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  • O objetivo de nosso ministério
    A Sentinela — 1961 | 15 de julho
    • sempre sido treinados para seguir as pisadas de Cristo Jesus. Note como Paulo adotou este método de Cristo para’ produzir ministros: “Não me esquivei de vos anunciar coisa alguma que útil seja, ensinando-vos publicamente e de casa em casa.” (Atos 20:20, NTR.) Quão eficiente tem sido este método de achar, alimentar e treinar novos ministros? Os anuários das testemunhas de Jeová mostram os seguintes aumentos em novos ministros batizados: Em 1957, 59.828; 1958, 62.666; 1959, 86.345; 1960, 69.027.

      PROVANDO SER A ESPÉCIE CORRETA DE MINISTROS

      17. Como se identifica a espécie correta de ministro?

      17 É verdade que o mundo se admira e se surpreende de ver o crescimento da, sociedade do Novo Mundo de Jeová. Mas, os ministros de Deus não se admiram. Sabem que o espírito de Jeová tem estado com eles e os tem abençoado por serem ministros com um objetivo específico. Têm obedecido à vontade divina e continuarão a obedecer a ela, certos e confiantes de que Jeová continuará a abençoá-los e que talvez ainda milhões de pessoas se juntem a eles no seu ministério, adicionando as suas vozes ao clamor de louvor que está sendo ouvido em toda a terra. Estes são dias de produtividade e de aumento para a sociedade do Novo Mundo, conforme profetizou Isaías: “O mais pequeno virá a ser mil.” (Isa. 60:22) Os muitos milhares de outras ovelhas que, anualmente, estão sendo encontradas, alimentadas e treinadas para o ministério do Reino estão participando na vindicação do nome de Jeová e são evidência conclusiva de que as testemunhas de Jeová estão fazendo a vontade de Deus e provam ser a espécie correta de ministros. Assim como o tipo certo de médico é reconhecido pelo número de pacientes que pôde curar; assim como a espécie correta de advogado é identificado pelas causas que ganha; assim como o tipo correto de lavrador é distinguido pelas colheitas abundantes que consegue, assim também a espécie correta de ministro prova ser tal pelos resultados do seu ministério. Ele pode apresentar os a quem ajudou a chegar a um conhecimento dá verdade e que se juntaram a ele no ministério. São a sua recomendação de que ele é ministro: “Porventura, necessitamos, como alguns, de cartas de recomendação para vós, ou de vós? Vós sois a nossa carta, escrita em nossos corações, conhecida e lida por todos os homens.” — 2 Cor. 3:1, 2, NTR.

      18. Por que não é bom fixar um limite de tempo para o nosso, ministério, e por quanto tempo temos de pregar, segundo Jeová?

      18 Não devemos estipular um limite de tempo para o nosso ministério. Não devemos pensar: “Serei ministro por dois, três, cinco ou dez anos. Depois virá o Armagedon e não precisarei mais pregar.” Alguns dos que tiveram estes mesmos pensamentos no passado não estão mais na organização progressista de Jeová. Muito melhor é aprender a lição que Jeová ensinou a Isaías, ao perguntar este: “Até quando, SENHOR [Jeová]?” “Ele respondeu: Até que sejam desoladas as cidades e fiquem sem habitantes, as casas fiquem sem moradores, e a terra seja de todo assolada.” (Isa. 6:11, ALA; NM) Jeová Deus conhece o tempo para a terminação da pregação. Foi Jeová quem deu a ordem para começar; portanto, espere até que Jeová diga que chegou a hora de parar.

