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  • “Quem veio a conhecer a mente de Jeová?”
    A Sentinela — 1985 | 15 de abril
    • depois de serem gerados e ungidos com o espírito de Jeová, foram batizados. (Atos, capítulo 10) Assim, os “ramos” duma oliveira brava foram enxertados na oliveira espiritual da qual Jeová Deus é a “raiz” vivificante.

      12. (a) O que ocorreria caso “ramos” arrancados se arrependessem? Ilustre isso. (b) Isto exemplificou o quê? (c) Iguais a Paulo, qual deve ser nossa reação diante de tal Revelação da “mente” de Jeová?

      12 Entretanto, se algum dos judeus naturais que foram arrancados reconsiderasse a questão e se arrependesse, assim como Áquila e Priscila, seria novamente enxertado no privilégio espiritual que a nação judaica perdera por descrer do Isaque Maior, Jesus Cristo. (Atos 18:1-4, 26; Romanos 16:3; 1 Coríntios 16:19) Isto exemplificou a benevolência de Jeová Deus, o Abraão Maior. Tal generosidade admirável da parte de Jeová Deus para com os judeus naturais, que ainda eram amados por Deus por causa de seus antepassados, foi o que induziu o apóstolo a exclamar: “Ó profundidade das riquezas e da sabedoria, e do conhecimento de Deus!” Desperta esta Revelação da “mente” de Jeová também o nosso genuíno senso de apreço?

      Amar a Deus de Todo o Coração e de Toda a Mente

      13, 14. (a) Como proveu Deus a Lei, e com que propósito? (b) O que disse Jesus com respeito a essa Lei, e a que “coração” refere-se ele ali? (c) Que dois mandamentos foram citados por Jesus, e por que devemos observá-los?

      13 Jeová Deus fez um pacto com a descendência natural do patriarca Abraão, a nação de Israel, tendo por mediador o profeta Moisés. Isso se deu muito tempo atrás, no ano 1513 AEC, no ermo da península de Sinai e no monte Sinai. Ali ele lhes deu Sua Lei. Concernente a esta Lei, o apóstolo Paulo escreveu: “A Lei, por conseguinte, tornou-se o nosso tutor, conduzindo a Cristo, para que fôssemos declarados justos devido à fé.” (Gálatas 3:24) Agora, o que disse Cristo Jesus sobre a Lei, conforme dada mediante Moisés? Quando se lhe perguntou qual era “o maior mandamento” do código da Lei, Jesus respondeu: “‘Tens de amar a Jeová, teu Deus, de todo o teu coração [em grego: kar·dí·a], de toda a tua alma [psy·khé] e de toda a tua mente [di·a·noí·a].’ Este é o maior e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, é: ‘Tens de amar o teu próximo como a ti mesmo.’ Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.” (Mateus 22:35-40) Aqui, o coração é mencionado em conexão com a mente, indicando que deve tratar-se de “coração” em sentido figurativo.

      14 Jesus citava ali Deuteronômio 6:5: “E tens de amar a Jeová, teu Deus, de todo o teu coração [em hebraico: le·báb], e de toda a tua alma [né·fesh], e de toda a tua força vital.” Também, Levítico 19:18: “E tens de amar o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou Jeová.” Portanto, Jesus classificou esses dois como o maior e o segundo maior mandamentos do pacto da Lei mosaica. Não nos encontramos hoje sob a Lei mosaica, mas aqueles requisitos fundamentais não se tornaram antiquados. Devemos observá-los.

      15. (a) O que aciona o coração físico, e como funciona este? (b) Que relação tem o coração físico com o cérebro e a mente?

      15 Sabemos que é o “espírito de vida” que faz o coração físico funcionar. (Revelação 11:11; Gênesis 7:22) Esta força de vida aciona o coração da carne vivente de modo que ele bombeia o sangue vital a todas as partes do corpo humano, inclusive o cérebro. Jeová Deus disse: “A alma [né·fesh] de todo tipo de carne é seu sangue pela alma nele. Por conseguinte, eu disse aos filhos de Israel: ‘Não deveis comer o sangue de qualquer tipo de carne, porque a alma de todo tipo de carne é seu sangue.’” (Levítico 17:14) Para que o inteiro corpo viva, o coração físico precisa bombear o sangue vitalizador a todas as suas partes, quer esta circulação do sangue seja por meio do coração natural dado por Deus, quer pelo coração transplantado do corpo de outra pessoa, quer por um coração insensível, não carnal e mecânico. Desse modo, o sangue é bombeado para o cérebro, suas faculdades de raciocínio são estimuladas e a mente funciona. Portanto, torna-se evidente que o coração físico nutre o cérebro por suprir-lhe o sangue que contém a força ativa de vida, o “espírito de vida”. Independente de se a pessoa se apercebe disso ou não, o coração continua a bombear o sangue para o cérebro e para todas as demais partes do corpo.

      16. (a) De acordo com a Bíblia, o que é o coração figurativo? (b) O que requer de nós amar a Jeová de ‘todo o coração’? (c) Como o amamos de toda a nossa “mente”?

