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  • Barnabé — apoiador leal da verdadeira adoração
    A Sentinela — 1978 | 1.° de dezembro
    • (Paulo) voltou a Jerusalém como discípulo batizado de Jesus Cristo, os irmãos tinham medo de se associar com ele. Não podiam acreditar que ele realmente se tornara discípulo. Deve ter sido bastante desanimador para Paulo, ser impedido assim de se reunir com os anciãos da congregação cristã. Felizmente, o “Filho do Consolo”, Barnabé, veio em seu auxílio. Apresentou-o a Pedro e a Tiago, meio-irmão de Jesus, o que tornou possível que Paulo fosse plenamente aceito pela congregação. — Atos 9:26, 27; Gál. 1:18, 19.

      TRABALHOS EM ANTIOQUIA

      Mais tarde, Barnabé foi enviado pela congregação de Jerusalém para desenvolver os interesses espirituais em Antioquia. Alguns irmãos de sua ilha nativa de Chipre, bem como de Cirene, haviam proclamado as “boas novas” entre o povo de língua grega ali. Em resultado desta atividade, muitos tornaram-se crentes. Deu grande alegria a Barnabé ver que tantos haviam sido beneficiados pela benignidade imerecida de Jeová, tornando-se discípulos de Jesus Cristo. Daí, ele os animou a que “continuassem no Senhor, tendo isso por objetivo do coração”. Agora que já eram cristãos, a questão era manterem a sua fidelidade. ‘Continuarem no Senhor, tendo isso por objetivo do coração’, significaria permanecerem ligados a ele de todo o coração, com toda a afeição. Todo o seu objetivo na vida, de coração, seria continuarem a se devotar plenamente ao seu Senhor. — Atos 11:19-23.

      O incentivo dado por Barnabé deve ter tido um efeito salutar, especialmente visto ele ser “homem bom e cheio de espírito santo e de fé”. Era inculpe e reto, dando de si de modo altruísta. Sua conduta era imaculada. Barnabé sujeitou-se plenamente à operação do espírito santo de Deus. Tinha também firme fé, apoiada pelos frutos de obras excelentes. Com tal exemplo primoroso no seu meio, a congregação de Antioquia continuou a crescer. — Atos 11:24.

      Barnabé, evidentemente, desejava que os irmãos tivessem a melhor ajuda espiritual disponível. Reconhecendo que precisava de ajuda em cuidar da crescente congregação, foi a Tarso em busca de Paulo. Depois, em associação com Paulo, Barnabé promoveu os interesses espirituais em Antioquia por cerca de um ano. Durante este tempo, ambos os homens foram a Jerusalém, levando fundos de socorro para os irmãos na Judéia. — Atos 11:25-30.

      A PRIMEIRA VIAGEM EVANGELIZADORA COM PAULO

      Acompanhados por Marcos, primo de Barnabé, ambos os homens voltaram a Antioquia. Durante uma reunião da congregação local, o espírito de Deus, sem dúvida operando por intermédio de um dos profetas na congregação, indicou que Barnabé e Paulo deviam ser separados para serviço especial. Tendo a Marcos por ajudante, Barnabé e Paulo partiram na sua primeira viagem evangelizadora, que incluiu Chipre e certas cidades da Ásia Menor. Na sua primeira parada na Ásia Menor, na cidade de Perge, Marcos decidiu deixá-los e voltar a Jerusalém. Paulo achava que Marcos não tinha justificativa para isso, mas Barnabé era menos severo na maneira de encarar a partida de seu primo. Parece que foi nesta viagem que Paulo tomou a dianteira no falar. Ambos os homens, porém, sofreram perseguições de turbas iradas. Em Listra, Paulo foi até mesmo apedrejado e deixado como morto. Ambos voltaram corajosamente às cidades onde haviam tido dificuldades e fortaleceram os crentes. Designaram também anciãos para as congregações recém-formadas. — Atos 13:1 a 14:26.