      19. Que fizeram Jeremias e Jesus, que deve ser hoje copiado por todos os ministros de Deus?

      19 Estamos vivendo no dia de Jeová. A designação da parte de Jeová é a de pregar aos habitantes dá terra. Quer as pessoas ouçam quer se neguem a ouvir, isto cabe a elas decidir. No caso de rejeição, esta será delas e não uma recusa da parte dos ministros de Jeová de se dirigir a elas com a mensagem do Reino. Que foi que Jeová disse que Jeremias devia fazer para com o povo duro e obstinado dos seus dias: “Deixa-os, que são cabritos”? Não! Ouça o que ele disse: “E tens de falar-lhes todas estas palavras, mas eles não te ouvirão, e tens de chamá-los, mas eles não te responderão.” (Jer. 7:27, NM) Jesus seguiu o mesmo modelo, com pleno conhecimento que á sua nação não o aceitaria como seu Messias. Ainda assim lhes pregou. Profundamente contristado lhes disse: “Quantas vezes quis eu reunir os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e vós não o quisestes.” (Mat. 23:37, ALA) Muitas pessoas sinceras ouviram Jesus e prestaram atenção à sua pregação, mas a grande maioria rejeitou e odiou a sua mensagem pacífica, culminando seu ódio ferrenho por lhe causar a morte. Jesus não ficou desanimado pela oposição que sofria, nem esperava converter o mundo pelo seu ministério. Avisou que seus seguidores encontrariam a mesma reação: “Então sereis entregues á tribulação, e vos matarão; sereis odiados por todas as nações por causa do meu nome.” — Mat. 24:9.

      20. Por que não nos devemos apressar a julgar os que no principio se opõem à nossa mensagem?

      20 Embora o mundo odeie e se oponha, não se apresse em julgar as pessoas que no princípio se opõem ao ministério. Lembre-se de que, assim cromo a situação muda, também os pensamentos das pessoas mudam. Este foi o caso com Saulo de Tarso. Ele mudou de alguém que sé opôs a Deus e que perseguiu os fiéis ministros Dele, em alguém que agradou a Deus e se tornou fiel ministro de Deus para as nações. Muitos dos atuais ministros dedicados e fiéis de Deus se opuseram à mensagem quando a ouviram pela primeira vez. — Atos 9:11-15.

      BENÇÃOS DO MINISTÉRIO

      21. O que impressionou a rainha de Sabá no reino de Salomão?

      21 Ainda há muitos milhares de ovelhas a serem achadas .e incluídas na sociedade do Novo Mundo, e isto significa muitas alegrias e bênçãos em resultado do ministério. Lembre-se da prosperidade, da glória e do esplendor do reino de Salomão. Quando a rainha de Sabá veio para ver isso pessoalmente, ela ficou sem poder dizer palavra, conforme diz o registro: “Ficou como fora de si, e disse ao rei: Foi verdade a palavra que a teu respeito ouvi na minha terra, e a respeito da tua sabedoria. Eu, contudo, não cria naquelas palavras, até que vim, e vi com os meus próprios olhos. Eis que não me contaram a metade: sobrepujas em sabedoria e prosperidade a fama que ouvi.” — 1 Reis 10:5-8, ALA.

      22. (a) Que bênção está sendo presenciada agora pelos ministros de Jeová? (b) Que atitude mental nunca devemos criar? E por que não?

      22 Os que hoje estão no serviço do maior que Salomão, Cristo Jesus, presenciam com os seus próprios olhos a prosperidade; as alegrias e a felicidade da sociedade do Novo Mundo em ação. Estão vendo e ouvindo homens, mulheres e crianças de todas as partes da terra proclamando o nome de Jeová Deus. A glória e o resplendor do reino de Deus e de Seu Filho podem também ser vistos pelas pessoas de boa vontade, e estas têm afluído à sua organização à razão de mais de 1.000 por semana, sem interrupção, durante os últimos dez anos. Conhecer a alegria do ajuntamento das outras ovelhas do Senhor é outra bênção do ministério. Nunca troque os lugares ou os privilégios do ministério por qualquer das posições que este mundo possa oferecer. O ministério deve ser a nossa vocação principal, è a nossa ocupação secular deve vir em segundo lugar. Esta é apenas o meio de nos ajudar a continuar no ministério. Como ministros de Deus, nossa preocupação é de prosseguir buscando primeiro o reino e a Sua justiça”. (Mat. 6:33, NM) Reconhecendo que esta é uma exigência que se faz de todos os ministros de Jeová, nunca devemos chegar à atitude mental de dizer: “Ora a obra será feita sem mim.” Naturalmente, Jeová Deus pode realizar este ministério sem nós. Pode também produzir seu novo mundo sem nós. É muito melhor considerar isso do seguinte modo: Ele nos usará e continuará a usar para sempre no seu novo mundo, se cumprirmos agora o objetivo de nosso ministério. Que as pessoas do mundo procurem a riqueza material, o poder, a popularidade, o prestígio e os prazeres; mas, lembrem-se, estas coisas só durarão até o Armagedon. Mas o seu alvo de ser ministro de Deus, de participar na vindicação do nome de Jeová, de ajudar outros a conhecer a Jeová Deus e de se mostrar ministro fiel e produtivo, será o objetivo que o levará através do Armagedon e para o novo mundo. Que o nosso ministério seja para o, agrado de Jeová Deus e signifique a recompensa de vida eterna para cada um dos fiéis.

