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  • Um homem com a coragem de falar com franqueza
    A Sentinela — 1977 | 1.° de setembro
    • Enoque. Mas, por meio do espírito santo, Deus sustenta os do seu povo, ao passo que enfrentam perseguição por causa da justiça. Eles podem regozijar-se, apesar de diversas provações, confiantes em que Deus não permitirá que sofram mais do que podem suportar. (Mat. 5:10; 1 Cor. 10:13; 1 Ped. 1:6, 7) No entanto, caso morram em fidelidade, assim como Enoque, estes piedosos têm a esperança duma ressurreição. — João 5:28, 29.

      Embora os cristãos não tenham visto o futuro paraíso terrestre, em visão, é muito real para eles. Sabem que será estabelecido. (Luc. 23:43) Usufruem já agora um paraíso espiritual.

      Em harmonia com a advertência profética de Enoque, Jeová executou o julgamento naqueles ímpios, durante o dilúvio dos dias de Noé. Mas aquela profecia é também de encorajamento para os cristãos atuais, porque mostra que, na destruição de Babilônia, a Grande, o império mundial da religião falsa, e durante a guerra de Deus no Har-Magedon, os ímpios serão destruídos, decepados, pelas santas miríades de Deus. O Senhor Jesus Cristo estará encarregado desta obra de execução. — Rev. 16:14-16; 18:1-24; 19:11-16.

      Os cristãos, portanto, iguais a Enoque, proclamam hoje destemidamente a mensagem de Deus, quer relacionada com os julgamentos divinos contra os ímpios, quer com o Seu glorioso propósito de abençoar a humanidade, sob o governo do Reino celestial. As Testemunhas de Jeová têm a coragem de falar com franqueza sobre tais coisas.

  • Ciro, homem com papel profético
    A Sentinela — 1977 | 1.° de setembro
    • Ciro, homem com papel profético

      POUCOS homens, no decurso da história humana, foram preditos como cumprindo um papel específico no propósito de Deus. Ciro, filho de Cambises e fundador do Império Persa, porém, era tal homem. Sua conquista de Babilônia, em 539 A. E. C., e a subseqüente libertação dos judeus do exílio foram preditas muito antes do seu nascimento.

      Foi no oitavo século A. E. C., que Jeová declarou, por meio de seu profeta Isaías:

      “‘Eu, Jeová, faço tudo, . . . Aquele que faz que se efetue a palavra de seu servo e Aquele que executa completamente o conselho dos seus próprios mensageiros; Aquele que diz de Jerusalém: “Ela será habitada”, e das cidades de Judá: “Serão reconstruídas, e erigirei os seus lugares desolados”; Aquele que diz à água de profundeza: “Evapora-te, e secarei todos os teus rios”; Aquele que diz a respeito de Ciro: “Ele é meu pastor e executará completamente tudo aquilo em que me agrado”; dizendo eu de Jerusalém: “Ela será reconstruída”, e do templo: “Lançar-se-á teu alicerce.”’

      “Assim disse Jeová ao seu ungido, a Ciro, cuja direita tomei para sujeitar diante dele nações, a fim de eu descingir até mesmo os quadris de reis; para abrir diante dele as portas duplas, de modo que nem mesmo os portões se fecharão.” — Isa. 44:24 a 45:1.

      Os relatos dos antigos historiadores confirmam o cumprimento desta espantosa profecia. Embora difiram um pouco na sua apresentação, os historiadores gregos Heródoto e Xenofonte fornecem ambos o mesmo relato básico. Ciro desviou o rio Eufrates, que atravessava Babilônia e servia como parte de seu sistema de defesa. Os exércitos conquistadores marcharam então pelo leito do rio, obtendo acesso à cidade através dos portões ao longo do cais. Os babilônios, entregues a banquetes e festanças, foram apanhados totalmente de surpresa, e a cidade caiu naquela mesma noite.

      Também, conforme predito, Ciro emitiu um decreto que habilitou os judeus exilados a retornar à sua pátria, para reconstruir o templo. Aquele decreto rezava: “Assim disse Ciro, rei da Pérsia: ‘Jeová, o Deus dos céus, deu-me todos os reinos da terra, e ele mesmo me comissionou para lhe construir uma casa em Jerusalém, que é em Judá. Quem dentre vós for de todo o seu povo, esteja com ele Jeová, seu Deus. Portanto, que suba!’” — 2 Crô. 36:23.