      A QUESTÃO DA CIRCUNCISÃO

      Retornando a Antioquia, donde haviam sido enviados por espírito santo, Barnabé e Paulo relataram suas atividades à congregação. Mas, então surgiu um problema na congregação de Antioquia. Certos homens, que haviam descido da Judéia, insistiam em que os crentes gentios não podiam ser salvos a menos que fossem circuncidados e se comportassem segundo a lei mosaica. Para resolver esta questão, Paulo e Barnabé foram a Jerusalém para apresentar o assunto aos apóstolos e outros anciãos da congregação de lá. — Atos 15:1, 2.

      Naquela ocasião, ambos deram testemunho sobre o modo em que Jeová os havia usado na proclamação das “boas novas” aos gentios incircuncisos. Baseados em todo o testemunho apresentado e na evidência das Escrituras Sagradas, os apóstolos e outros anciãos da congregação de Jerusalém redigiram uma carta, mostrando que a circuncisão e a aderência à lei mosaica não eram exigidas dos crentes gentios. A carta declarava: “Pois, pareceu bem ao espírito santo e a nós mesmos não vos acrescentar nenhum fardo adicional, exceto as seguintes coisas necessárias: de vos absterdes de coisas sacrificadas a ídolos, e de sangue, e de coisas estranguladas, e de fornicação. Se vos guardardes cuidadosamente destas coisas, prosperareis. Boa saúde para vós!” Quando Barnabé e Paulo trouxeram a carta de volta a Antioquia, houve grande regozijo na congregação. — Atos 15:3-31.

      Pode ter sido depois disso que Pedro visitou a congregação de Antioquia e se associou livremente com crentes gentios, incircuncisos. Mas, então, quando certos irmãos judeus desceram de Jerusalém, Pedro retirou-se da associação com os conversos gentios e passou seu tempo exclusivamente com os irmãos judeus. Até mesmo Barnabé ficou desequilibrado e fez o mesmo. Mas, todos reagiram corretamente quando Paulo repreendeu Pedro, esclarecendo quão errado era tal proceder. — Gál. 2:11-14.

      SERVIÇO FIEL COM MARCOS

      Outro problema que surgiu envolveu pessoalmente Paulo e Barnabé. Paulo pensava em revisitar os irmãos que haviam encontrado na primeira viagem evangelizadora. Entretanto, visto que Barnabé insistiu em levar Marcos, os dois homens tiveram um forte desentendimento. Já que Marcos os abandonara da primeira vez, Paulo duvidava de sua fidedignidade e não o queria consigo, como companheiro de viagem. Por isso, Barnabé e Paulo separaram-se. Barnabé, acompanhado por Marcos, voltou para Chipre. (Atos 15:36-39) Evidentemente, Marcos trabalhou fielmente com Barnabé, pois, mais tarde, Paulo admitiu que Marcos era bom companheiro. Na sua segunda carta a Timóteo, Paulo escreveu: “Toma a Marcos e traze-o contigo, porque ele me é útil para ministrar. ”(2 Tim. 4:11) Portanto, Barnabé, junto com Marcos, devem ter feito um trabalho excelente na edificação dos irmãos na ilha de Chipre e em fazer novos discípulos.

      Embora Barnabé, igual a outros homens, tivesse fraquezas, ele mereceu o apelido de “Filho do Consolo”. Desempenhou um papel importante na edificação e no encorajamento dos irmãos. Pelo seu apoio leal à verdadeira adoração, deu exemplo em ‘continuar no Senhor, tendo isso por objetivo do coração’. — Atos 11:23.

  • Barsabás
    A Sentinela — 1978 | 1.° de dezembro
    • Barsabás

      ● O significado deste nome bíblico é incerto: Bar, “filho de”; sabbás, interpretado de modo diverso como “juramento”, “conversão”, “cativeiro”, “sossego”, “descanso”; daí a sugestão: “(filho) nascido no sábado”.

      Talvez fosse nome de família, ou apenas um nome adicional dado a duas pessoas: José, cognominado de Justo, que foi rejeitado como candidato ao apostolado, em vista da vaga deixada por Judas Iscariotes; e Judas, que acompanhou Paulo, Barnabé e Silas de Jerusalém a Antioquia, em 49 E. C. Não há nenhuma evidência de que estes dois homens fossem irmãos. — Atos 1:23; 15:22; Ajuda ao Entendimento da Bíblia, página 192, em inglês.

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