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  • O ministério cristão
    A Sentinela — 1965 | 1.° de novembro
    • foi um ministro muitíssimo frutífero.

      16. Expliquem o proceder que Paulo seguia quando pregava num novo território, e por que isso era eficaz.

      16 Quando quer que Paulo entrava em novo território, era seu hábito concentrar sua pregação em cidades que eram centros comerciais. Éfeso, Tessalônica e Corinto eram lugares assim. Eram centros para os quais fluíam as pessoas da vizinhança, a fim de fazer negócios e, passavam por eles as rotas comerciais para lugares distantes. Éfeso, por exemplo, situava-se na importante auto-estrada imperial de Roma para o Oriente, e Corinto estava localizada num istmo onde os navios desembarcavam sua carga, a fim de ser transportada para outras partes da Grécia. Este era um costume mais seguro que o de arriscar-se a uma viagem em volta dos cabos assolados pelas tormentas no extremo meridional de Acaia. Tais lugares eram ideais para o Cristianismo estabelecer uma base em novo território. Os judeus e os não-judeus destes lugares, que se tornaram cristãos, levaram a verdade às cidades vizinhas, para o interior e para os lugares distantes, nas rotas comerciais.

      MINISTÉRIO NÃO-LIMITADO

      17. Que evidência encontramos, no primeiro século, de que o arranjo de Jesus, de fazer com que todos os crentes fossem pregadores, era sábio?

      17 A rápida disseminação do Cristianismo mostrou a sabedoria do arranjo de Jesus de que todos os crentes pregassem. Em pouco tempo, os cristãos podiam ser encontrados em toda a parte do vasto Império Romano. O escritor cristão, Tertuliano, revelou isto quando argumentava com os pagãos de seus dias. Escreveu ele: “Os homens proclamam altamente que o estado está assediado por nós; na zona rural, nas vilas, nas ilhas, os cristãos; todo sexo, idade, condição sim! e categoria estão indo para o seu nome. . . . Nós só somos de ontem, e enchemos tudo que tendes — cidades, ilhas, fortes, povoados, sedes.” Que todos eles participavam no ministério é indicado pelo que foi escrito pelo escritor pagão, Celso. Zombou do Cristianismo porque, segundo o historiador Augustus Neander, “trabalhadores braçais, sapateiros, lavradores, os homens menos informados e os mais engraçados, chegavam a ser pregadores zelosos do Evangelho”.

      18, 19. (a) Como foi que os cristãos primitivos consideraram o que Jesus disse a respeito de confessar-se unido com ele, e o que quis ele dizer com esta expressão? (b) Que outras ordens deu Jesus no tocante ao ministério, e a quem elas se aplicam?

      18 Todos os que tinham fé levavam a sério o que Jesus dissera a respeito de confessar-se unidos com ele. “Eu vos digo, pois: Todo aquele que confessar perante os homens estar em união comigo, o Filho do homem também confessará, perante os anjos de Deus, estar em união com ele.” (Luc. 12:8) Para estar em união com ele, a pessoa tinha de crer nas verdades que Jesus ensinava e seguir seu exemplo de pregar tais verdades a outros. A pessoa não disposta a mostrar, pela atividade no ministério, que estava unida com Cristo nas crenças e nos propósitos, mostrava falta de amor a ele. Por que deveria reconhecer tal pessoa diante de Deus e dos anjos, como sendo membro de seu corpo, de sua congregação.

      19 Depois da ressurreição de Jesus e antes de sua ascensão, deu ordens a seus onze apóstolos fiéis, ordens estas que não se limitavam apenas a eles. Aplicam-se a todos os cristãos. Disse: “Ide, portanto, e fazei discípulos de pessoas de todas as nações, batizando-as em o nome do Pai, e do Filho, e do espírito santo, ensinando-as a observar todas as coisas que vos ordenei.” (Mat. 28:19, 20) Isto fizeram os apóstolos e todos os que se tornaram seguidores de Jesus durante o período de vida dos apóstolos. Regozijavam-se em toda oportunidade de fazer discípulos, a quem podiam treinar para ensinar a outros.

      20. Expliquem como a pregação se tornou coisa rara entre os cristãos professos.

      20 Algum tempo depois da morte dos apóstolos e dos que lhes eram íntimos, os cristãos professos daquele tempo começaram a se tornar apóstatas. Ordens eclesiásticas foram estabelecidas, e a pregação cessou de ser a atividade de todos que professavam a fé cristã; tornou-se a prerrogativa exclusiva duma classe clerical. Note o que a enciclopédia bíblica de M’Clintock e Strong diz sobre isto: “Quando as cerimônias rituais começaram a se sobrepor, não só à prática, mas até mesmo à própria idéia de evangelização, não foi surpreendente que a pregação mesma se tornasse cerimônia, e por fim uma cerimônia rara e infreqüente. Não apenas os leigos, mas até mesmo os presbíteros da Igreja ficaram inibidos de pregar, exceto pela permissão especial dos bispos; ao passo que muitos dos bispos, que tinham arrogado para si mesmos o direito exclusivo da pregação, quer por ignorância quer por indolência, abandonaram pràticamente o costume.” O costume atual de uma classe clerical efetuar a pregação, e de o povo comum permanecer calado, provém destes apóstatas, ao invés de provir de Jesus Cristo. — Atos 20:29, 30.

      A HODIERNA RESPONSABILIDADE CRISTÃ

      21, 22. Por que é ainda necessário que os cristãos se empenhem no ministério?

