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  • A vereda dos justos realmente clareia mais e mais
    A Sentinela — 1982 | 1.° de agosto
    • 14. Como se viu finalmente na verdadeira luz o assunto da sujeição às autoridades governamentais do mundo?

      14 Felizmente, no ano de 1962, Jeová levou os do seu povo ao entendimento do princípio da sujeição relativa. Viu-se que os cristãos dedicados precisam obedecer aos governantes seculares como “autoridades superiores”, reconhecendo-os de bom grado como “ministro de Deus”, ou servo de Deus, para o próprio bem deles. (Romanos 13:4) Contudo, se essas “autoridades” lhes pedissem que violassem as leis de Deus, o que fariam nesse caso os cristãos? Até este ponto, os cristãos têm obedecido à ordem em Romanos 13:1: “Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores.” Mas, a dita sujeição é limitada pelas palavras de Jesus, registradas em Mateus 22:21: “Portanto, pagai de volta a César as coisas de César, mas a Deus as coisas de Deus.” Portanto, sempre que “César” quer que os cristãos façam algo contrário à vontade de Deus, eles têm de colocar a lei de Jeová à frente da de “César”. Isto é contrário ao que é praticado na cristandade em geral. Muitos pretensos cristãos têm poucos escrúpulos quanto a violar as leis de Deus, quando César manda fazer isso. Certo patriota expressou isso até mesmo do seguinte modo: “Nossa pátria!. . . que ela sempre tenha razão; mas nossa pátria acima de tudo, tenha ela razão ou não.” Mas isso não se dá com as testemunhas cristãs de Jeová! Quando se lhes ordena que violem a vontade de Deus, repetem as palavras dos apóstolos de Jesus, dizendo: “Temos de obedecer a Deus como governante antes que aos homens.” — Atos 5:29.

      QUEM É MINISTRO?

      15, 16. (a) Qual foi por muito tempo o entendimento sobre quem era ministro de Deus? (b) Que ajuste foi feito, e por quê? (c) Mas que falhas tinha este ajuste?

      15 Citando apenas mais um exemplo de esclarecimento progressivo, surge a questão sobre se todos os cristãos, sinceramente dedicados, são ministros, sem consideração de idade ou de sexo. Por muitos anos as Testemunhas de Jeová sustentavam que todos os que se arrependiam, convertiam e exerciam fé em Deus e Cristo, dedicando-se a Jeová para fazer a Sua vontade conforme revelada por Cristo e sendo então batizados, eram deveras ministros. Mas então alguns levantaram objeções. As autoridades governamentais amiúde não reconhecem este ponto de vista. Argumentou-se também que muitas línguas não têm um equivalente para o termo “ministro” e que, por isso, não deveria ser usado em sentido religioso por aqueles em cuja língua existe. Argumentou-se também que o batismo dificilmente parecia ser uma adequada cerimônia de ordenação. Mas, eram estes motivos válidos para restringir o termo “ministro” aos designados a um cargo na congregação, a anciãos e “diáconos”, ou servos ministeriais?

      16 O fato é que a lei do país costuma conceder a cada organização religiosa o direito de decidir o que faz com que alguém se torne ministro na dita organização. Se outros não reconhecem este cargo ou não concordam com a sua designação, não tem nenhuma importância. Tampouco importa que em muitas línguas não exista o equivalente do termo “ministro”. Isto não deveria impedir que aqueles em cuja língua tal termo existe — espanhol, inglês, italiano, português e outros — o usem, se servir para um fim válido.

      17, 18. Quem pode ser realmente classificado como “ministro”, e como devia este considerar seu “ministério”?

      17 O termo “ministro” é útil, porque se refere a um tipo especial de “servo”, com uma designação de serviço enaltecida e especial. Todo aquele, sem consideração de idade ou de sexo, que puder demonstrar que tem bom entendimento da vontade e dos propósitos de Deus para com a humanidade, e que tiver harmonizado sua vida com os princípios bíblicos, tendo também feito uma dedicação e sido batizado em harmonia com a ordem de Jesus em Mateus 28:19, 20, é deveras um dos ministros de Deus. De fato, pode-se dizer que tal pessoa está mais habilitada a falar em nome de Deus do que qualquer pessoa que tiver cursado seminários teológicos, mas que não entende os propósitos de Deus e talvez não tenha harmonizado sua vida com os justos requisitos de Deus. Os que realmente servem a Deus podem dizer assim como o apóstolo Paulo: “Glorifico o meu ministério.” — Romanos 11:13.