      16 Mas, olhemos além do coração literal de tecido vivo. Conforme empregado na Bíblia, o coração representa a sede da motivação e também das emoções. Este é o coração figurativo, que na realidade significa a parte mais íntima do nosso ser. Em 1 Pedro 3:4 é descrito como “a pessoa secreta do coração” (NM), “a pessoa escondida no coração” (Pontifício Instituto Bíblico), “a pessoa humana interior” (Bíblia Mensagem de Deus). Portanto, recebemos a ordem de amar a Jeová Deus de ‘todo o coração’. Somos também mandados amar a Jeová Deus de toda a nossa alma, com todo o nosso ser. Isto requer que amemos o único Deus vivente e verdadeiro, o Todo-poderoso, com toda a nossa força vital, concentrando todas as nossas energias em cumprir com a vontade revelada de Deus e em executar plenamente a obra dele durante a atual “terminação do sistema de coisas”. (Mateus 24:3) Além disso, precisamos amar o Deus da Bíblia com toda a nossa “mente”, nossas faculdades mentais. — Marcos 12:29-31.

      17. (a) Se amarmos a Jeová de todo o nosso coração e de toda a nossa mente, que garantia temos? (b) De acordo com Filipenses 4:7, como serão o nosso coração e a nossa mente influenciados pela paz de Deus?

      17 Nem é preciso mencionar que, se expressarmos nosso amor a Jeová Deus de todo o nosso coração e de toda a nossa mente, ele terá prazer em responder às nossas orações, e esta garantia nos manterá livres de ansiedades. Usufruiremos uma paz que o atual mundo não usufrui e não consegue compreender. Por quê? Porque, conforme o apóstolo Paulo assegurou aos amados cristãos da antiga Filipos, na Grécia, “a paz de Deus, que excede todo pensamento [em grego: noun], guardará os vossos corações [kar·dí·as] e as vossas faculdades mentais [no·é·ma·ta: “mentes”, Almeida, atualizada; PIB] por meio de Cristo Jesus.” (Filipenses 4:7) Deste modo, nosso coração figurativo não será provocado por quaisquer motivações errôneas, precipitadas, nem por qualquer inquietude emocional, e nossas faculdades mentais, ou nossa mente, não serão confundidas ou desorientadas. O cristão continuará a seguir seu proceder em harmonia com a Bíblia inspirada de Deus, juntamente com a ajuda do Líder, Cristo Jesus.

      Consegue Responder?

      ◻ O que se quer dizer com a expressão “mente” de Jeová?

      ◻ Como foi a oliveira teocrática usada por Paulo para ilustrar a “mente” de Jeová?

      ◻ O que é o “coração” figurativo?

      ◻ Como estão o “coração” e a “mente” envolvidos em amarmos a Deus?

  • Harmonizemo-nos com a “mente de Jeová” conforme é agora revelada
    A Sentinela — 1985 | 15 de abril
    • Harmonizemo-nos com a “mente de Jeová” conforme é agora revelada

      1. Que nação substituiu o Israel natural, e em que pacto?

      O FILHO de Deus tomou o lugar do profeta Moisés, que foi o mediador do pacto da lei entre Deus e o Israel natural. Jesus Cristo tornou-se o Mediador designado do predito novo pacto de Jeová. Este pacto foi estabelecido com a nação que substituiu o antigo Israel natural e é um Israel espiritual, “o Israel de Deus”. (Gálatas 6:16) Os Dez Mandamentos e todas as demais leis associadas do pacto mediado pelo homem imperfeito Moisés foram registrados em manuscritos, mas realmente não ficaram inscritos no coração e na mente dos judeus ou israelitas carnais, circuncisos. Ao notar esta fraqueza com respeito ao pacto da Lei mosaica, Jeová Deus predisse mediante o profeta Jeremias o estabelecimento dum novo pacto, conforme registrado em Jeremias 31:31-34.

      2. (a) Como se tornou Jesus, Mediador do pacto? (b) De que modo e quando entrou este em vigor?

      2 Jesus Cristo selou esse prometido “novo pacto” com o seu próprio sangue vital, quando morreu com o coração quebrantado, na estaca de tortura, fora de Jerusalém. Na noite anterior, ao comemorar sua última refeição pascoal noturna junto com seus fiéis apóstolos em obediência à Lei mosaica, Jesus passou-lhes o copo de vinho e deu um novo significado a ele, por dizer: “Este copo significa o novo pacto em virtude do meu sangue, que há de ser derramado em vosso benefício.” (Lucas 22:20; 1 Coríntios 11:23-26) Deste modo, ele se tornou o Mediador desse novo pacto, que se revelou um ‘pacto melhor’ do que o pacto da Lei mosaica. (Hebreus 8:6; 9:11-28) Portanto, desde que ele apresentou no céu em 33 EC o valor do seu perfeito sangue vital, tem servido de Mediador para os discípulos a quem Jeová inclui no novo pacto. — 1 Timóteo 2:5, 6.

      3. De acordo com Hebreus 10:15, 16, onde escreve Jeová as leis deste pacto?

      3 Ao discorrer sobre o novo pacto, em Hebreus 10:15, 16, o apóstolo cita a profecia de Jeremias segundo a versão Septuaginta e escreve: “Além disso, o espírito santo também nos dá testemunho, porque, depois de dizer: ‘“Este é o pacto que celebrarei com eles depois daqueles dias”, diz Jeová. “Porei as minhas leis nos, seus corações [kar·dí·as] e as escreverei nas suas mentes [di·á·noi·an].”’”

      4. (a) De que modo diferem o coração e a mente figurativos? (b) Em harmonia com o Salmo 119, como aplicam os cristãos incluídos no novo pacto o coração e a mente? (c) Quando foi que as leis de Deus começaram a ser escritas nos corações e nas mentes?

      4 Em harmonia com as funções do coração e da mente em sentido figurado, os cristãos

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