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    A Sentinela — 1968 | 1.° de dezembro
    • entendido da pechincha que fêz para possuir a primogenitura. O proveito material não avultava tanto em sua mente como os preciosos privilégios e responsabilidades que de direito caberiam ao herdeiro do fiel Isaque. A profunda apreciação de Jacó por todo o cuidado protetor que Jeová lançara em volta dêle durante tôdas as suas épocas de dificuldade o moveram a votar dedicar um décimo de sua renda regularmente ao serviço da verdadeira adoração. (Gên. 28:22) Não eram nada insignificantes, entre os pronunciamentos especiais de Deus por meio dêste representante fiel, as bênçãos dadas a seus filhos pouco antes de sua morte. — Gên. 49:1-28.

      18. Como foi que Rúben se desqualificou dos privilégios da primogenitura, e com que resultado?

      18 Segundo o costume patriarcal, seu primogênito, Rúben, deveria ter sido aquêle que herdaria a primogenitura em Israel. Não obstante, Rúben desqualificou-se ao cometer fornicação com a concubina de seu próprio pai, a mãe de alguns de seus irmãos. Assim, mostrou completa desconsideração para com as relações sagradas bem dentro da família de seu pai. Por conseguinte, não era digno de oferecer a liderança apropriada qual possuidor da primogenitura. (Gên. 49:4) Assim, a porção dupla da primogenitura coube mais tarde a José, a regência coube a Judá, e o sacerdócio à casa de Levi. Até mesmo quando os descendentes de Rúben — Datã e Abirã — esforçaram-se no tempo de Moisés a asseverar o direito perdido de regência, Jeová agiu prontamente para manter a palavra dada mediante Jacó. Tais rubenitas pagaram com suas vidas a ousadia de desafiar a prerrogativa de Jeová de degradar aquêles que desagradam a êle e exaltar aquêles que lhe trazem prazer. — Números, cap. 16.

      19. O que podemos concluir a respeito de Jó, com base no registro de suas experiências?

      19 Como alguém cuja paciência e piedade foram verdadeiramente postas à prova por uma combinação de calamidades que o deixaram sem filhos, sem amigos e sofrendo as dores excruciantes da enfermidade, Jó reluz como outro verdadeiro adorador de Deus. Para a família e os conhecidos, recomendou a dignidade de seu Deus, jamais o acusando de tolice em permitir os terríveis golpes sofridos por Jó. Diferente dos infiéis sacerdotes dos tempos antigos e modernos, não acusou Deus de errar em permitir a perversidade. Até mesmo em seu anterior estado próspero, sempre tinha presente a condição de seus filhos perante Deus, oferecendo com diligência sacrifícios em favor dêles, pois talvez, como êle mesmo disse, “meus filhos tenham pecado e tenham amaldiçoado a Deus em seu coração”. (Jó 1:5) Quando submetido às calúnias de seus oponentes, sustentou a justiça e o nome de Jeová. Por fim, quando Jó foi curado e liberto de tôdas as suas dificuldades, as vidas de seus críticos de língua afiada dependeram da oração dêle para a aceitação dos sacrifícios de seu arrependimento perante Deus. O último fim de Jó certamente mostra que êle agradara a Jeová em seu serviço qual sacerdote e chefe de família. — Jó 42:8, 12.