      21 Embora estejamos mais de 1900 anos distantes dos dias de Jesus, as ordens bíblicas para os cristãos pregarem não foram mudadas. Ainda vigoram. Ser cristão ainda significa deixar brilhar a luz da verdade bíblica para o proveito de outros. A necessidade do ministério cristão é tão grande hoje quanto era no primeiro século, apesar de cerca de 30 por cento da população do mundo professar-se cristã. As ações anticristãs da maior parte destes professos seguidores de Cristo revelam que o verdadeiro Cristianismo não lhes tocou o coração. Como no caso do antigo Israel, Deus pode dizer-lhes: “Este povo vem a mim apenas com palavras e me honra só com os lábios, enquanto seu coração está longe de mim.” — Isa. 29:13, CBC.

      22 Os cristãos professos da cristandade precisam ser instruídos sobre as verdades básicas das Escrituras. Precisam que lhes sejam relatadas as boas novas do reino de Deus; precisam da esperança criada neles de paz mundial e do domínio justo por meio do reino de Deus. São como os israelitas infrutíferos que sofriam fome espiritual. Embora professem ser cristãos, têm necessidade de que verdadeiros cristãos venham trazer-lhes verdades espirituais nutritivas. Há atualmente tais cristãos que estão fazendo exatamente isso. — Amós 8:11.

      23. Quem, atualmente, compreende qual é a responsabilidade do cristão, e como são semelhantes aos cristãos primitivos?

      23 A compreensão da responsabilidade que descansa sobre todo cristão de empenhar-se no ministério cristão, estimula as testemunhas de Jeová a ensinar as verdades do Cristianismo “publicamente e de casa em casa” como ensinaram os apóstolos. (Atos 20:20) Em 194 países, seguem o exemplo de Jesus, por irem às pessoas e lhes pregarem, onde quer que possam ser achadas. Como os primitivos cristãos, treinam aqueles que acatam as boas novas do Reino para que ensinem a ainda outros. Assim, todos que vêm a estar na sociedade do Novo Mundo das testemunhas de Jeová são incentivados a participar no ministério cristão. Não importa se a pessoa pode gastar apenas algumas horas por mês no ministério. Ela ainda assim pode obedecer à ordem de Jesus de pregar. Estes cristãos dos dias modernos levam a peito o que disse o apóstolo Paulo: “Porque com o coração se exerce fé para a justiça, mas com a boca se faz declaração pública para a salvação.” — Rom. 10:10; 2 Tim. 2:2.

      24. Como é que a pregação de Jesus e seus apóstolos se compara com a feita atualmente pelo clero?

      24 Muitos cristãos professos recebem desfavoravelmente a contenção feita pelas testemunhas de Jeová de que o ministério cristão é para todos os cristãos. Estão contentes com um arranjo como um clube, tendo um clérigo que lhes prega, e permanecem espiritualmente inativos. Não foi isso o que Cristo propôs para seus seguidores. Não é esse o ministério cristão. Ele não limitou sua pregação a apenas seus apóstolos, sem eles nada fazerem, mas escutarem apenas. Diferente dos instrutores pagãos do Egito e da Grécia, que tinham suas alamedas e seus pórticos, onde falavam a ouvintes simpatizantes, Jesus falou nos lugares públicos a pessoas que não eram todas seguidores dele. Algumas eram hostis. Mais tarde, quando foram formadas congregações, os apóstolos não se ligaram a várias congregações nem limitaram seu ministério a estes ajuntamentos de crentes. Continuaram a pregar às pessoas de fora da organização cristã, dando o exemplo para todos que se tornaram cristãos dedicados. Proveram boa liderança que ajudou a manter a vitalidade e a saúde espirituais das várias congregações. Este padrão de atividade edificante cristã é tão necessário atualmente quanto era no primeiro século.

      25. (a) Por que, se pode dizer que o ministério cristão, na forma iniciada por Jesus, não terminou ainda? (b) Quais são os frutos do ministério atualmente?

      25 O ministério cristão que Jesus iniciou tem sido reavivado pelas testemunhas de Jeová. Pessoas de todas as raças e nacionalidades recebem a oportunidade de aprender as coisas maravilhosas que Jeová propôs para a humanidade. Por serem todos na sociedade do Novo Mundo das testemunhas de Jeová instados a se empenharem no ministério e por ter este arranjo a bênção de Deus, grande multidão de pessoas está sendo trazida à organização de Jeová. Tais pessoas de bom coração reconhecem o ministério cristão como sendo sua responsabilidade e como o meio, divinamente provido, para se manterem espiritualmente vivas. Sabem que é vital para a sua salvação, bem como para aqueles a quem pregam. Por meio dele, louvam a Deus mediante Cristo. “Por intermédio dele, ofereçamos sempre a Deus um sacrifício de louvor, isto é, o fruto de lábios que fazem declaração pública do seu nome.” — Heb. 13:15; Mat. 24:14.

  • Os ministros maduros podem ajudar a outros
    A Sentinela — 1965 | 1.° de novembro
    • Os ministros maduros podem ajudar a outros

      “Apascenta meus cordeiros. . . . Pastoreia minhas ovelhinhas.” — João 21:15, 16.

      1. Por que é Jesus um exemplo que podemos seguir seguramente?

      NO SOFRIMENTO que Jesus Cristo suportou por causa de manter-se íntegro a Deus e no vivo interesse que manifestou no tocante a tornar conhecidos os propósitos de seu Pai, ele estabeleceu ótimo exemplo para todos os que se tornariam seus seguidores. Poderiam seguramente modelar sua vida segundo a dele, porque ele fez o que era correto aos olhos de Deus. No terceiro ano do ministério de Jesus, Jeová manifestou Sua aprovação dele, por dizer, ao alcance dos ouvidos de Pedro, Tiago e João: “Este é meu Filho, o amado, a quem tenho aprovado; escutai-o.”

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