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  • Mispá
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    • para comemorar esta vitória concedida por Deus que Samuel erigiu a pedra entre Mispá e Jesana, chamando-a de Ebenezer (“a pedra da ajuda”). Depois disso, Samuel continuou a julgar Israel e, ao fazê-lo, percorria um circuito anual de Betei, Gilgal e Mispá. (1 Sam. 7:5-16) Mais tarde, em 1117 AEC, outra assembléia em Mispá testemunhou a apresentação, feita por Samuel, de Saul como o primeiro rei de Israel. — 1 Sam. 10:17-25.

      No século X AEC, Mispá foi reforçada pelo Rei Asa, de Judá, com materiais procedentes de Ramá, cidade que o rei israelita, Baasa, fora obrigado a abandonar. (1 Reis 15:20-22; 2 Crô. 16:4-6) Cerca de três séculos depois, em 607 AEC, o vitorioso rei babilônio Nabucodonosor designou Gedalias como governador dos judeus que permaneceram na terra de Judá. Gedalias administrou os assuntos desde Mispá. Ali o profeta Jeremias fixou residência. Também, os chefes do exército e outros judeus sobreviventes, que tinham sido espalhados, vieram para Mispá. O governador Gedalias, embora fosse avisado de antemão, deixou de exercer cautela e foi assassinado em Mispá. Os caldeus e os judeus que estavam junto com ele ali foram igualmente assassinados. Depois disso, setenta homens visitantes também sofreram a morte. O bando de assassinos, conduzido por Ismael, filho de Netanias, levou cativo o restante do povo. Alcançado por Joanã, filho de Careá, Ismael escapou com oito homens, mas os cativos foram resgatados, para serem mais tarde levados para o Egito. — 2 Reis 25:23-26; Jer. 40:5 a 41:18.

      Depois do exílio babilônico, os homens de Mispá e os príncipes Salune e Ezer participaram em restaurar a muralha de Jerusalém. — Nee. 3:7, 15, 19.

  • Mistério
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    • MISTÉRIO

      Veja SEGREDO SAGRADO.

  • Mistura De Gente
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    • MISTURA DE GENTE

      Um grupo de pessoas que partiu do Egito junto com a nação de Israel. (Êxo. 12:37, 38) Visto que estavam preparados para partir do Egito junto com os israelitas, isto sugere que não tinham perdido nenhum de seus primogênitos. De outra forma, estariam ocupados em sepultar seus mortos, como estavam os egípcios. (Núm. 33:3, 4) A mistura de gente, por conseguinte, devia estar em condição apropriada para celebrar a Páscoa. (Compare com Êxodo 12:43-49; veja RESIDENTE FORASTEIRO. ) Algumas dessas pessoas podem ter sido egípcios ou outros estrangeiros que decidiram seguir ao Deus e à nação de Israel, depois de testemunharem vários dos golpes que Jeová deu no Egito. Outros deste grupo eram provavelmente os egípcios que se tinham casado com israelitas, e também os descendentes de tais uniões. A israelita Selomite, da tribo de Dã, por exemplo, tinha marido egípcio e, pelo menos, um filho dele. — Lev. 24:10, 11.

      Sem dúvida, tanto a formação não-israelita da “mistura de gente” ou ‘multidão mista’ como os rigores da viagem pelo deserto motivaram um espírito queixoso entre eles, o qual se tornou uma fonte de contenda. Expressarem seu anseio egoísta contaminou os israelitas, de modo que eles também começaram a lamuriar-se. — Núm. 11:4-6.

      Em Neemias 13:3 e Jeremias 25:20, a expressão “mistura de gente” indica pessoas não-israelitas. A referência de Neemias tem que ver com estrangeiros tais como moabitas e amonitas. (Nee. 13:1) Que os filhos destes estrangeiros (meio-israelitas) podem também estar incluídos é sugerido por terem os israelitas, antes disso, despedido tanto suas esposas estrangeiras como os filhos que elas lhes deram. — Esd. 10:44.

