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  • Mina
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    • sugere que o talento era um múltiplo da mina, e que a mina era um múltiplo do siclo (1 talento = 50 ou 60 minas, dependendo de se a mina consistia em 60 ou 50 siclos). O fato de que os valores declarados em termos de siclos sejam com mais freqüência múltiplos de 50 do que de 60, dá mais peso à conclusão de que a mina equivalia a 50 siclos. (Gên. 23:15; Êxo. 30:24; 38:29; Núm. 31:52; 1 Samuel 17:5) Há também testemunho arqueológico de uma mina de 50 siclos. Nesta publicação, calcula-se a mina como equivalente a 50 siclos ou a um sexagésimo dum talento, isto é, 570 gramas.

      A mina (mna) das Escrituras Gregas Cristãs (Luc. 19:13-25) é reconhecida como equivalente a 100 dracmas, este sendo o valor derivado dos antigos escritores gregos. Tratava-se de uma soma considerável para o primeiro século EC, equivalendo a cerca de um quarto do salário ganho anualmente por um trabalhador agrícola.

  • Minas, Mineração
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    • MINAS, MINERAÇÃO

      Uma indústria quase tão antiga quanto a humanidade. O relato de Gênesis afirma que “Tubalcaim, forjador de toda sorte de ferramenta de cobre e de ferro” vivia nos dias anteriores ao Dilúvio. (Gên. 4:22) Moisés, escrevendo por volta de 1513 AEC, ao descrever o rio Píson, menciona a “terra de Havilá, onde há ouro. E o ouro daquela terra é bom”. (Gên. 2:11, 12) Não se sabe se o ouro de Ofir provinha de veios subterrâneos ou era de depósitos aluviais. — 1 Reis 9:28; Jó 28:16.

      Estes metais eram provavelmente encontrados, até certo ponto, em formas um tanto puras, na superfície do solo ou próximo dela. Com o tempo, utilizaram-se meios de fazer a mineração subterrânea ou dos veios. Cavavam-se poços fundos ao longo de ricos veios de minérios. — Jó 28:1-11.

      A mineração era feita de modo extensivo pelos egípcios, na época do Êxodo; os israelitas, ao partirem do Egito, levaram metais e pedras preciosas, que mais tarde foram usados na construção do tabernáculo. (Êxo. 12:35, 36; 35:22; 39:6-14) Localizaram-se minas egípcias de turquesa na península do Sinai, a uns 80 km do monte Sinai. Restos de minerações egípcias têm sido encontrados ao longo da costa E do mar Vermelho. Antigas ferramentas de pedra e de bronze para mineração têm sido achadas. Para dividir as rochas, os antigos utilizavam tanto o fogo como cunhas.

      Moisés descreveu a Terra Prometida, na qual os israelitas estavam prestes a entrar, como “uma terra cujas pedras são ferro e de cujas montanhas extrairás o cobre”. — Deut. 8:9; veja COBRE; FERRO (Aço); REFINO, REFINADOR.

  • Ministério
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    • MINISTÉRIO

      A obra e o serviço realizados por um ministro, servo ou ajudante responsável perante uma autoridade superior. No antigo Israel, os levitas serviam como ministros de Jeová. Os profetas também foram usados para ministrar de forma especial. (Deut. 10:8; 21:5; veja LEVITAS; MINISTRO; SACERDOTE.) No entanto, com a vinda de Jesus Cristo à terra, iniciou-se novo ministério. Ele comissionou seus seguidores a fazer discípulos de pessoas de todas as nações. (Mat. 28:19, 20) Assim sendo, a um mundo alienado de Deus, os cristãos levavam uma mensagem de reconciliação com Deus por meio de Cristo. — 2 Cor. 5:18-20.

      Os que acatavam favoravelmente o “ministério da reconciliação” (2 Cor. 5:18) precisavam ser treinados, ensinados, ajudados e orientados de forma correta, para se tornarem firmes na fé e permanecerem nela, bem como para realizarem eles mesmos a obra de fazer discípulos. (Compare com 2 Timóteo 4:1, 2; Tito 1:13, 14; 2:1; 3:8.) Por conseguinte, depois de sua ascensão ao céu, Cristo Jesus, como cabeça da congregação, deu “dádivas em homens”, apóstolos, profetas, evangelizadores, pastores e instrutores, “visando o reajustamento dos santos para a obra ministerial, para a edificação do corpo do Cristo”. — Efé. 4:7-16; veja DÁDIVAS (DONS) DE DEUS.

