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‘Menina escondida’ escapa de tratamento indesejadoDespertai! — 1981 | 8 de maio
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e amorosa, e sua inocente garotinha.
Por Que Aconteceu?
Em 25 de fevereiro, foi enviado aos meios de comunicação no Canadá um sumário feito pela [Agência Noticiosa] Canadian Press junto com uma fotografia de Amy, de olhos radiantes, calorosamente abraçando seus pais felizes. O Record de Kitchener-Waterloo deu ao sumário a seguinte manchete: “Médicos Especialistas Questionam as Transfusões Depois que a Menina Escondida Sobrevive.”
Esta reportagem baseou-se num artigo que apareceu num dia anterior no Star de Toronto. O título foi: “Cirurgia sem sangue: Uma tendência contra as transfusões.” O artigo no Star perguntava: “Será que as Testemunhas de Jeová realmente põem em risco sua vida e a de seus filhos por recusarem transfusões de sangue? Há crescente evidência de que não estão correndo um risco tão grande como a sociedade e os médicos presumem.” Em seguida citou médicos de Toronto, Nova Iorque, Chicago, Michigan e Califórnia para provar seu argumento.
A reportagem confirmou o que o pai de Amy sempre dissera: “Pelo que sabemos, o sangue é um mau remédio. . . . Não é o que o Criador recomenda, e muitos especialistas médicos também questionam seu uso.”
Se os médicos, a Sociedade de Proteção à Criança e a Lei de Proteção ao Menor, de Ontário, embora bem intencionados, tivessem apenas respeitado a posição esclarecida dos Bryant desde o início, a lamentável perseguição de três semanas jamais teria ocorrido. Pelo contrário, os médicos e autoridades trataram com desdém a autoridade parental e recorreram a uma lei provincial que prejudica o direito dos pais que discordam de um conceito médico popular. Porque os pais não concordaram com um único médico — numa consulta particular — sua filha foi declarada como necessitando de “proteção”, por um juiz que emitiu uma ordem sem uma audiência de instrução.
Felizmente, a pequena Amy não foi prejudicada, ilustrando que, os conceitos médicos, embora sustentados com sinceridade, não deveriam ser usados como base para táticas intimidadoras na tentativa de usurpar a autoridade parental sobre uma menininha de dois anos!
O advogado de Amy acusou: “Quando os médicos exercem a lei, e os juízes exercem a medicina, não pode dar outra coisa senão problemas.” O inteiro episódio infeliz poderia ter sido evitado se os envolvidos tivessem acatado o conselho equilibrado do falecido Dr. A. D. Kelly, ex-secretário da Associação Médica Canadense:
“Os pacientes e os pais têm todo o direito de aceitar ou rejeitar o tratamento prescrito. Médico algum pode ter certeza de que certa pessoa morrerá se não receber uma transfusão ou viverá, se a receber. . . . O princípio é importante, relacionado à liberdade dos cidadãos. A mesma coisa se aplica a qualquer outro tratamento médico, quer seja certo quer errado, as pessoas têm o direito de decidir.”
“As pessoas têm o direito de decidir!” Quão veraz, especialmente quando o exercício parental de tal direito baseia-se na lei perfeita de Deus! — Atos 15:28, 29; Sal. 19:7, 9.
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Por que um verme?Despertai! — 1981 | 8 de maio
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Por que um verme?
◆Em Isaías 41:14 lemos o encorajamento de Jeová Deus a Israel: “Não tenhas medo, ó verme Jacó, homens de Israel. Eu mesmo te ajudarei.” Serem eles comparados a um verme não visava rebaixar o povo. Antes, isto chamou atenção ao fato de que Israel era semelhante a uma criatura inferior, indefesa, minúscula, tanto aos seus próprios olhos como aos de seus inimigos. (Sal. 22:6) Quão confortadora e reanimadora era, pois, a promessa de Deus de socorrer o seu povo!
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