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  • Esclerose múltipla — desconcertante doença
    Despertai! — 1972 | 22 de agosto
    • tomar certas vitaminas ajudarão o paciente com EM. Tem havido relatórios de melhora depois de se tomarem algumas vitaminas, mas a classe médica em geral crê que não existe real evidência nem apoio para muitas das conclusões tiradas. The Merck Manual of Diagnosis and Therapy (Manual Merck de Diagnóstico e Terapia) declara que os preparados de vitaminas podem ser tomados pelos seus “efeitos psicoterapêuticos e tônicos”. Recomendados, neste respeito, são o ácido nicotínico (niacina) é as vitaminas B1 e B12. Os médicos franceses que usaram a vitamina B12 para tratar a EM relataram considerável melhora dos pacientes.

      Os nutrólogos em geral crêem, pela sua pesquisa, que as vitaminas podem ajudar o paciente com EM. A nutróloga Adelle Davis, por exemplo, relata em seu livro Let’s Get Well (Vamos Ficar Bons): “Quando os pacientes que sofrem de esclerose múltipla tomaram vitaminas E, B6 e outras vitaminas B, a moléstia estacionou; até mesmo casos avançados melhoraram no seu modo de andar e exerceram melhor controle sobre a bexiga e tiveram menos espasmos no braço e na perna. A calcificação do tecido mole foi impedida com a vitamina E. Parece-me que todos estes nutrientes devem ser destacados na dieta de qualquer pessoa que sofra desta moléstia.”

      Também, a nutróloga Catharyn Elwood relata que o Doutor J. E. Crane “tem tido maravilhoso êxito com o tratamento da esclerose múltipla com a vitamina E. De 24 casos graves, 18 ‘melhoraram consideravelmente’”.

      Relatou-se também que a Vitamina C é de algum valor nisso. Em The Complete Book of Vitamins (O Livro Completo das Vitaminas), faz-se a declaração: “Na esclerose múltipla, a melhora objetiva e subjetiva foi observada na maioria dos casos ao serem administradas grandes doses de ácido ascórbico”.

      Um livro recente, New Hope for Incurable Diseases (Nova Esperança Para as Moléstias Incuráveis; Nova Iorque; 1971), contém um capítulo sobre a EM. Os autores, E. Cheraskin, médico, e W. M. Ringsdorf Jr., cirurgião-dentista, falam de pacientes com EM que foram beneficiados por uma dieta baixa de carboidratos. Uma dieta alta de carboidratos tornou piores seus sintomas. Afirmam os autores: “Há esperança para a pessoa acometida de esclerose múltipla! A dieta, como instrumento terapêutico, certamente deve ser incluída à base desta evidência.” A luz da evidência dietária que descobriram, afirmam tais médicos: “Açúcares simples e gorduras saturadas devem ser consideradas como fatores suscetíveis da esclerose múltipla.”

      Com respeito à prevenção, tais médios afirmam: “É provável que a dieta que ofereça mais esperança para o incurável também talvez impeça o desenvolvimento de tais desordens.” Os fatores dietários recomendados por tais autoridades são: Proteína adequada e “1. Restrição do carboidrato dietário, especialmente o açúcar, o xarope, e alimentos amidoados super-refinados. 2. Restrição de gorduras saturadas e substituição por gorduras não-saturadas. 3. Suplementação múltipla de vitaminas e minerais. 4. Megadoses de Vitamina C e vitamina B.”

      Minha Própria Experiência com a EM

      A desconcertante EM se manifesta de vários modos entre pessoas diferentes. Minha própria experiência com sintomas estranhos começou em 1956, quando me achava em Minneapolis, Minnesota EUA. Aguardava a chamada para cursar a turma do outono setentrional da Escola missionária de Gileade da Sociedade Torre de Vigia (dos EUA). Uma dor nas costas apareceu, e um quadril parecia mais alto de que o outro. O médico me fez ficar de cama por uma semana, mais ou menos, e chamou isso de ciática. A dor na região lombar direita se foi, e eu consegui ficar ereta.

      Após ir à minha designação missionária na Guyana, não tive problemas de novo senão em 1959. De novo senti dor nas costas. Depois de passar algum tempo de cama, voltei a trabalhar, mas sentia a rigidez. Quando visitei Minneapolis em 1961, um quiroprático me disse que achava que eu talvez tivesse esclerose múltipla. Fez alguns ajustes na espinha, e comecei a tomar vitaminas, tais como a vitamina B.

      Mais tarde, minha mão direita ficou paralizada por mais de um mês, e comia com a mão esquerda. Daí, minha mão direita voltou à vida, e ficou normal de novo. Tudo era muito desconcertante.

      Em fevereiro de 1962, fiz um trabalho muito agradável. Mas, em março, não consegui andar por algum tempo. Todo ano eu sentia tal ataque. Daí, veio depois de nove meses, e, mais tarde, após seis meses.

      Comecei a ter problemas com as pernas; caía com freqüência. Daí, tive problemas com a bexiga. Em 1964, um médico me deu cortisona e chamou a minha doença de neurite periférica. A cortisona parece amortecer a dor. Outro médico me examinou e recomendou o tratamento de ondas curtas para minhas costas e certos exercícios. Em 1965, fui até a Clínica Mayo em Rochester, Minnesota. Ali fiz uma série de exames e testes. Por fim, após mais de uma semana, disseram-me que minha moléstia era esclerose múltipla. Em meu caso, achava-se sábio não tomar mais cortisona, visto que parecia enrijecer-me ainda mais os músculos.

      Mais tarde, em 1965, retornei à Guyana para continuar meu trabalho missionário. Minhas pernas ficaram continuamente piores, e, em 1968, comecei a usar uma cadeira de rodas.

      Agora, em 1972, minhas mãos estão mais fracas e não consigo ficar de pé apoiada nas minhas próprias pernas. Acho difícil escrever meu nome, e datilografo só com dois dedos. Embora haja um agravamento geral agora, dirijo estudos bíblicos com estudantes, o que me ajuda a manter a mente alerta.

      A pessoa com EM depende de outros, e sou feliz de viver na Guyana, onde as pessoas são amigáveis e compreensivas. Os médicos e as enfermeiras no Hospital Público de Georgetown realmente são bondosos, e, quando preciso de ajuda, eles a prestam. Até o clima da Guyana é favorável, visto que o clima quente parece ajudar-me. Durante o ano inteiro gira por volta 27,8 a 29,4 graus centígrados.

      Eu e meu marido já somos ministros de tempo integral durante dezoito anos agora, e temos estado aqui já por cerca de quatorze anos. Posso ensinar a Bíblia às pessoas em minha própria casa, por telefone e quando falo com vizinhos e amigos. É bom manter-se ativa, apesar desta desconcertante EM. — Contribuído.

  • Papel feito de lixo
    Despertai! — 1972 | 22 de agosto
    • Papel feito de lixo

      ◆ Uma companhia de papel tem tido êxito em fabricar aceitável papel de imprensa com fibras de lixo processado. De 30 a 55 por cento de tais fibras foram usadas para fazer três categorias de papel de imprensa. Certo porta-voz da companhia disse que o uso de tal fibra reaproveitada é “tecnicamente exeqüível na fabricação de papel e pode tornar-se economicamente seguro sob as condições corretas”.

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