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  • D. ostra fala sobre sua obra-prima
    Despertai! — 1975 | 8 de março
    • uma da outra. Ademais, as pérolas dum colar ou dum broche não serão idênticas na cor se forem pérolas de genuína alta qualidade, mas as de imitação sempre serão iguais.

      Bem, queira examinar de novo nossa espécie genuína, feita pelas ostras. Duas jamais possuem a mesma face. Talvez observe falhas nelas. Estas próprias marcas provam que não são feitas por máquinas, mas por nós — mestras das pérolas das profundezas. Naturalmente, uma pérola cara terá poucas falhas.

      Suponhamos que ainda não consiga notar a diferença entre as pérolas de imitação e as genuínas. O que pode fazer? Bem, os japoneses as provam com seus dentes. A verdadeira pérola ficará presa na parte da frente de seus dentes, porque sua superfície é irregular. Por outro lado, a pérola de imitação escorregará. Se ainda persistir a incerteza, por que não leva a pérola a um joalheiro? Ele a pesará. Por causa da camada de nácar, a pérola verdadeira é mais pesada. Mas, talvez o teste mais positivo consista em submeter a pérola a um raio ultravioleta num quarto escuro. Apenas a pérola de imitação brilhará com luz branca. Mesmo sem a ajuda dum perito, poderá considerar o brilho. A pérola genuína terá um fulgor ao redor que fará parecer fria a de imitação.

      Cuidado das Pérolas

      Gostaria de solicitar-lhe que cuidasse bem de nossas obras-primas. Os ácidos as danificam, e, depois de algumas horas, a transpiração humana começa a operar sobre a pérola. Assim, é bom usar uma camurça ou pano macio para limpar as pérolas depois de usá-las. Detergentes, perfume e a maquilagem também danificam as pérolas, fazendo com que percam seu brilho. Assim, queira ter cuidado.

      Bem, já atingi os seis anos de idade. Isso significa que estou ficando velha. Logo lhe entregarei a obra-prima de minha vida. Realmente espero que a aprecie e preze.

  • Serve o hipnotismo para os cristãos?
    Despertai! — 1975 | 8 de março
    • Qual É o Conceito da Bíblia?

      Serve o hipnotismo para os cristãos?

      POR séculos, a hipnose esteve envolta em mistério. Certa vez um instrumento fácil dos sacerdotes e charlatães pagãos, atualmente granjeia “respeitabilidade”. Psiquiatras, dentistas, clérigos e muitos outros empregam às vezes o hipnotismo. Tem sido louvado como ajuda na cura de distúrbios psicossomáticos, em facilitar o parto e em romper o hábito de usar tóxicos alucinógenos. Certo clérigo escreveu: “Como clérigo, conselheiro pastoral e hipnotizador praticante, com vários anos de prática, não conheço nenhuma pessoa que tenha sido prejudicada, em qualquer sentido, pelo uso da hipnose. . . . Entre os vários fenômenos usados pelo homem para seu bem, a hipnose é certamente o mais seguro.”

      Mas, outros consideram perigoso o hipnotismo. Com efeito, alguns de seus praticantes ficaram dementes. E Andrew Salter, destacada autoridade neste campo, disse: “Em resultado da sugestão hipnótica houve pacientes que roubaram dinheiro, apressaram-se em segurar cascavéis, e jogaram ácido sulfúrico no rosto dum homem, o qual, sem que o paciente soubesse, estava protegido por vidro invisível. . . . Declarando sem rodeios, por meio da hipnose é possível obrigar pessoas a cometer crimes.” Destarte, há boa razão de se perguntar: Serve o hipnotismo para os cristãos?

      A própria possibilidade de perigo merece séria consideração. Não seria errado o cristão pôr em perigo sua mentalidade? Tem ele o direito de pôr em perigo sua própria vida, ou a de outrem, por executar o que poderia resultar serem ordens perigosas, caso o hipnotizador seja inescrupuloso? Não tem, realmente! O cristão dedicado pertence a Jeová e deve usar sua mente e seu corpo de forma que agradem e honrem a Deus. — Rom. 12:1; 14:7, 8; 1 Cor. 10:31.

      Até mesmo demonstrações de hipnose aparentemente como diversão, feitas no palco, devem ser causa de reflexão para o cristão. Suponhamos que à pessoa hipnotizada se diga que é um cachorro e que ela então tente insensatamente latir e pular como um cachorro, apoiada nas mãos e joelhos. Não é isso degradante? Por certo, não agradaria nem divertiria um cristão considerado, que sinta profunda consideração pelo Criador e que sabe que o homem foi feito “à imagem de Deus”. — Gên. 1:26, 27.

      Enquanto sob influência hipnótica, houve pessoas que praticaram atos crassamente imorais, tais como adultério com o hipnotizador. É óbvio que, para agradar a Jeová, os cristãos têm de evitar tais erros. Devem sustentar a honorabilidade do casamento, “porque Deus julgará os fornicadores e os adúlteros”. (Heb. 13:4) Os cristãos devem evitar circunstâncias que ponham em perigo sua posição com Deus e suas perspectivas de vida eterna.