  • A Bíblia — mas apenas as partes desejáveis
    A Sentinela — 1961 | 15 de julho
    • A Bíblia — mas apenas as partes desejáveis

      ● Os clérigos da cristandade têm sido por muito tempo culpados de rejeitar as partes da Bíblia de quê não gostam. Mesmo os fundamentalistas fazem isso com respeito às declarações dela de que a alma morre e que Jesus e seu Pai não são iguais numa trindade. (Eze. 18:4, 20; Atos 3:23; João 14:28) O feitiço se virou agora contra o feiticeiro, pois os comunistas fazem agora a mesma coisa. O Christian Century noticiou um sermão de Ch’ieng Ch’u Ku, publicado no periódico New Church, em que disse que o novo céu e a nova terra já foram estabelecidos na nova China, graças à reforma agrária. “Mais de 4 milhões de lavradores têm agora ‘a sua própria terra, constroem as suas próprias casas, comem os frutos dos seus labores.” Isto inclui também projetos fluviais, estradas de ferro e uma reforma das igrejas. “Somos os donos das nossas próprias Igrejas. Nunca mais seremos confundidos, pela visão imperialista do fim do mundo. . . . Precisamos levantar-nos e trabalhar, demonstrando que o povo é dono do fosse céu e da nova terra.” Que egotismo! Os homens, donos tanto da igreja como do céu! Não há necessidade de se verificar o que Deus espera, ou ver o que ele disse que só ele pode fazer. Estes clérigos de qualquer modo lançam Deus na mesma classe dos Imperialistas, pois é a Sua Palavra que fala do fim do mundo; e também do fim das democracias e dos governos comunistas, do inteiro sistema iníquo de coisas, e é ela que fala do estabelecimento da justiça e da paz para sempre. Mas, Ch’ieng Ch’u Ku não se interessa nisso. Ele se preocupa mais com a propaganda política, do mesmo modo como os clérigos do Ocidente fazem a sua; ambos tiram apenas o que gostam da Palavra de Deus e rejeitam o resto.

  • Não para as igrejas
    A Sentinela — 1961 | 15 de julho
    • Não para as igrejas

      ● Escrevendo no The Christian Century de 30 de abril de 1953, Simeon Stylites fala dum discurso certa vez proferido pelo bispo metodista Francis J. McConnell: “Seu assunto foi contar o que aconteceria se o profeta Amós fosse apresentado para uma nomeação, numa conferência metodista anual . . . Ele encenou . . . uma reunião de gabinete com os superintendentes distritais. . . . Um por um verteram lágrimas amargas, protestando eterna admiração pelo profeta Amós e explicando por que não lhe dariam uma igreja nos seus distritos.

      ● “O superintendente do distrito setentrional disse, numa voz hesitante . . . ‘Todos sabem como eu amo e admiro o irmão Amós. . . . Alas, ele não tem bastante tato para a Igreja da Graça. Fala impulsivamente as suas idéias, sem nenhuma suavidade, e o pessoal da Igreja da Graça precisa de muita suavidade. Estão metidos numa campanha de construção. Se o irmão Amós apenas levantasse menos questões controvertidas e mais dinheiro, ele se daria melhor. . . .

      ● “Falou então o superintendente do distrito ocidental. ‘Eu também amo o irmão Amós’, disse ele. ‘Fiquei profundamente comovido com muitos dos seus sermões. Gostaria muito de colocá-lo na Igreja da Trindade. Mas, ele não é bastante eloqüente. Esta igreja tem sido local de grandes pregações. . . . O irmão Amós é um simples homem brusco, que fala francamente. Ele não tem aquele toque literário nem o dom oratório a que o pessoal da Trindade estão acostumados. Lamento muito.’”

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