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  • Livramento da autoridade da escuridão
    A Sentinela — 1972 | 15 de janeiro
    • a outros das “ovelhas” de Deus em dirigir-se a ele como “Nosso Pai”. (Mat. 6:9) Os clérigos e as pessoas da cristandade repetem regularmente a oração do Pai-Nosso, e falam da paternidade de Deus e da fraternidade dos homens, mas isto, na maior parte, é mera formalidade e simulacro, em vista das condições e do espírito prevalecentes na cristandade.

      14. (a) Que ponto de vista negativo se poderia adotar em vista das palavras de Paulo em Romanos 7:18-23? (b) Como nos ajudam os textos circundantes a ter um conceito mais equilibrado?

      14 Quanto ao livramento da escravização, é importante reconhecer a posição verdadeira neste respeito. Às vezes se citam as palavras de Paulo como sendo o fato concreto da experiência real do cristão, ao dizer ele: “Eu realmente me deleito na lei de Deus segundo o homem que sou no íntimo, mas observo em meus membros outra lei guerreando contra a lei da minha mente e levando-me cativo à lei do pecado que está nos meus membros.” (Rom. 7:22, 23) Se esta fosse a última palavra sobre o assunto, então a situação seria deveras negativa e frustradora. Vejamos, porém, o texto na relação com os outros versículos circundantes. Embora Paulo escreva a cristãos que têm esperança celestial, o mesmo princípio se aplica a todos os do povo dedicado de Jeová. Em Romanos 5:21, Paulo diz: “Para que, assim como o pecado reinou com a morte, do mesmo modo também a benignidade imerecida reinasse por intermédio da justiça, visando a vida eterna por intermédio de Jesus Cristo, nosso Senhor.” Paulo mostra então que a nossa vida atual está intimamente relacionada com Cristo no céu, e que, “assim como Cristo foi levantado dentre os mortos por intermédio da glória do Pai, também nós andássemos igualmente em novidade de vida”, aqui e agora mesmo. Paulo fala depois do “fruto que costumáveis ter [como escravos do pecado] . . . coisas das quais vos envergonhais agora”, e então Paulo acrescenta: “No entanto, agora, porque fostes libertos do pecado, mas vos tornastes escravos de Deus, tendes o vosso fruto [não apenas pretensões] no modo da santidade, e, por fim, a vida eterna.” — Rom. 6:4, 20-22.

      15. De que ponto de vista argumenta Paulo em Romanos, capítulo 7, e em outra parte?

      15 Daí, com empatia, Paulo se coloca na situação daqueles cristãos judaicos que argumentavam que o favor de Deus, para eles mesmos e para os gentios, no fim de contas, dependia de se satisfazerem os requisitos da Lei dada por intermédio de Moisés, inclusive a circuncisão. Paulo apresenta fortes argumentos, aqui e em outra parte, mostrando quão desesperada era tal situação, e daí clama: “Quem me resgatará do corpo que é submetido a esta morte?” Há um resgatador? Sim! “Graças a Deus, por intermédio de Jesus Cristo, nosso Senhor!” — Rom. 3:20; 7:1, 18-21, 24, 25; Gál. 3:10-14.

      16. (a) Como descreve Paulo a verdadeira situação do cristão, e com que ênfase? (b) De que modo, e até que ponto, podemos adotar um ponto de vista e um proceder positivos?