      Que tal decreto estava em harmonia com a política deste governante é confirmado pela inscrição no Cilindro de Ciro. Ali ele é citado como dizendo: “Devolvi a [certas anteriormente mencionadas] cidades sagradas, do outro lado do Tigre, os santuários que haviam ficado arruinados por longo tempo, as imagens que (costumavam) viver neles e estabeleci para elas santuários permanentes. (Também) reuni todos os seus (anteriores) habitantes e devolvi(-lhes) suas habitações.” — Ancient Near Eastern Texts, de James B. Pritchard, 1955, p. 316.

      O historiador judaico Josefo, do primeiro século, atribui a Ciro a emissão do decreto por se lhe ter trazido à atenção a profecia de Isaías. Ele escreveu:

      “No primeiro ano do reinado de Ciro — este era o setuagésimo ano desde o tempo em que nosso povo, fadado para emigrar de sua própria terra para Babilônia — Deus se compadeceu do estado cativo e do infortúnio daqueles homens infelizes, e, conforme Ele lhes havia predito, por meio do profeta Jeremias, antes da demolição da cidade, que, depois de terem servido a Nabucodonosor e seus descendentes, e terem suportado esta servidão por setenta anos, Ele os restabeleceria novamente na terra de seus pais e eles deveriam construir o templo e usufruir sua antiga prosperidade, assim Ele lhes concedeu. Pois, estimulou o espírito de Ciro e o fez escrever através de toda a Ásia: ‘Assim diz o Rei Ciro. Visto que o Deus Altíssimo me designou rei do mundo habitável, fiquei persuadido de que Ele é o deus adorado pela nação israelita, pois, Ele predisse meu nome por meio dos profetas, e que eu deveria construir Seu templo em Jerusalém, na terra da Judéia.’

      “Estas coisas Ciro sabia da leitura do livro da profecia que Isaías deixou duzentos e dez anos antes. Pois, este profeta dissera que Deus lhe falou em segredo: ‘É minha vontade que Ciro, a quem terei nomeado rei de muitas grandes nações, envie meu povo para a sua própria terra e construa meu templo.’ Isaías profetizou estas coisas cento e quarenta anos antes de o templo ser demolido. E assim, quando Ciro as leu, admirou-se do poder divino e foi tomado pelo forte desejo e pela ambição de fazer o que havia sido escrito; e, convocando os mais distintos dos Judeus, em Babilônia, disse-lhes que lhes dava licença para viajarem para a sua terra nativa e reconstruírem tanto a cidade de Jerusalém, como o templo de Deus, pois Deus, disse ele, seria aliado deles, e ele mesmo escreveria aos seus próprios governadores e sátrapas, na vizinhança do país deles, para lhes darem contribuições de ouro e de prata para a construção do templo, e, além disso, animais para os sacrifícios.” — Antiquities of the Jews, Livro XI, Cap. 1, parágrafos 1, 2, segundo a tradução inglesa de Ralph Marcus; veja também História dos Hebreus, “Antiguidades Judaicas”, Livro 11, capítulo 1, parágrafo 436, na tradução de Vicente Pedroso.

      Comentando esta declaração de Josefo, A Enciclopédia Pictórica da Bíblia de Zondervan (Vol. Um, p. 1055, em inglês) diz: “Há todos os motivos para aceitar o testemunho de Josefo sobre este ponto.” Muitos críticos, porém, discordam disso. Eles simplesmente não conseguem aceitar que a profecia sobre Ciro tivesse sido escrita antes da queda de Babilônia em 539 A.E.C. Afirmam que os capítulos 40 a 66 de Isaías foram escritos por alguém que viveu depois de estas coisas terem acontecido. Sua afirmação nega que Jeová Deus possa revelar assuntos aos seus servos, muito antes que ocorram, e que ele possa cumprir a sua palavra.

