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  • É considerado pelos outros como de “temperamento brando e humilde de coração”
    A Sentinela — 1974 | 15 de agosto
    • Quão revigorante é estar entre os que mostram ter as qualidades admiráveis de Jeová Deus e de seu Filho! Sim, é um antegosto de como será a vida na iminente nova ordem de justiça de Deus. — Sal. 133:1-3.

  • Governantes nos interesses do povo
    A Sentinela — 1974 | 15 de agosto
    • Governantes nos interesses do povo

      ACHA que os governantes da terra têm cuidado dos interesses do povo que servem? Sem dúvida, alguns têm tentado. Mas os que tentam fazer isso costumam verificar que a corrução no seu próprio governo anula seus esforços, de modo que se negligenciam os interesses do povo. Isto tem acontecido assim desde os dias de Ninrode, há uns quatro mil anos atrás.

      Pode haver melhora? Poderão ser achados governantes que possam e queiram servir os interesses de todos os seus súditos? Onde os procuraria?

      Há um lugar autorizado onde procurar. É a Bíblia. Tem fé no que ela diz? Crê em Deus? Acredita nas suas promessas de prover um governo que reja para o bem do povo e crê que ele possa escolher governantes que realmente sirvam os interesses do povo?

      IDENTIFICAÇÃO DO GOVERNANTE PRINCIPAL

      Se já tiver lido a Bíblia, sabe que ela diz que Deus proverá um Governante justo, um Messias ou Rei ungido, como Governante Principal, junto com governantes associados. Se crer nisso, então, quer seja judeu, quer gentio, não poderá escapar da conclusão de que o Governante Principal já se manifestou e pode inconfundivelmente ser identificado como Jesus Cristo. Por quê? Porque é impossível que outro preencha os requisitos. Como se pode dizer isso com tanta certeza?

      Ora, examine os fatos. A Bíblia, nas Escrituras Hebraicas, especifica certas qualificações rígidas para aquele que deve ser o Messias, o Rei ungido, que governaria a terra em justiça durante mil anos. Entre estes requisitos há o de se sentar no “trono de Davi”. (Isa. 9:6, 7; Jer. 33:20, 21; Atos 2:29, 30) Ele tinha de ser herdeiro natural do Rei Davi, da tribo de Judá. E tinha de ser da linhagem real, herdando o direito real, que estava nas mãos da posteridade de Davi através de seu filho e sucessor, a Rei Salomão.

      Possui Jesus Cristo alguma prova disso, baseada nos registros genealógicos? Sim, possui. Ele era da tribo de Judá e da linhagem de Davi por nascença natural, por intermédio de sua mãe, que descendia de Natã, filho de Davi. (Luc. 3:23-38) E foi-lhe transferido o direito legítimo por meio de seu pai adotivo José, que descendia de Davi através do Rei Salomão. (Mat. 1:1-17) Os pormenores desta genealogia são assunto de registro público na Bíblia. Só permanece o registro bíblico desta linhagem. Não há absolutamente nenhuns outros registros existentes dos descendentes de Davi, porque foram destruídos quando o exército romano desolou Jerusalém e incendiou seu templo em 70 E. C. Todos os registros públicos, todos os arquivos foram destruídos. Ninguém, desde então, pode traçar sua própria linhagem até Davi. Visto que o propósito de Deus não pode falhar, significa que Jesus Cristo inegavelmente é o Messias, o Rei escolhido por Deus.

      Como sabemos que o registro da linhagem de Jesus é exato? Porque os registros que aparecem em Mateus 1:1-17 e Lucas 3:23-38 concordam com (e provavelmente foram tirados dos) registros públicos daqueles dias, que estavam disponíveis ao exame de todos. Isto explica por que os eruditos entre os judeus, os escribas, os fariseus e os saduceus, que se opunham amargamente a Jesus, nunca falaram uma só palavra quanto a questionarem esta genealogia. É também interessante saber que nenhum inimigo gentio do cristianismo, entre os quais havia homens astutos, criticou a genealogia de Jesus, até depois de 70 E. C. Naturalmente, podiam então fazer asserções mentirosas, porque ninguém podia ir verificar os registros públicos para descobrir suas afirmações falsas.

      GOVERNANTES ASSOCIADOS

      Portanto, não há motivo de se questionar que Jesus Cristo é o Designado por Deus para governar esta terra como Rei, por mil anos. Temos de aceitar isso se professamos crer na Bíblia. E seu proceder na vida prova que ele será Governante que não procurará os seus próprios interesses, mas cuidará dos interesses do povo, em harmonia com a vontade de Deus. Mas que dizer de seus governantes associados, de toda a sua organização governamental? Porque a Bíblia fala de associados régios de Cristo, “comprados dentre a humanidade”. Dá seu número como sendo 144.000, que “serão sacerdotes de Deus e do Cristo, e reinarão com ele por mil anos”. — Rev. 14:1, 4; 20:6.

      Estes reis não serão sucessores de Jesus Cristo, nem no sacerdócio, nem no reinado. Ele é o Rei. Os 144.000 são reis associados sob a direção dele. Cristo é imortal; vive para sempre. (1 Tim. 6:16; Heb. 7:24) Certamente, não há nada a temer da regência de Jesus Cristo, que deu sua vida a favor da humanidade. E, do mesmo modo, não há necessidade de desassossego quanto à governança dos 144.000, que antes eram homens e mulheres comuns. O próprio Deus providenciou há muito tempo este governo, por causa de seu amor à humanidade. Como sabemos isso?

      Ora, o apóstolo Paulo escreveu a co-herdeiros do Reino: “Ora, nós sabemos que Deus faz que todas as suas obras cooperem para o bem daqueles que amam a Deus, os que são chamados segundo o seu propósito; porque aqueles a quem deu o seu primeiro reconhecimento, a esses também predeterminou que fossem modelados segundo a imagem de seu Filho, para que este fosse primogênito entre muitos irmãos. Ademais, os que ele predeterminou são também os que chamou; e os que ele chamou são também os que declarou justos.” — Rom. 8:28-30.

      Quando o homem se rebelou contra Deus, no Jardim do Éden, Deus se interessou no governo dum novo sistema de coisas para a humanidade. Por isso, ele deu o “primeiro reconhecimento” a esta classe governamental e o expressou ao proferir a sentença contra a “serpente original”, Satanás o Diabo, dizendo: “Porei inimizade entre ti e a mulher, e entre o teu descendente e o seu descendente. Ele te machucará a cabeça e tu lhe machucarás o calcanhar.” — Gên. 3:15; Rev. 12:9.

      Jesus Cristo é o principal mencionado nesta profecia, mas os seus 144.000 associados também estão associados com ele em machucar a cabeça da Serpente, conforme indicou o apóstolo Paulo ao escrever a concristãos: “O Deus que dá paz, por sua parte, esmagara em breve a Satanás debaixo dos vossos pés.” — Rom. 16:20.

      SÃO FIDEDIGNOS OS GOVERNANTES ASSOCIADOS?

      Quanto a poder confiar nos governantes associados de Cristo, note a seguinte declaração consoladora: “Aqueles a

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