      Nenhum humano sabe exatamente como funciona o hipnotismo. Todavia, neste respeito, seu fundo não deve ser ignorado. “Sua história se acha inextricavelmente entrelaçada com o ocultismo, e até mesmo hoje em dia grande parte dos fenômenos hipnóticos são classificados como ‘espiritualistas’”, declara An Encyclopædia of Occultism. Alguns gostariam de associar a hipnose com o que a Bíblia se refere como “forças espirituais iníquas”. (Efé. 6:12) Assim, J. Garnier, em seu livro The Worship of the Dead (A Adoração dos Mortos), declarou que coisas tais como o mesmerismo (hipnose), e os poderes dos médiuns espíritas “são simples reprodução dos fenômenos da mágica antiga, produzidos exatamente pelas mesmas artes que aquelas por meio das quais os magos, feiticeiros, bruxos, adivinhos pagãos, etc., procuravam a ajuda dos demônios a quem consideravam seus deuses”. — Compare com Atos 16:16-18.

      Sacerdotes-magos floresceram no Egito já desde o tempo de vida de José, filho de Jacó ou Israel. (Gên. 41:8, 24) Mais tarde, Moisés sofreu oposição de tais praticantes de artes ocultas. (Êxo. 7:11, 22; 8:7) Quer o hipnotismo fosse ou não usado por tais sacerdotes, em séculos posteriores os egípcios doentes e desvalidos procuraram restaurar sua saúde por meio de suas deidades, durante um estado conhecido como “sono do templo”. Em realidade, era um transe hipnótico, induzido quer por certas ações dos sacerdotes-magos, quer pela fumaça oriunda do determinado tipo de incenso que queimavam. Feiticeiros babilônicos e outros, dos tempos antigos, também se empenharam em fazer curas pelo hipnotismo ou fenômenos relacionados.

      Como é que os servos de Deus no passado consideraram as práticas ligadas ao ocultismo, Os fiéis do antigo Israel não tinham nada que ver com tais coisas, pois Jeová declarara mediante Moisés: “Não se deve achar em ti . . . alguém que empregue adivinhação, algum praticante de magia ou quem procure presságios, ou um feiticeiro, ou alguém que prenda outros com encantamento, ou alguém que vá consultar um médium espírita, ou um prognosticador profissional de eventos, ou alguém que consulte os mortos. Pois todo aquele que faz tais coisas é algo detestável para Jeová.” — Deu. 18:9-12.

      Embora os cristãos não estejam sob a lei mosaica, têm apreço por seus elevados princípios. (Rom. 6:14; Col. 2:13-17) Compreendendo que a inspirada Palavra de Deus condena o ocultismo e os que o utilizam, os verdadeiros cristãos consideram as práticas ocultas e outras relacionadas a elas como desaprovadas por Jeová. (Mal. 3:5; Rev. 21:8) Anteriores praticantes das artes mágicas que se tornaram cristãos, na antiga Éfeso, não só abandonaram empreendimentos ocultistas, mas destruíram seus livros custosos de mágica. — Atos 19:18, 19.

      Mas, mesmo se a hipnose não tivesse ligações ocultistas, os verdadeiros cristãos a evitariam. Por quê? Porque o hipnotismo exige a completa entrega da vontade duma pessoa a outro humano. Afirma The Encyclopedia Americana: “Depois de certo tempo, ele [o paciente] fica além do poder de recuperar sua decisão independente e o hipnotizador poderá então dirigi-lo a cumprir qualquer ato dentro de suas capacidades e ele acatará sem pensar. Então acha-se ‘hipnotizado’.” Em contraste, Jesus Cristo reconheceu que era sua responsabilidade sempre fazer a vontade de seu Pai celeste, e não podia fazer isso por entregar-se em desarrazoada submissão à vontade de outro homem. (João 6:38; Heb. 10:9, 10) Cristo ensinou seus discípulos a que orassem em prol da realização da vontade de Deus. (Mat. 6:9, 10) Tendo feito uma dedicação a Deus, o cristão não deve submeter sua vontade a algum hipnotizador, mas precisa exercê-la em consonância com a vontade de Jeová. — Rom. 12:2.

      Alguns clérigos recorrem ao hipnotismo ao aconselhar seus paroquianos, mas, ao assim fazerem, não imitam a Jesus Cristo. A Bíblia é a fonte aprovada por Deus dos conselhos necessários sobre os problemas da vida. (2 Tim. 3:16, 17) O espírito santo de Deus, e não a hipnoterapia, é a provisão divina para ajudar as pessoas a substituir a impureza moral, a idolatria e outras caraterísticas impiedosas, pelo amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, brandura e autodomínio. (Col. 3:5-11; Gál. 5:22, 23) Ademais, é Jeová, e não algum hipnotizador, que provê a força de que os cristãos necessitam para enfrentar dificuldades. — Fil. 4:6, 7, 13.

      Se o cristão deve consultar um médico que, às vezes, usa a hipnose ao tratar outros, deve ser decidido pessoalmente. (Gál. 6:5) Mas, o verdadeiro cristão não permitiria que fosse empregada em seu próprio caso. Por quê? Porque o hipnotismo não serve para os cristãos.

  • Aqueça-se antes de estrênuo exercício
    Despertai! — 1975 | 8 de março
    • Aqueça-se antes de estrênuo exercício

      ● Um estudo feito por uma faculdade de medicina insta com as pessoas que se exercitam a que evitem iniciar de forma súbita estrênua atividade física. Estar em boa condição física não tem nada que ver com o perigo. Eletrocardiogramas feitos de 44 bombeiros saudáveis mostravam que 31 deles desenvolviam anormalidades depois de começarem um exercício de correr de forma abrupta. O Dr. R. James Barnard disse que este início súbito poderia causar uma escassez de sangue nas artérias coronárias e provocar um ataque cardíaco. Isto poderia acontecer mesmo se as artérias não estiverem obstruídas de forma anormal. O estudo aconselhava que primeiro se fizesse alguma atividade de aquecimento antes do exercício estrênuo.

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