      A PROFECIA DE ISAÍAS É AUTÊNTICA

      O conceito de que estas coisas não podiam ter sido escritas por Isaías é contrário a toda a evidência existente, a partir do primeiro, senso do segundo, século A. E. C. O Rolo de Isaías do Mar Morto, atribuído ao primeiro século A. E. C. ou ao segundo século A. E. C., não mostra nenhuma divisão na profecia. O que hoje é chamado de capítulo quarenta de Isaías começa na última linha da coluna em que termina o Isa capítulo 39, naquele rolo. Os inspirados escritores bíblicos, no primeiro século E. C., atribuíram a Isaías a matéria desta última parte, bem como da parte anterior, do livro que leva seu nome. (Isa. 42:14; 53:1; Mat. 12:17-21; Rom. 10:16) Atribuíram assim a profecia inteira a um só escritor, Isaías.

      Não importa que data os críticos tentem atribuir a partes de Isaías, não podem negar que contém profecias que se cumpriram muito depois de terem sido escritas. Por exemplo, há a profecia que diz que Babilônia ficaria tão desolada como Sodoma e Gomorra, um lugar nunca mais habitado, e onde nem mesmo os pastores apascentariam seus rebanhos. (Isa. 13:19, 20) No tempo em que o Rolo do Mar Morto foi copiado dum manuscrito anterior, Babilônia ainda existia, e fora da profecia bíblica não havia nenhum indício de que a cidade se tornaria um ermo desolado. Mas, atualmente, as ruínas desmoronantes da antiga Babilônia atestam o cumprimento exato da profecia.

      Portanto, as teorias dos homens, que negam o papel profético desempenhado por Ciro, mostram não ter fundamento. Pode-se deveras confiar na Palavra profética de Deus. Isto nos deve induzir a querer investigar esta Palavra, certificando-nos de que tanto saibamos o que ela diz, como vivamos em harmonia com ela.

  • Por dentro das notícias
    A Sentinela — 1977 | 1.° de setembro
    • Por dentro das notícias

      Compensação das Vítimas Dum Crime

      ● Segundo um despacho da United Press International, de 7 de março de 1977, durante 1976, as vítimas de crimes, no estado de Colorado, nos Estados Unidos, receberam US$ 658.717,00 daqueles que as haviam assaltado ou roubado. O jornal “Times” de Nova Iorque declarou: “Os programas de restituição foram impostos pelos tribunais como condição para o sursis ou a suspensão da sentença. O dinheiro ressarcia os objetos roubados e não recuperados, os danos à propriedade e as contas de hospital.”

      Este método de lidar com contraventores pode parecer uma inovação. No entanto, na lei que Deus deu ao antigo Israel, exigia-se a compensação em casos de ferimentos ou de perda. Por exemplo, quando alguém feria outro por golpeá-lo numa briga, o atacante tinha de compensar o outro pelo tempo perdido do trabalho, até que se restabelecesse completamente. (Êxo. 21:18, 19) O ladrão tinha de dar dupla compensação, quando era apanhado com o animal, o dinheiro ou outras coisas roubadas. Mas, se ele havia abatido ou vendido o animal roubado, exigia-se dele uma compensação mais pesada. O touro roubado tinha de ser compensado com cinco da manada, e o ovídeo, com cinco do rebanho. (Êxo. 22:1, 3, 4, 7) Esta Lei refreava o crime e indenizava a vítima. Exigia que o ladrão trabalhasse para pagar pela sua transgressão, em vez de ficar sentado na prisão, como fardo econômico para a comunidade, enquanto a vítima passava sem compensação pela sua perda.

      Escapar do Estupro

      ● Depois de analisar trinta e seis tentativas de estupro e trinta e seis estupros realizados, Frank J. Javorek, do Hospital Geral de Denver, E. U. A., relatou os fatores mais significativos que constituíam a diferença entre estupros realizados e os tentados. Segundo a revista “Science News”, na sua ordem de importância, estes eram “se a vítima gritava ou clamava por ajuda, e se a vítima tentava escapar por fugir. Os próximos em importância eram o bairro em que a vítima residia e se a vítima estava acordada e atenta por ocasião do ataque”.

      Em algumas situações, naturalmente, os gritos não são ouvidos e a fuga é impossível. No entanto, 86 por cento daquelas que gritaram e fugiram evitaram ser estupradas.

      É interessante que a lei de Deus dada ao antigo Israel especificava que, se uma moça que era noiva cometeu fornicação, ambos os envolvidos tinham de ser mortos. Todavia, se a moça gritou por ajuda, mas não foi socorrida,

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