  • Mitilene
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    • MITILENE

      A principal cidade de Lesbos, ilha situada no mar Egeu, ao largo da costa O da Ásia Menor. Quando a caminho de Jerusalém, na primavera setentrional de 56 EC, o apóstolo Paulo velejou de Assos para Mitilene, sendo Assos um porto marítimo continental da Ásia Menor, situado a c. 45 km ao N-NO. (Atos 20:14) Não ter sido mencionado que Paulo desceu à praia pode subentender que o navio simplesmente ancorou em Mitilene, talvez por causa da calmaria quanto aos necessários ventos do N. No dia seguinte, o navio prosseguiu viagem no rumo S-SO em direção a Quios. — Atos 20:15.

      Crê-se que Mitilene originalmente ocupava uma ilhota ao largo da costa E de Lesbos. À medida que a cidade cresceu, porém, talvez se tivesse unido a Lesbos, por uma estrada elevada, e se expandido ao longo da costa. Isto teria criado uma baía ao N, e também uma do lado S da estrada elevada. A cidade era famosa como sede de erudição literária, e pela beleza arquitetônica de seus edifícios.

  • Mizraim
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    • MIZRAIM

      Alistado em segundo lugar entre os filhos de Cã. (Gên. 10:6) Mizraim era o progenitor das tribos egípcias (bem como de algumas tribos não-egípcias), e tal nome veio a ser sinônimo do Egito. (Gên. 10:13, 14; 50:11) Assim, a palavra “Egito”, nas traduções em português, realmente traduz o hebraico Mitsráyim (ou, Matsóhr em alguns casos, 2 Reis 19:24; Isa. 19:6; 37:25; Miq. 7:12). As cartas de Tel El Amarna, de fins do segundo milênio AEC, se referem ao Egito como Misri, similar ao nome árabe moderno para o país (Misr).

      Os nomes dos descendentes de Mizraim são, pelo que parece, formas plurais: Ludim, Anamim, Leabim, Naftuim, Patrusim, Casluim e Caftorim. (Gên. 10:13, 14; 1 Crô. 1:11, 12) Por este motivo, usualmente se sugere que representam os nomes de tribos, em vez de os dos filhos singulares. Embora isto seja possível, deve-se observar que há outros nomes que parecem estar na forma dual ou plural de construção, tais como Efraim, Apaim, Diblaim e Mesilemote (Gên. 41:52; 1 Crô. 2:30, 31; Osé. 1:3; 2 Crô. 28:12), cada um se referindo obviamente a um só indivíduo.

  • Mó
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    • MÓ

      Veja MOINHO.

  • Moabe
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    • MOABE

      [bem possivelmente, do pai (dela)], MOABITAS.

      1. O filho de Ló com sua filha mais velha. Como seu irmão unilateral, Amom, Moabe foi concebido depois que Ló e suas filhas deixaram Zoar e passaram a habitar numa caverna na vizinha região montanhosa. Moabe se tornou o pai dos moabitas. — Gên. 19:30-38.

      2. O território antigamente habitado pelos moabitas era chamado de “Moabe”, e também de “campo(s) de Moabe”. (Gên. 36:35; Núm. 21:20; Rute 1:2; 1 Crô. 1:46; 8:8; Sal. 60:8) Anteriormente, os emins tinham habitado nesta terra, mas, pelo que parece, foram desalojados pelos moabitas. (Deut. 2:9-11; compare com os Vv. 18-22. ) Perto do fim da peregrinação de Israel pelo deserto, parece que o território de Moabe se estendia desde o vale da torrente do Zerede, ao S, até o vale da torrente do Árnon, ao N (por uma distância de c. 48 km), o mar Morto formando a fronteira O, e o deserto da Arábia uma fronteira indefinida a E. (Núm. 21:11-13; Deut. 2:8, 9, 13, 18, 19) Elevando-se acentuadamente do mar Morto, esta região é, em sua maior parte, um chapadão retalhado de gargantas, e possui uma altitude média de c. 900 m acima do mar Mediterrâneo. Nos tempos antigos, fornecia pastagens para amplos rebanhos (2 Reis 3:4), e sustentava vinhedos e pomares. (Compare com Isaías 16:6-10; Jeremias 48:32, 33.) Também se cultivavam cereais. — Compare com Deuteronômio 23:3, 4.

