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Lave as suas mãos, doutor!Despertai! — 1983 | 22 de setembro
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Lave as suas mãos, doutor!
◆ Os pacientes de hospital devem começar a pedir que seus médicos e enfermeiros lavem as mãos antes de tocarem em seus pacientes. Pelo menos essa é a recomendação da especialista em controle de infecção, Maryanne McGuckin, e do diretor de unidade de tratamento intensivo, dr. Richard Albert. Num estudo feito em dois hospitais, Albert descobriu que “médicos manuseiam coletores de urina, trocam ataduras de picadas intravenosas e ajustam equipamento respiratório sem lavar as mãos antes de cada procedimento”, segundo a revista American Health. Todo ano, ocorrem 2 milhões de casos de infecção nos hospitais dos EUA.
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Mortes no trânsitoDespertai! — 1983 | 22 de setembro
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Mortes no trânsito
◆ Segundo pesquisa do Laboratório de Pesquisa de Transporte e Rodovias, da Grã-Bretanha, os acidentes nas rodovias tiram cada ano mais de 250.000 vidas nas nações do terceiro mundo. A pesquisa descobriu, por exemplo, que na Nigéria, que encabeça a lista de mortes nas rodovias, o índice de fatalidade é 234 pessoas por 10.000 veículos por ano, comparado com 3 na Grã-Bretanha. Em Bancoque, 50 por cento dos motoristas atravessam o sinal vermelho nos cruzamentos e apenas um por cento dos motoristas em Surabaja, Indonésia, param nas travessias de pedestres. Más estradas, veículos em mau estado e superlotados, e pedestres descuidados são também citados como causas principais.
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Empregados roubam tempoDespertai! — 1983 | 22 de setembro
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Empregados roubam tempo
◆ Em média, cada funcionário de escritório ou operário nos EUA desperdiçou ou “roubou” 4 horas e 8 minutos por semana em 1982, segundo um estudo abrangendo 325 empresas, dirigido por Robert Half, um executivo de Nova Iorque. Tal roubo de tempo pode envolver chegar tarde no serviço, sair antes da hora, prolongar as horas de almoço e os intervalos para lanche, conversar e dar telefonemas pessoais nas horas de serviço. Isso totaliza seis semanas de trabalho de 35 horas por pessoa por ano, custando aos cofres americanos 125 bilhões de dólares por ano mais do que os prejuízos devidos a incêndios criminosos, roubo, fraude e desfalques, em conjunto. Half chama isso de “enorme ameaça à inteira economia dos EUA”, e diz que “corrói a produtividade da nação e alimenta a inflação.”
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