho se recomendavam como ministros de Deus. Um dos modos que faziam isso era “por intermédio das armas da justiça à direita e à esquerda”. Isto talvez se refira a que, nos tempos antigos, usava-se a direita para brandir a espada e a esquerda para segurar o escudo. De qualquer modo, quando atacados de todos os lados, Paulo e seus companheiros estavam plenamente armados para a guerra espiritual.

      Esta guerra espiritual é descrita em 2 Coríntios 10:3-5. “Embora andemos na carne, não travamos combate segundo o que somos na carne. Porque as armas de nosso combate não são carnais, mas poderosas em Deus para demolir as coisas fortemente entrincheiradas. Pois estamos demolindo raciocínios e toda coisa altiva levantada contra o conhecimento de Deus.” A fim de que a congregação cristã em Corinto não fosse desviada da devoção fiel a Cristo, Paulo travou esta guerra espiritual contra os falsos instrutores e “superfinos apóstolos”. — 2 Cor. 10:8-10; 11:12-14; 12:11.

      Quanto à carne, Paulo e seus companheiros de trabalho eram homens imperfeitos, com inclinações pecadoras. Mas não recorriam às armas da carne decaída — a astúcia, a fraude ou os ardis. (2 Cor. 11:3, 13; 12:16) Não se estribavam na capacidade, na sabedoria e no poder do homem. Por evitarem a extravagância de linguagem ou a exibição de sabedoria humana e seu poder de persuasão, podiam ajudar outros a edificar-se na fé por meio do espírito e do poder de Deus. (1 Cor. 2:2-5) A arma principal para derrubar raciocínios errados era a “espada” ou ‘mensagem’ de Deus. — Heb. 4:12; Tito 1:9.

      O profundo amor e a preocupação com outros induziu-os a travar uma guerra espiritual. Suas motivações de modo algum eram carnais. Não procuravam honra, riqueza ou influência. Conforme Paulo disse aos coríntios: “Se temos

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