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  • Um monte para se contemplar? Ou escalar?
    Despertai! — 1980 | 22 de fevereiro
    • deixarem de acatar tal aviso. Devido à atração magnética da lava, as bússolas perdem sua eficácia em muitos lugares do monte. Também, escalá-lo fora da estação pode ser perigoso. O tempo é imprevisível e muda constantemente nos meses mais frios. A estação oficial é de 1.º de julho a 31 de agosto.

      O alvo da maioria dos alpinistas é uma visão clara do nascer do sol de um dos oito pontos de observação no cume. Quando visível, é deveras uma vista espetacular. Mas, infelizmente, milhares de pessoas ficam desapontadas, cada ano, por não verem nada senão nuvens, durante as horas de sua escalada, caminhando lado a lado ao subir as encostas cobertas de cinzas vulcânicas.

      Infelizmente, um dos subprodutos de toda esta atração é o montão de lixo deixado pelos peregrinos, excursionistas e esquiadores. A Agência Governamental do Meio Ambiente anunciou em 1978 que os mais de três milhões de alpinistas que visitaram o Mte. Fuji deixaram 164 toneladas de lixo do lado Yamanashi, e outras 80 toneladas do lado Shizuoka, do monte. Por este motivo, alguns grupos começaram a opor-se à urbanização da área do Fuji. Nutrem a opinião de que a beleza natural do Fuji deve permanecer intata, não sendo comercializada pelo turismo.

      Seja qual for nossa preferência, quer sejamos observadores quer alpinistas, desejamos manter um conceito equilibrado sobre a criação. Ao invés de cairmos no laço de adorar o objeto, o assombro que sentimos será pelo Criador de todas as coisas belas, Jeová Deus. Ao assim fazermos, não só usufruiremos a criação, mas a respeitaremos o bastante para deixarmos de deformá-la. Assim, a beleza natural permanecerá, para o deleite de ainda outros no futuro.

  • O uso de terremotos por parte de Jeová
    Despertai! — 1980 | 22 de fevereiro
    • O uso de terremotos por parte de Jeová

      ● “A queda de Jericó, a destruição de Sodoma e Gomorra, e outros eventos bíblicos, foram causados por terremotos periódicos ao longo da Fossa Tectônica do Mar Morto, segundo um documento preparado por Amos Nur, da Universidade de Stanford, na Califórnia, EUA, e Ze’ev Reches, do Instituto Weizmann, em Rehovot, Israel.” — “New Scientist”, 7 de junho de 1979.

      ● A Fossa Tectônica do Mar Morto, explica o relatório, é parte da falha divisória entre as placas africana e arábica, ou camadas da terra. As placas deslizam uma sobre a outra por cerca de 50 centímetros, durante um terremoto. É ao longo ou próximo deste ponto de deslizamento que o rio Jordão, o mar Morto, e a cidade de Jericó estão localizados.

      ● Quando se ordenou aos israelitas que deixassem sua peregrinação pelo deserto e entrassem na terra de Canaã, tinham de cruzar o rio Jordão durante sua época de cheia. Logo que os sacerdotes que conduziam o povo pisaram na beira do Jordão, “as águas que vinham de cima começaram a ficar paradas . . . ao passo que as que desciam para o mar do Arabá, o Mar Salgado, escorriam”. — Jos. 3:15, 16.

      ● Nur, em seu relatório, afirma: “A miraculosa paralisação do rio Jordão, que permitiu que Josué e suas tropas passassem, estava provavelmente ligada a um terremoto. Em 10 de cada 30 sismos registrados na literatura, inclusive os de 1834, 1906 e 1927, o Jordão parou de fluir de um a dois dias, devido a deslizamentos de lama provocados por terremotos.”

      ● Depois de atravessar o Jordão, os israelitas sob Josué marcharam ao redor de Jericó da maneira orientada por Jeová, e “sucedeu que, assim que o povo ouviu o som da buzina e o povo começou a dar um grande grito de guerra, então a muralha começou a cair rente ao chão”. (Jos. 6:20) No documento preparado por Nur e Reches, declara-se: “Os restos das muralhas de Jericó . . . parecem ter caído em uma só direção, indicando que foram derrubadas por um terremoto.”

      ● Estes pesquisadores observam que similares “terremotos que orientam o deslizamento na falha de San Andreas”, na Califórnia, EUA, suscitam tremendas nuvens de pó fazendo-os lembrar do relato bíblico sobre a destruição de Sodoma e Gomorra, e de que Abraão, à distância, viu que “subia fumaça grossa da terra, como a fumaça grossa dum forno de calcinação!” Fontes arqueológicas concordam que a queda de Sodoma e Gomorra foi provavelmente provocada por um terremoto, além da explosão e queima de asfalto, sal e enxofre. “Jeová”, declara o registro, “fez então chover enxofre e fogo”. — Gên. 19:24-28.

      ● Jeová freqüentemente utilizou forças naturais para realizar seus propósitos, cronometrando as ocorrências para ajustar-se às Suas necessidades.

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