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  • Alasca — brada o gigante em transformação
    Despertai! — 1976 | 22 de julho
    • beleza lhes provia. Atualmente, o homem branco e seus modos predominam, e os nativos constituem minoria. A maior parte da população nativa está encurralada em povoados e se vê obrigada a depender de alimentos, combustíveis e abrigos novos e diferentes. Apesar da recomendação de progredir à “modernização”, há bem poucos ou não há quaisquer empregos nos pequenos povoados. Amiúde o provedor da família tem de deixar sua família e ir para uma cidade maior. Daí, tem de encontrar um emprego a fim de ganhar dinheiro para comprar os bens que o homem branco lhe ensinou que ele precisa, de forma a levar uma vida mais “civilizada”. Naturalmente, há muitos, em especial os jovens instruídos, que aceitaram a nova cultura e parecem estar satisfeitos com a mudança para um modo tecnológico de vida. Tornaram-se excelentes mecânicos, carpinteiros, técnicos de rádio, comerciantes, artistas, escritores, legisladores e professores. Mas, aqueles que se apegam aos padrões antigos de vida permanecem em cerca de duzentos povoados, a maioria dos quais só podem ser alcançados de avião.

      Recentemente, foi aprovada pelo Congresso a Lei de Decisão das Pretensões Nativas do Alasca, fornecendo 16 milhões de hectares de terras a serem distribuídas aos nativos do Alasca, Isso significa que qualquer cidadão dos Estados Unidos, que tenha um quarto ou mais de sangue índio, esquimó ou aleúte alasquiano pode beneficiar-se disso. Adicionalmente, o oleoduto trará Cr$ 4.500 milhões em rendas do petróleo para os nativos alasquianos. Faz-me sentir um tanto bem saber que posso ser de tal ajuda. No entanto, não acho que tais mudanças em si mesmas realmente forneçam às pessoas o que mais necessitam. Deixe-me explicar o que quero dizer.

      Apegando-se aos Verdadeiros Valores

      A esperança de ficar rito depressa amiúde move a pessoa a perder de vista os valores básicos que trazem a verdadeira felicidade. Estou pensando na corrida do ouro, há noventa anos atrás. Naquele tempo, todo o mundo ficou excitado quanto a ficar rico de repente. Muitos sacrificaram a vida doméstica, o cuidado pessoal dos filhos e as alegrias normais da vida familiar. Alguns pagaram caro demais ao perderem a saúde e encurtarem sua vida. Atualmente, ainda é possível sofrer a mesma febre de “ficar rico depressa”.

      Exemplificando: um homem talvez seja tentado a deixar a casa em troca dum emprego de alta renda que faça que fique por muitos meses longe da família. Mas, antes de fazer isso, deveria considerar o custo — o sacrifício da valiosa comunicação e atenção que sua esposa e seus filhos precisam. Pode dar-se ao luxo de negar à família a chefia que pode fornecer a orientação necessária nos modos, na moral, na linguagem, bem como o conselho sobre outros assuntos? Na verdade, a mãe exerce indispensável influência em cuidar dos filhos. Mas, ela não pode suprir a disciplina e a atenção dum pai.

      Os filhos podem modificar-se para pior se o pai não estiver por perto para impedir isso. Já vi mais de um pai deixar a família para buscar a segurança material, vindo a família a desintegrar-se devido à falta de atenção. Em tais casos, o lucro financeiro não valeu o sacrifício de uma família feliz e unida. A “vida boa” nem sempre é a “vida de boa qualidade”.

      Assim, pode ver o que quero dizer quando afirmo que a riqueza súbita pode produzir mudanças negativas na vida e na personalidade das pessoas. Se as mudanças forem ruins, então se perdem os valores mais importantes. É por isso que tanto me preocupo que todos os envolvidos, nessa atual prosperidade econômica ajam com cautela, de modo que não destruam os valores mais duradouros da vida.

      Enquanto falamos nisso, gostaria de informá-lo de outro tesouro de grande valor que agora torna riquíssimos a muitos nesta terra. É um recurso chamado espiritualidade.

      Surto Espiritual no Alasca

      Se ficar rico exerce influência na vida das pessoas, isso certamente se aplica às riquezas espirituais que obtêm do conhecimento da Palavra de Deus, a Bíblia. Neste respeito, observo que as Testemunhas de Jeová estão mui ativas, incentivando as pessoas a entesourar os tesouros espirituais no céu, onde, como Jesus garantiu, “nem a traça nem a ferrugem consomem”. (Mat. 6:20) Amiúde observo estas Testemunhas em sua pregação e ensino, visitando os lares das pessoas através desta amplidão de território. Rememorando, ainda posso ver esse grupo zeloso de 587 pessoas que testemunhavam em janeiro de 1968. Mas, as coisas certamente mudaram em sua atividade. Sete anos depois, mais do que dobraram de número, alcançando um auge de 1.310 em maio de 1975.

      Não se esqueceram tampouco dos povoados indígenas. Durante certo esforço, cinco aviões foram usados para visitar 45 povoados. Em questão de um ano, pelo menos 180 povoados isolados tiveram oportunidade de ouvir sobre a promessa de Deus de tornar a terra inteira um lindo parque. As Testemunhas de Jeová gozam dum surto de sólido crescimento espiritual, não só em números, mas em sua efetividade em ajudar pessoas a ajustar seu modo de vida aos padrões bíblicos. Em tudo isso posso ver que ajudar pessoas a tirar proveito do modo de vida cristão só aumentará meu valor como um todo.

      Deveras, grandes mudanças são feitas no Alasca, “país grande”. Algumas são prejudiciais, outras são benéficas. Sinto-me deveras feliz quando as mudanças beneficiam as pessoas de forma genuína. Também me sinto bem porque não mais ouço ninguém me chamando de nomes feios — exceto, talvez, “Alasca — você certamente é um gigante em transformação!” Isso de forma alguma me aborrece.

  • Estresse influi no coração
    Despertai! — 1976 | 22 de julho
    • Estresse influi no coração

      ◆ Cada ano, em média, 378 de cada 100.000 homens nos Estados Unidos morrem de ataques cardíacos. Essa é uma das maiores taxas de doenças cardíacas do mundo. Em contraste, os homens que moram no Japão possuem menos de um quarto dessa taxa de mortes. Há muito se pensava que a maior dose de gorduras contidas na dieta dos estadunidenses fosse grandemente responsável. Mas, cresce a evidência de que o estresse pode ser importante fator. Um estudo, de dez anos, de milhares de japoneses que moram nos Estados Unidos revelou que, até mesmo onde havia alta ingestão de gorduras, os que continuavam a viver segundo seu tradicional estilo de vida japonês, que sublinha a aceitação do lugar da pessoa tanto na família como na sociedade, não sentiram nenhum aumento observável de ataques cardíacos. No entanto, os japoneses que moravam nos Estados Unidos e que adotaram as caraterísticas mais agressivas e competitivas dos estadunidenses sofreram mais de cinco vezes mais ataques cardíacos.

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