      20. Forneçam os fatos da vida de Moisés que provem ter sido êle um fiel promotor dos propósitos de Deus.

      20 Na idade avançada de oitenta anos, Moisés foi comissionado pelo anjo de Jeová a ser profeta, libertador, regente, mediador e sacerdote para a nação de Israel. (Sal. 99:6) Sua primeira designação foi liderar aquela nação típica para fora da escravidão do Egito. Como mediador entre seus teimosos co-israelitas e Jeová, êle teve de intervir, vez após vez, para desviar os golpes devastadores que Jeová contemplava dar a um povo desobediente e ingrato. (Exo. 32:10-14; Núm. 14:11-19) Em tal posição, também mediou o pacto de Deus com a nação enquanto não se fizera nenhuma outra provisão para um sacerdócio nacional. Como mensageiro fidedigno, transmitiu o inteiro conselho de Deus ao povo, e insistiu que êste obedecesse aos requisitos divinos. Gastou-se voluntàriamente no trabalho de administrar a justiça em seus enormes acampamentos. Era zeloso na defesa da adoração correta e pronto a agir contra aquêles que a obstruíam. Com tôda a sua responsabilidade e os privilégios dados por Deus que usufruía, não havia nem sequer um indício de ambição egoísta no registro a respeito dêle. Ainda pôde ser chamado “sem comparação, o mais manso de todos os homens que se achavam sôbre a superfície do solo”. — Êxo. 18:17, 18; 32:32; Núm. 12:3.

      21. Que escolha podia fazer Moisés, e que escolha correta fêz?

      21 Moisés, seja lembrado, fôra educado em toda a sabedoria do Egito, na côrte do Faraó. Tivera a oportunidade de observar as ordens sacerdotais daquele país com todos os seus planos para controlar o povo e se enriquecer, ao passo que sempre sustentavam o regente opressivo como sendo o favorito dos deuses. Muito embora a estrada da ambição pessoal lhe pudesse trazer riqueza e poder no Egito, preferiu identificar-se com o povo de Jeová e aceitar os vitupérios que tinham de ser lançados sôbre um povo cujo Deus não lhes provera sequer um país dêles próprios. Pouco compreendiam os zombadores egípcios o que estava em reserva para êles e para seu orgulhoso país. — Heb. 11:24-26.

      22. Embora Jeová continuasse a comunicar-se com os que amavam a justiça, por meio dos anjos, que perguntas exigiam respostas, e que esperança havia de acesso a Deus?

      22 Até à época de Moisés, o favor da comunicação com o Criador pela ajuda de mensageiros angélicos se limitara a apenas algumas famílias piedosas. Ao passo que isto servia para manter viva a crença num grande e beneficente Deus, todavia, havia muitíssimas perguntas sem ser respondidas. Como poderiam os homens imperfeitos reconciliar-se com seu puro Criador? Será que seria alguma vez posta de lado a barreira entre êles e Deus, que os anjos perfeitos e os patriarcas leais, porém imperfeitos, não conseguiram remover? Como seria removida a escravidão ao pecado e à morte? Será que as gerações do homem continuariam apenas, como a erva, a brotar e a perdurar por curto tempo, daí morrendo? Os próprios chefes de família fiéis devem ter amiúde pensado em tais perguntas, ao contemplarem o céu noturno e compreenderem parte da imensidão da criação de Deus. Não poderiam senão esperar pacientemente até que Jeová revelasse seus propósitos a êles, passo por passo. Êle dera a seus servos aviso antecipado do grande Dilúvio, da destruição da terra de Sodoma e da segura libertação da terra do Egito. Tinham realmente um Deus que podia cumprir Sua palavra e a cumpriria mesmo. Por certo, isso constituía base suficiente para esperarem que, no devido tempo, Êle lhes revelasse a via de acesso à vida e à paz com Êle!

  • O sacerdócio típico aponta a via
    A Sentinela — 1968 | 1.° de dezembro
    • O sacerdócio típico aponta a via

      “Israel é meu filho, meu primogênito. . . reino de sacerdotes e nação santa.” — Êxo. 4:22; 19:6.

      1. No tempo de Moisés, como foi que Jeová se referiu ao povo de Israel, e sob que circunstâncias?

      NA OITAVA geração a contar de Abraão (até Nadabe, filho de Aarão) sua prole se tornara uma multidão que atingia milhões de pessoas, mas que serviam quais escravos de um duro capataz, Faraó do Egito. Seus números já excediam a população nativa, de modo que o temor invejoso ditou a norma de redução por meio de dura escravidão. Neste ponto crítico, o anjo de Jeová apareceu a Moisés na sarça ardente, e informou-lhe: “Inquestionàvelmente tenho visto a aflição de meu povo que está no Egito, e tenho ouvido seu clamor

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