      Outro aspecto do ministério interno da congregação dizia respeito ao cuidado material dos irmãos necessitados, porém merecedores. O ministério ao qual Estêvão e outros seis homens acreditados foram designados envolvia a distribuição de suprimentos alimentares às viúvas cristãs. (Atos 6:1-6) Mais tarde, as congregações na Macedônia e na Acaia participaram dum ministério de socorro aos irmãos pobres na Judéia. (2 Cor. 8:1-4; 9:1, 2, 11-13) Quando a contribuição foi finalmente ajuntada, e Paulo se preparava para levá-la a Jerusalém, ele pediu que os irmãos em Roma orassem, junto com ele, para que tal ministério de socorros fosse aceitável aos santos aos quais se destinava. — Rom. 15:25, 26, 30, 31.

      Alguns anos antes disso, similar demonstração de amor foi feita pelos cristãos de Antioquia, na Síria, ao partilharem numa subministração de socorros para os irmãos que moravam na Judéia durante uma época de fome. — Atos 11:28-30.

  • Ministro
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    • MINISTRO

      [Heb., uma forma da raiz verbal sharáth, ministrar (no sentido de agir como servo, ou de servir a outros). Algumas autoridades relacionam o termo grego diákonos com diá, “através”, e kónis, “pó”, indicando assim alguém que fica poeirento por correr a serviço de outrem; outros afirmam que sua origem é desconhecida. No hebraico, como no grego, as formas verbais ou substantivas são aplicadas tanto aos homens como às mulheres. (2 Sam. 13:17, 18; 1 Reis 1:4, 15; 2 Cor. 3:6; Rom. 16:1)]. Josué era ministro de Moisés “desde a sua idade viril”. (Núm. 11:28; Jos. 1:1) O ajudante de Eliseu foi chamado de seu ministro e seu servente. (2 Reis 4:43; 6:15) Reis e príncipes possuíam seus ajudantes ou ministros reais (2 Crô. 22:8; Ester 2:2; 6:3), alguns dos quais serviam às mesas reais. (1 Reis 10:4, 5; 2 Crô. 9:3, 4) O termo “ministro” também é aplicado aos anjos. — Sal. 104:4; Heb. 1:13, 14; veja ANJO.

      A TRIBO DE LEVI

      Depois de os israelitas serem libertos do Egito, e quando a nação foi organizada sob o pacto da Lei, Jeová escolheu os varões da tribo de Levi como seus ministros especiais. (Núm. 3:6; 1 Crô. 16:4) Alguns deles, a família de Arão, eram sacerdotes. (Deut. 17:12; 21:5; 1 Reis 8:11; Jer. 33:21) Os levitas tinham vários deveres a cumprir em seu ministério, alguns sendo zeladores do santuário, junto com todos os seus utensílios, alguns sendo ministros do canto, etc. — Núm. 3:7, 8; 1 Crô. 6:32.

      PROFETAS

      Além de utilizar todos os varões da tribo de Levi, Jeová empregava outros para ministrar de forma especial a seu povo, Israel. Referimo-nos aos profetas, que só serviam conforme fossem individualmente designados e comissionados por Jeová. Alguns deles também eram da linhagem sacerdotal, mas muitos eram de outras tribos de Israel. (Veja Profeta.) Eles eram mensageiros de Jeová; eram enviados para avisar a nação quando esta se desviava da Lei, e procuravam fazer os reis e o povo voltarem à adoração verdadeira. (2 Crô. 36:15, 16; Jer. 7:25, 26) Suas profecias ajudavam, encorajavam e fortaleciam as pessoas de coração correto, em especial durante as épocas de decadência espiritual e moral, e nas ocasiões em que Israel era ameaçado por inimigos ao redor. — 2 Reis, cap. 7; Isa. 37:21-38.