      Houve um período anterior em que a terra de Moabe se estendia ao N do Árnon, e incluía as “planícies desérticas de Moabe, defronte de Jericó, do outro lado do Jordão”. (Núm. 22:1) Mas, algum tempo antes da chegada dos israelitas, o rei amorreu, Síon, anexou esta região, e o Árnon veio a ser a fronteira N de Moabe. (Núm. 21:26-30; Juí. 11:15-18) Os amonitas também sofreram derrota às mãos de Síon, e foram empurrados para o N e o E. O território que os amorreus conquistaram de ambos os povos formou uma cunha entre Moabe e Amom, e, assim, Moabe veio a limitar-se com o território amorreu ao N e o território edomita ao S. (Juí. 11:13, 21, 22; compare com Deuteronômio 2:8, 9, 13, 14, 18.) Em sua maior extensão, o território de Moabe tinha aproximadamente 97 km de N a S, e 40 km de E a O. — Veja mapa na página 77, Vol. 1.

      PARENTESCO ENTRE MOABE E ISRAEL

      Como descendentes de Ló, sobrinho de Abraão, os moabitas eram aparentados aos israelitas. As línguas de ambos os povos eram muito similares, conforme depreendido da inscrição da Pedra Moabita. Também, como os israelitas, os moabitas parecem ter praticado a circuncisão. (Jer. 9:25, 26) Sem embargo, salvo raras exceções, tais como Rute e Itma, um poderoso do Rei Davi (Rute 1:4, 16, 17; 1 Crô. 11:26, 46), os moabitas manifestavam grande inimizade para com Israel.

      Antes da entrada de Israel na Terra Prometida

      O cântico de Moisés sobre Jeová destruir o poderio militar do Egito no mar Vermelho indicava que as notícias deste acontecimento fariam com que os “déspotas de Moabe” tremessem. (Êxo. 15:14, 15) Que os moabitas deveras ficaram temerosos é indicado por seu rei negar o trânsito pacífico de Israel pelo seu domínio, cerca de quarenta anos depois. (Juí. 11:17) Devido a uma ordem direta de Deus, os israelitas, contudo, não atacaram os moabitas, mas, ao atingirem a fronteira S de Moabe, no vale da torrente do Zerede, desviaram-se do território de Moabe. (Núm. 21:11-13; Deut. 2:8, 9; Juí. 11:18) Embora os moabitas realmente vendessem alimentos e água para os israelitas (Deut. 2:26-29), ‘não vieram em auxílio de Israel com pão e água’. (Deut. 23:3, 4) Evidentemente, isto significa que os moabitas não os acolheram hospitaleiramente, e nem lhes forneceram suprimentos sem procurarem lucrar com isso.

      Mais tarde, depois de cruzarem o vale da torrente do Árnon, Israel se viu confrontado pelos amorreus, sob o Rei Síon, que antes se havia apoderado do território moabita ao N do Árnon. Depois de suas vitórias, concedidas por Deus, sobre este governante e também sobre o Rei Ogue, de Basã, os israelitas acamparam nas planícies desérticas de Moabe. (Núm. 21:13, 21 a 22:1; Deut. 2:24 a 3:8) O extenso acampamento israelita amedrontou os moabitas e seu Rei Balaque, fazendo com que sentissem um temor doentio. Embora não reivindicasse nenhum quinhão do território moabita anterior que fora tomado pelos israelitas dos amorreus, Balaque receava quanto ao seu reino. Por conseguinte, consultou os anciãos de Midiã e mandou mensageiros, anciãos tanto de Moabe como de Midiã, para contratar o profeta Balaão, a fim de que viesse amaldiçoar Israel. (Núm. 22:2-8; compare com Juízes 11:25.) Desta forma, Balaque ‘lutou’ contra os israelitas. (Jos. 24:9) Jeová, porém, fez com que Balaão abençoasse Israel, e até mesmo predissesse a ascendência de Israel sobre Moabe. (Núm., caps. 23, 24; Jos. 24:10; Nee. 13:1, 2; Miq. 6:5) Em seguida, conforme sugerido por Balaão, utilizaram-se mulheres moabitas e midianitas para engodar os varões israelitas a praticar imoralidade e idolatria em conexão com Baal de Peor. Muitos israelitas sucumbiram diante desta tentação,

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