      16 Agora, observe como Paulo passa a descrever a verdadeira situação do cristão, com muita ênfase na vida, dizendo: “Pois a lei desse espírito que dá vida em união com Cristo Jesus libertou-te da lei do pecado e da morte . . . a mentalidade segundo a carne significa morte, mas a mentalidade segundo o espírito significa vida e paz . . . Então, se morar em vós o espírito daquele que levantou a Jesus dentre os mortos, aquele que levantou a Cristo Jesus dentre os mortos também vivificará os vossos corpos mortais por intermédio do seu espírito que reside em vós.” (Rom. 8:2, 6, 11) Que situação forte e positiva! Embora o espírito de Deus possa operar de modo especial, dando a alguns a esperança de vida no céu, contudo, esta mesma força ativa pode operar e opera a favor de todas as testemunhas dedicadas de Jeová. Sustenta e fortalece hoje as “outras ovelhas”, a fim de participarem no ministério junto com os do restante ungido que estão no novo pacto, para “tornar manifesta a verdade” a todos os povos, revigorando até mesmo seu corpo mortal com “poder além do normal”. (2 Cor. 3:6; 4:2, 7) Admitidamente, é uma batalha diária com a carne, mas não precisa ser nem deve ser uma batalha perdida. (Rom. 8:13) Admitidamente, somos imperfeitos e precisamos diariamente pedir perdão pelas nossas faltas, mas Jeová fez bondosamente ampla provisão para que todos nós possamos manter uma posição limpa perante ele. Isto é tão eficaz, que “purificará as nossas consciências de obras mortas, para que prestemos serviço sagrado ao Deus vivente”. (Heb. 9:14; veja também Revelação 7:14; 14:5.) Estes são alguns dos benefícios usufruídos por muitas centenas de milhares de testemunhas de Jeová, as quais, pela dedicação e pelo batismo em água, ingressaram na família de Deus, e, de modo preliminar, usufruem “a liberdade gloriosa dos filhos de Deus”. Todas estas podem deveras juntar-se ao apóstolo Paulo no seu brado de exultação, de que nada “será capaz de nos separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor”! — Rom. 8:21, 39.

      17. Da parte de que outro servo de Jeová podemos esperar orientação e encorajamento?

      17 Certamente, é de grande ajuda e encorajamento prestar atenção a Paulo e acompanhar seu raciocínio inspirado pelo espírito de Deus. Houve, porém, outro servo fiel que gozava de uma relação única com Jesus, embora de antecedentes e personalidade diferentes, e esperamos receber mais conselho edificante por prestarmos atenção ao apóstolo João e ao que ele escreveu sob inspiração.

  • Os filhos de Deus imitam o que é bom
    A Sentinela — 1972 | 15 de janeiro
    • Os filhos de Deus imitam o que é bom

      “Sê imitador, não daquilo que é mau, mas daquilo que é bom. Quem faz o bem origina-se de Deus.” — 3 João 11.

      1. Em que coisa específica tomam vivo interesse tanto os idosos como os jovens, e por quê?

      QUAL a criança que não gosta de tomar alguma espécie de semente e colocá-la num vaso, observando o início de uma nova vida? A criança olhará cada dia, observando atentamente os sinais de crescimento. Os adultos também têm vivo interesse em aprender o que podem sobre como se inicia uma vida nova. O germe inicial, ou a célula, é microscópico, mas contém um código ou modelo complexo, governando seu desenvolvimento futuro. Conforme diz a Bíblia a respeito de cada forma da vida, produz “segundo a sua espécie”. (Gên. 1:11, 12, 21, 24) A enorme quantidade de energia acumulada nesta célula minúscula, com o potencial de ser renovada infindavelmente, também causa admiração. Embora já se tenha descoberto muita coisa, evidenciando um objetivo e intenção, a vida ainda é um mistério. Não é de se admirar que gostemos de observar o começo de uma vida nova, quer humana, quer animal ou vegetal. Se proceder de boa casta, seguirá o mesmo modelo, e imitará o que é bom.

      2. Mostraram os anjos interesse similar? Como se indica isso?

      2 A Bíblia revela uma atitude similar da parte dos anjos. Podemos imaginar seu vivo interesse no que Jeová, o Criador, fez que se realizasse no nosso pequeníssimo planeta, que é microscópico em comparação com o universo, quando estava sendo preparado para sustentar vida em infindável variedade e beleza. Ela registra que, naquele tempo, ‘juntos gritavam

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