      Suas profecias também apontavam para Jesus Cristo e para o reino messiânico. (Rev. 19:10) João, o Batizador, realizou uma obra notável, fazendo “voltar o coração dos pais para os filhos e o coração dos filhos para os pais”, ao preparar o caminho para o representante de Jeová, o Senhor Jesus Cristo. (Mal. 4:5, 6; Mat. 11:13, 14; Luc. 1:77-79) Os profetas não ministravam apenas a seus contemporâneos, pois o apóstolo Pedro escreve aos cristãos: “Foi-lhes revelado que não era para eles, mas para vós, que ministravam as coisas que agora vos foram anunciadas por intermédio dos que vos declararam as boas novas com espírito santo enviado desde o céu. Nestas coisas é que os anjos estão desejosos de olhar de perto.” — 1 Ped. 1:10-12.

      JESUS CRISTO

      Jesus Cristo é o principal ministro (diákonos) de Jeová. (Rom. 15:8-12) Sua designação emanava do próprio Jeová. Quando Jesus se apresentou para o batismo, “os céus se abriram”, diz o relato, “e ele [João, o Batizador] viu o espírito de Deus descendo sobre ele [Jesus] como pomba. Eis que também houve uma voz dos céus, que disse: ‘Este é meu Filho, o amado, a quem tenho aprovado.’” (Mat. 3:16, 17) Jesus servira a Jeová por indizíveis eras, em sua existência pré-humana, mas aqui iniciava um novo ministério. Jesus provou que era deveras ministro de Deus, servindo tanto a Deus como ao seu próximo. Por conseguinte, na sinagoga da cidade onde fora criado, Nazaré, Jesus pôde tomar o rolo de Isaias e ler o que é agora o capítulo 61, versículos 1 e 2. — Luc. 4:16-21.

      Na ocasião em que Pedro pregou ao primeiro converso gentio, Cornélio, ele descreveu o proceder de Jesus durante seus três anos e meio de ministério terrestre, fazendo com que a atenção de Cornélio se voltasse para “Jesus, que era de Nazaré, como Deus o ungiu com espírito santo e poder, e ele percorria o pais, fazendo o bem e sarando a todos os oprimidos pelo Diabo; porque Deus estava com ele”. (Atos 10:38) Jesus andava literalmente por muitos quilômetros ‘através do pó’, percorrendo de N a S, e de E a O, o seu território designado no serviço de Jeová e do povo. Não só isso, mas ele realmente deu sua própria alma como resgate a favor de outros. Disse ele: “O Filho do homem não veio para que se lhe ministrasse, mas para ministrar e dar a sua alma em resgate em troca de muitos.” — Mat. 20:28.

      MINISTROS CRISTÃOS

      Em sua obra ministerial, Jesus conseguiu fazer com que se associassem a ele muitos outros, apóstolos e discípulos, aos quais treinou para continuarem a mesma obra ministerial. Enviou primeiro os doze, daí, outros setenta. A força ativa de Deus também estava sobre eles, habilitando-os a realizar muitos milagres. (Mat. 10:1, 5-15, 27, 40; Luc. 10:1-12, 16) Mas a obra principal que deviam realizar era a de pregar e ensinar as boas novas do reino de Deus. Com efeito, os milagres visavam primariamente dar evidência pública da designação e da aprovação deles por parte de Jeová. — Heb. 2:3, 4.

      Jesus treinou seus discípulos tanto por palavras como pelo seu exemplo. Dos relatos fornecidos pelos escritores dos Evangelhos, torna-se evidente que os discípulos de Jesus estavam presentes em muitas ocasiões em que Jesus dava testemunho a vários tipos de pessoas, pois foram registradas até mesmo as conversas que tiveram. Ele fez ver a seus discípulos o que era um verdadeiro ministro de Deus, afirmando: “Os reis das nações dominam sobre elas, e os que têm autoridade sobre elas são chamados de Benfeitores. Vós, porém, não deveis ser assim. Mas, que o maior entre vós se torne como o mais jovem, e o que age como principal, como aquele que ministra. Pois, quem é maior, aquele que se recosta

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