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Qual é sua segurança?A Sentinela — 1977 | 1.° de dezembro
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(Heb. 10:24, 25) O cristão equilibrado reconhece que “o homem tem de viver, não somente de pão, mas de cada pronunciação procedente da boca de Jeová”. (Mat. 4:4) Portanto, embora conscienciosamente faça o possível para achar emprego, a fim de suprir suas necessidades, não deixará isso interferir em ele se reunir com outros cristãos para estudar a Palavra de Deus. Nem permite que tal preocupação afete seu serviço a favor dos outros na localidade, os quais ainda não conhecem a Jeová, nem seus propósitos. Mantém em primeiro lugar as coisas mais importantes, relacionadas com Deus e sua vontade. — Fil. 1:10.
17. Que conhecimento consolador tem o cristão, embora ele mesmo tenha problemas econômicos? (Heb. 13:5, 6)
17 O servo de Deus que tem problemas por causa das dificuldades econômicas tem uma grande vantagem sobre aqueles que não servem a Jeová. Ele é consolado pelo fato de que o Deus a quem serve conhece melhor a sua situação do que ele mesmo, e, como Pai amoroso, pode-se confiar em que ele ajude em tempos de necessidade. Proveria Deus as reuniões para o fortalecimento espiritual, e as oportunidades para pregar as boas novas da iminente nova ordem, ao mesmo tempo deixando de apoiar os seus servos que colocam os interesses de Deus em primeiro lugar na sua vida? Também, visto que o próprio Deus diz que ‘aquele que não faz provisões para os seus próprios é pior do que um incrédulo’, não se apegaria ele mesmo a este princípio? (1 Tim. 5:8) “Há injustiça da parte de Deus? Que isso nunca se torne tal!” diz o apóstolo Paulo. — Rom. 9:14.
18, 19. (a) Em vez de ficarmos pesarosos com a possibilidade duma perda material, por que devemos alegrar-nos em vista do iminente fim deste sistema iníquo? (b) Portanto, que proceder adotaremos neste tempo do fim?
18 Sim, Jeová criou os homens com o desejo natural de ter boas coisas. Mas, neste apogeu das eras, todas as considerações materiais precisam ser mantidas no seu devido lugar. Nunca devemos permitir que nos dominem. Portanto, quando pensamos na “grande tribulação”, que se aproxima rapidamente, não seremos como a esposa de Ló. Não ficaremos pesarosos diante da idéia de perdermos os nossos bens, porque tal pensamento negativo pode desequilibrar-nos a ponto de pormos em perigo a nossa própria vida.
19 Em vez disso, alegrar-nos-emos com o iminente fim deste sistema iníquo. Sabemos que isto significará a vindicação do nome de Jeová, bem como a salvação das pessoas que levam este nome e que o defendem na sua vida diária. Por causa de sua lealdade a Jeová, elas serão introduzidas numa nova ordem, onde terão a tarefa agradável de transformar esta terra num paraíso, livre da influência de Satanás e do seu sistema iníquo de coisas, e livre da escravização ao pecado e à morte. (1 Cor. 15:25, 26) Com tal grandioso futuro logo à frente, todos os que querem continuar vivos desejarão ‘basear a sua esperança não nas riquezas incertas, mas em Deus, que nos fornece ricamente todas as coisas para o nosso usufruto; para praticarem o bem, para serem ricos em obras excelentes, para serem liberais, prontos para partilhar, entesourando para si seguramente um alicerce excelente para o futuro, a fim de que se apeguem firmemente à verdadeira vida’. — 1 Tim. 6:17-19.
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A “sinagoga dos libertos”A Sentinela — 1977 | 1.° de dezembro
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A “sinagoga dos libertos”
■ Entre aqueles que discutiam com Estêvão havia homens da “chamada Sinagoga dos Libertos”. (Atos 6:9) Quem seriam estes homens? O liberto era o escravo forro. Portanto, os associados com a “Sinagoga dos Libertos” talvez fossem escravos libertos, que se haviam tornado prosélitos judaicos, ou então judeus levados cativos pelos romanos, mas posteriormente libertos.
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