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Uma noite a bordo da “Arca”Despertai! — 1976 | 8 de dezembro
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bongo pelo menos uma vez a cada dois dias. Quando o bongo ou o leopardo aparecem, soa uma campainha na Arca para alertar os que dormem. Por certo, não gostariam de perder este acontecimento.
Caso haja uma noite em que poucos animais surjam na clareira, os observadores sempre podem distrair-se com as visitas noturnas duma família de ginetos. Estes felinos se alimentam de ovos crus e pedaços de carne, que são colocados regularmente na varanda quase desde que a Arca foi aberta, em fins de 1970. Agora os descendentes do casal original de ginetos não têm mais medo do homem. Podem ser atraídos a chegar bem dentro da Arca e ser alimentados na mão. Estes são os únicos animais que são bem-vindos na Arca, embora macacos cercopitecos às vezes entrem nos camarotes, se as janelas forem deixadas abertas.
Deixam-se de lado as refeições se algo excitante acontece do lado de fora. Talvez um leopardo esteja caçando sua presa em plena vista. Ou, dois búfalos machos rivais podem lutar pela supremacia sobre a manada. Hienas às vezes atacam insuspeitos filhotes de búfalos, ou o filhote do gigantesco porco da floresta. Os gritos do filhote, combinados com os grunhidos do animal genitor que tenta afastar os atacantes, são suficientes para fazer com que qualquer visitante deixe correndo o almoço para observar a cena.
Os determinados a não perder nada podem ficar acordados a noite toda, observando os animais, e são fortalecidos com bebidas quentes em torno de crepitante lareira. No entanto, pouco depois do alvorecer, quando se pode ver os picos cobertos de neve do Monte Quênia reluzindo diante das primeiras luzes do amanhecer, os passageiros da Arca desembarcam e seguem pela trilha da floresta saindo do Parque dos Animais. De volta à base, pegam o transporte para casa.
Preciosas Recordações
Lembraremos por muito tempo a noite de vigília que passamos na Arca. Naturalmente, tais visitas podem ter momentos mais pitorescos. Estes tampouco serão esquecidos, provavelmente. Por exemplo, ao ver um grupo de gigantescos porcos da floresta, certa mulher gritou de puro prazer. Estava certa de que via os primeiros rinocerontes! Outros confundem o mangusto com um macaco Colobus, e até mesmo a hiena com o leopardo!
Sem dúvida, é boa idéia fazer uma pesquisa de antemão. Pode-se aprender muito dum bom compêndio sobre animais e aves que sejam comuns à área que planeja visitar. E, quem sabe? No futuro, talvez possa passar uma noite fascinante a bordo da “Arca”.
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Indústria de minhocasDespertai! — 1976 | 8 de dezembro
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Indústria de minhocas
● A criação de minhocas tornou-se, recentemente, pequena indústria nos EUA. Cerca de 90.000 lavradores alegadamente as criam para vendê-las. Os compradores incluem pescadores, que usam as minhocas como isca, e os agricultores orgânicos, que verificam que o excremento, ou “dejetos”, das minhocas, constitui excelente fertilizante. Calcula-se que as vendas de minhocas atinjam anualmente US$ 50 milhões. A revista Newsweek relata que, num certo teste, 5,6 milhões de minhocas foram soltas numa pilha de 10 toneladas de lixo, do qual se tinha removido vidros, metais e borracha. Em questão de 45 dias, o número de minhocas havia dobrado, mas o lixo havia desaparecido, ficando 3 toneladas de dejetos em seu lugar.
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