BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • A arma derradeira e a corrida para a segurança
    Despertai! — 1986 | 22 de maio
    • podendo ser dirigida para um alvo distinto. Por exemplo, o moderno míssil americano, MX, ou “Peacekeeper” (“Pacificador”), tem dez de tais ogivas, o mesmo número do SS-18 soviético. Cada míssil, portanto, pode destruir dez cidades.

      Os mísseis estavam tornando-se mais precisos, também, e isto, junto com o desenvolvimento dos MIRVs, resultou em renovados temores. Em vez de estarem mirados contra cidades, os MIRVs poderiam visar, e repetidas vezes visavam mesmo, as bases de mísseis e as instalações militares oponentes. Alguns especularam então que talvez pudesse haver vencedores numa guerra nuclear. Potente ataque inicial talvez eliminasse a capacidade ou a vontade de contra-atacar do adversário.

      Ambos os lados sentiram-se compelidos a rebater tal ameaça por garantir sua capacidade de retaliação, mesmo se o outro tivesse êxito em atingi-lo primeiro, num ataque de surpresa. Sem a capacidade de revide, arrazoavam, pouco se poderia fazer para impedir a agressão inimiga; deveras, a agressão poderia provar-se irresistivelmente tentadora. Assim, produziram-se mais armas.

      Atualmente, bem adentrados na década de 80, a corrida armamentista prossegue em vertiginosa velocidade. Recente acréscimo à galeria de armas é a bomba de nêutrons — pequena bomba de hidrogênio que visa matar pessoas pela radiação, mas deixando intactos os prédios e os veículos. Outra é o míssil Cruise — capaz de romper pelo ar, pouco acima das árvores (e fora do alcance dos radares inimigos) para lançar um preciso ataque nuclear sobre um alvo situado a 2.400 quilômetros de distância. A última adição, popularmente chamada de Guerra nas Estrelas, inclui o espaço no campo de batalha.

      Tentativas do Controle de Armas

      Embora a história do desenvolvimento de armas possa sugerir que a corrida das armas nucleares tem prosseguido absolutamente sem nenhuma restrição, vários acordos já foram feitos. Alguns destes limitam as provas, ou estabelecem tetos para certos sistemas bélicos, ao passo que outros inibem a disseminação das armas nucleares aos Estados não-nuclearizados.

      Tais acordos foram obtidos somente por meio de esforços árduos e delongados. E nenhum acordo conseguiu reduzir de forma significativa as armas já existentes.

      O âmago do problema é o seguinte: As superpotências sentem profunda desconfiança e temor uma da outra. De forma irônica, a insegurança resultante simplesmente gera a demanda de mais armas. Mais armas, por sua vez, fazem com que cada um dos lados pareça cada vez mais sinistro e ameaçador para o outro; assim sendo, as pessoas sentem-se mais inseguras do que nunca.

  • A bomba e o futuro do homem
    Despertai! — 1986 | 22 de maio
    • A bomba e o futuro do homem

      A BUSCA fugidia da segurança na era nuclear resultou na estocagem de milhares e milhares de armas de destruição em massa.

      As pessoas informadas reconhecem que as nações se revestem de coragem para realmente empregar suas armas, se provocadas. Deveras, a disposição de utilizá-las constitui o próprio âmago da dissuasão. O General B. L. Davis, comandante do Comando Aéreo Estratégico dos Estados Unidos, escreveu recentemente: “Em última

Publicações em Português (1950-2026)
Sair
Login
  • Português (Brasil)
  • Compartilhar
  • Preferências
  • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Configurações de Privacidade
  • JW.ORG
  • Login
Compartilhar