      18 Deve-se salientar que o termo “ministro” não é título, mas é uma descrição. (Veja Mateus 20:28) Não basta que alguém tome as devidas medidas para se habilitar para ser batizado como servo de Jeová Deus. A pessoa precisa tornar seu ministério, seu “serviço sagrado” a Jeová Deus, o principal objetivo na vida. Do contrário, independente do tempo que devota ao seu ministério por causa das circunstâncias fora de seu controle, não poderá ser corretamente classificada como ministro, nem ser considerada pelos outros como ministro de Deus. — Romanos 12:1; 2 Timóteo 4:5.

      19. (a) Em que resultou esse desenvolvimento do entendimento, mas como são abençoados os leais? (b) Qual é o arranjo de Jeová para distribuir alimento espiritual, e por que deve este arranjo sempre ser a nossa opção?

      19 Naturalmente, o desenvolvimento do entendimento, envolvendo “bordejar”, por assim dizer, muitas vezes serviu de prova de lealdade para os associados com o “escravo fiel e discreto”. Mas há contínuo progresso em direção a uma avaliação mais plena das “boas novas” e de tudo o que significam. Os que se mantiveram achegados à organização de Deus têm visto que as questões e as coisas difíceis de entender sempre são esclarecidas com o passar do tempo. E ao passo que a luz brilha cada vez mais, quão animador e satisfatório se torna o caminho! É como Pedro o expressou, quando alguns dos discípulos tropeçaram por causa do ensino de Jesus: “Senhor, para quem havemos de ir? Tu tens declarações de vida eterna.” (João 6:68) O Senhor Jesus Cristo ainda tem essas “declarações”, e ele as transmite por intermédio da única organização do “escravo fiel e discreto” que ele usa hoje na terra. É como a “árvore boa” que Jesus descreveu como produzindo “fruto excelente”. (Mateus 7:17) Fora disso, a única outra opção é a associação com a “fera” política de Satanás e com “Babilônia, a Grande”, o império mundial da religião falsa. (Revelação 13:1; 17:5) Nenhum cristão dedicado desejará voltar para isso! — 2 Pedro 2:22; João 14:6.

      20. (a) Por que podemos agora mais do que nunca antes ter confiança na ‘luz que brilha’? (b) Que perspectiva de futuro feliz têm todos os que escolhem seguir a vereda da crescente luz?

      20 Deveras, “a própria luz brilhou para o justo”. (Salmo 97:11) Provérbios 4:18 está sendo cumprido no sentido de que “a vereda dos justos” é como uma luz que clareia mais e mais. Se às vezes precisa haver algum ajuste, o resultado é invariavelmente uma situação melhor. O refinamento não tem sido em vão. Já que Cristo está agora reinando, o esclarecimento usufruído pelo povo de Jeová “é como a luz da manhã quando raia o sol”. (2 Samuel 23:3, 4; Mateus 25:31) Todos os que servem lealmente com a organização do “escravo fiel e discreto”, o instrumento de comunicação visível de Jeová, são deveras favorecidos! Fizeram a escolha sábia, porque sua vereda os levará ao objetivo precioso da vida eterna na nova ordem que Jeová está criando.— Isaías 65:17, 18; 66:22.

  • “O livro mais fascinante que já li”
    A Sentinela — 1982 | 1.° de agosto
    • “O livro mais fascinante que já li”

      A seguinte carta foi recebida dum homem que servia na marinha de certo país:

      “Li seu livro intitulado ‘Sua Juventude — O Melhor Modo de Usufruí-la’, e foi o livro mais fascinante que já li. Estive em alguns lugares enquanto na marinha, e os artigos do livro são verdadeiros e muito exatos. Estou bastante interessado em obter mais informações. Quando meus amigos me apresentaram o livro, pensei que seria cansativo, mas quanto mais eu o lia, tanto mais gostava de lê-lo. Quero agradecer-lhes por publicarem um livro assim, e espero que tenham um ano muito bom. Este livro realmente modificou minha vida, e espero que continuem com o bom trabalho.

      “Obrigado,

      D. D. S.”

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