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  • Lançamento dos alicerces da nova ordem de Deus
    A Sentinela — 1972 | 15 de outubro
    • dom da vida eterna em perfeição e piedade humanas.

      34 É por isso que Jesus Cristo, ao falar sobre o assunto do julgamento, disse: ‘Vem a hora em que todos os que estão nos túmulos memoriais ouvirão a sua voz e sairão, os que fizeram boas coisas, para uma ressurreição de vida, os que praticaram coisas ruins, para uma ressurreição de julgamento.” (João 5:27-29) Os da “grande multidão” que darão início à “nova terra” poderão ajudar estes ressuscitados, para que a sua ressurreição no fim não resulte em condenação.

      35. Ao predizer as coisas que têm acontecido desde o ano de 1914 E. C., que atitude correta disse Jesus Cristo que seus discípulos deviam adotar?

      35 O dia em que vivemos agora é extraordinariamente maravilhoso! Desde o ano de 1914 E. C. e sua primeira guerra mundial têm acontecido coisas notáveis, mas altamente significativas. Jesus Cristo predisse estas coisas como assinalando a terminação deste velho sistema de coisas. Falando-nos sobre a atitude correta que todos os seus verdadeiros discípulos deviam ter agora, ele disse: “Quando estas coisas principiarem a ocorrer, erguei-vos e levantai as vossas cabeças, porque o vosso livramento está-se aproximando.” — Luc. 21:28.

      36. Em vista disso, queremos mostrar-nos dignos de que privilégio, e o que estamos decididos a fazer?

      36 Este livramento para a nova ordem de Deus já está agora muito mais próximo do que quando muitos de nós viram pela primeira vez estas coisas preditas “principiarem a ocorrer”. Certamente não há tempo a perder para nos mostrarmos dignos de passar por este muito desejado livramento. Temos agora uma oportunidade que nunca mais se repetirá! Estamos decididos a aproveitá-la e também a proclamar a todos os outros amantes da justiça que se aproxima o livramento da humanidade para a nova ordem de Deus, de “novos céus e uma nova terra”.

  • O Deus que promete
    A Sentinela — 1972 | 15 de outubro
    • O Deus que promete

      QUEM é o Deus que promete o livramento da humanidade? Por que devemos crer na sua promessa e como podemos confiar nela?

      Para poder fazer tal promessa com eficiência, ele teria de ser o Criador de todas as coisas, o Deus Todo-poderoso. A Bíblia o identifica como tal. Não deve haver dúvida sobre a sua disposição de livrar a humanidade para uma nova ordem justa; isto se evidencia na sua promessa de fazer isso. Mas a nossa própria certeza de que ele fará isso deve basear-se num exame de seus atos e tratos, do seu cumprimento de outras promessas que fez.

      Além de sua promessa de livrar a humanidade por meio de seu reino messiânico, a promessa mais importante que fez é a da primeira vinda do Messias. Ocorreu realmente assim como Deus prometeu?

      O REGISTRO DO PRIMEIRO APARECIMENTO DO MESSIAS

      Que aconteceu pode ser provado pelo registro da história. Desde os tempos muito primitivos, a Bíblia estabelecia certos requisitos quanto ao Messias, para que pudesse ser identificado de modo inconfundível. Alguns destes requisitos eram:

      (1) Tinha de ser da tribo de Judá e da linhagem do Rei Davi:

      “O cetro [símbolo da autoridade governante] não se afastará de Judá, nem o bastão de comandante de entre os seus pés, até que venha Siló; e a ele pertencerá a obediência dos povos.” (Gên. 49:10) “Jeová jurou a Davi, verdadeiramente, ele não recuará disso: ‘Do fruto do teu ventre porei sobre o teu trono.’” — Sal. 132:11; Isa. 9:7.

      Jesus era desta linhagem, conforme mostra a sua genealogia, tirada do registro público pelos historiadores Mateus e Lucas. (Mat. 1:3, 6, 16; Luc. 3:23, 31, 33) Esta genealogia, procedente dos próprios arquivos oficiais dos judeus, não foi impugnada pelos líderes judaicos que viviam no primeiro século E. C., embora o atacassem em cada ponto em que podiam pensar.

      (2) Ele devia nascer em Belém:

      “E tu Belém Efrata, pequena demais para chegar a estar entre os milhares de Judá, de ti me sairá aquele que há de tornar-se governante em Israel.” — Miq. 5:2.

      Mateus, citando este texto, relata: “Depois de Jesus ter nascido em Belém da Judéia . . .” — Mat. 2:1, 5, 6.

      (3) Ele devia aparecer no fim de sessenta e nove “semanas de anos” (483 anos), contados a partir da reconstrução do muro de Jerusalém (em 455 A. E. C.):

      “E deves saber e ter a perspicácia de que desde a saída da palavra para se restaurar e reconstruir Jerusalém até o Messias, o Líder haverá sete semanas, também sessenta e duas semanas. . . . E depois das sessenta e duas semanas o Messias será decepado, sem ter nada para si mesmo.” — Dan. 9:25, 26.

      Jesus apresentou-se bem no tempo certo, em 29 E. C. (483 anos depois de 455 A. E. C.), para ser batizado por João. Nesta ocasião ele tornou-se o Messias (Ungido), ungido pelo espírito de Deus. (Luc. 3:21-23) Os judeus apercebiam-se desta profecia do tempo e estavam “em expectativa” no tempo em que João, predecessor de Jesus, começou a pregar. — Luc. 3:15.

      Também em cumprimento da promessa profética, Jesus foi “decepado” na morte, como sacrifício resgatador para a humanidade, cerca de três anos e meio depois de seu batismo. Isaías predisse igualmente a morte sacrificial do Messias. — Isa. 53:10-12.

      A história secular reconhece que Jesus Cristo viveu na terra e foi um instrutor notável. Flávio Josefo, historiador judaico do primeiro século, que não era cristão, escreveu que Jesus existia durante a governadoria de Pôncio Pilatos, que ele era instrutor de grande influência e que era o Cristo; que Pilatos o condenou à morte e que ele apareceu novamente vivo aos seus discípulos, no terceiro dia. — Antiquities of the Jews, Livro XVIII, Cap. III, Par. 3; João 19:15, 16; 20:1, 19; Mat. 27:63, 64; Atos 10:40.

      Alguns talvez descreiam do testemunho dos próprios discípulos de Cristo quanto à sua ressurreição, mas considere os seguintes fatos: Houve mais de quinhentas testemunhas. Os discípulos não eram homens de poder ou de influência, para vencer ou subornar a guarda de soldados estacionada junto ao túmulo de Jesus. Havia pouca probabilidade de conluio entre tantas pessoas, especialmente quanto a algo que não lhes traria nenhuma vantagem material. Darem testemunho da ressurreição não podia ter nenhum motivo egoísta; expunha-os ao sofrimento e à morte. Deram seu testemunho do próprio lugar onde se encontravam os inimigos mais ferrenhos do Messias e onde certamente se descobriria uma fraude. E não esperaram, mas testemunharam logo naquela ocasião, enquanto a fúria dos líderes judaicos estava no seu auge. — 1 Cor. 15:3-8; Atos 2:32; 3:15; 4:10, 18-20; 7:55-58; 8:1.

      Que estas testemunhas, ao atestarem a ressurreição de Jesus, não estavam ‘inventando’ uma estória, pode ser corroborado ainda mais por ter sido a ressurreição uma surpresa para eles na sua condição de desespero e desânimo. Haviam esperado que fosse um rei humano,

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