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Enchentes devastam o noroeste da ArgentinaDespertai! — 1974 | 8 de setembro
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num lindo lençol verde sobre o usualmente ressecado e poeirento interior. A medida que os homens tentam recuperar o equilíbrio perdido por esse poderoso golpe, os rebanhos de cabritos desta área gozam uma fiesta.
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Como a publicidade pode manipular a sua menteDespertai! — 1974 | 8 de setembro
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Como a publicidade pode manipular a sua mente
SABIA que, na ocasião em que o estadunidense mediano atinge a idade de 17 anos, já viu cerca de 350.000 comerciais de televisão? Trata-se da média de mais de cinqüenta para cada dia de sua vida! E a publicidade o bombardeia também de outras fontes. Um número regular de uma revista noticiosa bem-conhecida continha, recentemente, vinte e uma páginas de notícias e noventa e sete de anúncios, mais de quatro de anúncios para cada página de notícias!
Muitas pessoas deploram grande parte da publicidade moderna. Também a ligam com a atual dívida dos consumidores dos EUA, de Cr$ 1.190 bilhões, a média de mais de Cr$ 5.600,00 para todo homem, mulher e criança daquele país! Todavia, outros afirmam que a publicidade realiza valioso serviço por nos tornar cônscios de produtos e serviços úteis.
Há um pouco de verdade em ambos os conceitos. A publicidade pode ser útil. No entanto, há laços, o principal dos quais são as tentativas de manipular sua mente. Muitos, porém, indagam: “Por que isto é assim? Por que não apresentar apenas os fatos sobre os produtos e deixar que as pessoas decidam por si mesmas?” Há vários motivos.
Por Que a Manipulação?
Uma razão é que os fatos não vendem muito. O publicitário Paul Stevens afirma: “Pega-se um esforço sincero e honesto, e coloca-se o mesmo contra um comercial emocional e incrementado que tenta encobrir a verdade real, e em geral o emocional e incrementado é que cativará a atenção.” Recente estudo que usava produtos fictícios ilustra o ponto:
“Quando os Pêssegos ‘Lite Bite’, colocados numa balança, pesaram menos que os duma marca rival, deu-se ao painel de consumidores a impressão deliberadamente enganosa, mas muitíssimo persuasiva, de que ‘Lite Bite’ continha menos calorias. . . . Em quatro dos seis testes, o comercial enganoso se situou bem acima da promoção honesta em mover a assistência a querer comprá-los.” — Time, 14 de maio de 1973.
O êxito comprovado da publicidade voltada para está mentalidade prova que os publicitários avaliam corretamente o público em geral.
Outra razão para a manipulação é quê as firmas ávaras de lucros amiúde entregam à publicidade a tarefa de vender coisas de que as pessoas não necessitam. Assim, tem de criar o desejo de possuí-las que seja suficientemente forte para contornar nosso lado prático. Erich Fromm, o psicólogo, observou que a publicidade tende a ‘criar o homem que deseja cada vez mais, ao invés de tentar melhorar cada vez mais sua pessoa’. Isto se dá, em especial, quanto aos itens luxuosos desnecessários, tais como o fumo, bebidas alcoólicas, refrigerantes, cosméticos,
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