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    Despertai! — 1978 | 22 de abril
    • cavalos (e) camelos”. Outras inscrições cuneiformes se referem aos sabais, aos nabaltis; aos qidris, e aos idibailis; aos massais, e aos temais. (Compare com Gên. 25:3, 13-15.) Nabonido, o rei babilônico cujo filho, Belsazar regia em Babilônia no tempo de sua queda (539 A. E. C.), gastou dez anos na cidadeoásis de Taima (Tema) no norte do planalto central da Arábia. — Veja TEMA.

      Durante o quinto século A. E. C., a Palestina esteve sujeita a considerável influência da Arábia, conforme visto pelas referências a “Gesém, o árabe” em Neemias 2:19 e; 6:1-7.

      O Reino Himiarite, que obteve controle da Arábia do Sul por volta de 115 A. E. C., tinha sua capital em Zafar (que alguns sugerem ser a Setar de Gênesis 10:30; no entanto, veja SEFAR.) Ao N, os nabateus (possíveis descendentes do Nebaiote de Gênesis 25:13), com sua capital em Petra, nas gargantas rochosas de Edom, tornaram-se poderosos do quarto século A. E. C. em diante. Com o tempo, estenderam seu controle por todo o S do Negebe, até por Moabe e a região da Transjordania. Por alguns anos do primeiro século A. E. C., e, de novo, no primeiro século E. C., regeram sobre Damasco. Seu rei, Aretas IV (c. 9 A. E. C. - 40 E. C.) é mencionado em 2 Coríntios 11:32 com relação à fuga de Paulo de Damasco, descrita em Atos 9:23-25. Herodes Ântipas casou-se com a filha de Aretas IV, mas divorciou-se dela a fim de casar-se com Herodias. — Mar. 6:17; veja ARETAS.

      Paulo, depois de sua conversão, afirma que ‘partiu para a Arábia e voltou novamente a Damasco’. (Gál. 1:17) Tal viagem talvez fosse feita na vizinhança do Deserto da Síria, embora o termo também permite que seja em qualquer parte da península arábica.

      No primeiro século A. E. C., Palmira, ao NE de Damasco, começou a desenvolver-se como centro árabe e, com o tempo, ultrapassou Petra como centro comercial. Em 270 E. C., sob a Rainha Zenóbia, o exército palmireno ocupou o Egito e se tornou sério rival de Roma, até ser derrotado em 272 E. C.

      LÍNGUA E RELIGIÃO

      A língua dos povos da Arábia é membro do grupo semítico sul e tem permanecido mais estável do que as outras línguas semíticas. Portanto, tem-se provado útil em aprimorar o entendimento de muitas expressões e palavras do hebraico antigo da Bíblia. Foram também descobertos muitos milhares de inscrições da escrita do sul da Arábia, provendo informações especialmente quanto à atividade política e religiosa desse povo.

      A religião da Arábia parece ter-se centralizado na adoração astral, como a da antiga Babilônia. (Isa. 47:13) Situando-se em primeiro lugar entre seus deuses havia os da trindade arábica: ‘Ilumquh (à lua, cuja luz à noite permitia a pastagem confortável dos rebanhos), Dat-Himyam (a deusa-sol) e consorte de ‘Ilumquh); e ‘Attar (o planeta Vênus, correspondendo a Istar, considerada a prole do ‘Ilumquh e Dat-Himyam). Abaixo destes havia um panteão de deidades menores.

      Tanto o judaísmo como o cristianismo penetraram na Arábia, este último, sem dúvida, como resultado dos conversos árabes em Pentecostes. (Atos 2:11) O último rei do Reino Himiarita do sul da Arábia, descrito previamente, professava o judaísmo, e, em 523 E. C., ordenou um massacre dos cristãos em seu território. Degois disso, campanhas abissínias, de 523 e 525 E. C., trouxeram um fim ao reino dele. No sétimo século, Maomé produziu a religião do Islã, que, com o tempo, espalhou-se por toda a Arábia e, por meio de guerras agressoras, estabeleceu um império árabe que se estendia da Espanha por toda a África do Norte e o Egito, até o Pundab na Índia.

      Em vista do conhecimento limitadíssimo sobre a Arábia (e especialmente sobre a Arábia do Sul) que prevalecia até os tempos recentes, não se pode deixar de ficar impressionado com o conhecimento exato de sua geografia e de suas tribos, conforme declarado no registro bíblico.

      ARETAS [virtuoso, excelência]. O último dentre vários rei árabos deste nome controlava Damasco quando seu governador se juntou a uma trama dos judeus para acabar com Paulo. Paulo escapou num cesto de vime, baixado duma janela do muro da cidade. — Atos 9:23-25; 2 Cor. 11:32, 33.

      Aretas dera sua filha em casamento a Herodes Ântipas (veja HERODES), que se divorciou dela para se casar com Herodias — o caso adúltero que João Batista condenou. (Mat. 14:3, 4) Agravado ainda mais por disputas fronteiriças, Aretas atacou e derrotou totalmente Ântipas. O Imperador Tiberio ordenou então que o governador da Síria, Vitélio, levasse Aretas, vivo ou morto. Vitélio, que não era amigo de Ântipas, mobilizou suas forças, mas, em 37 E. C., Tibério morreu e a campanha contra Aretas foi cancelada. O sucessor de Tibério, Calígula, inverteu esta política externa, instalou Agripa em lugar de Ântipas, e permitiu que Aretas regesse Damasco. Uma moeda de Damasco, trazendo uma inscrição de Aretas, data deste período.

  • Um juramento significativo?
    Despertai! — 1978 | 22 de abril
    • Um juramento significativo?

      Na antiga Grécia, Hipócrates, às vezes chamado de ‘pai da medicina’, exigia que seus estudantes prestassem um juramento. Por mais de dois mil anos, os formandos em medicina de muitos países o têm repetido. Mas quão significativo pode tal juramento ser hoje em dia quando consideramos que uma das promessas feitas é: “Não darei a mulher alguma pessário abortivo”?

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