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    • Deus, por motivo de ser ele o seu Formador. (Sal. 95:4; Amós 4:13) No entanto, as palavras “monte de Jeová” ou ‘de Deus’ amiúde se aplicam, de modo especial, aos montes em que Jeová revelou Sua presença. Estes incluem o monte Sinai ou Horebe (Êxo. 3:1; Núm. 10:33) e o monte associado com o santuário de Jeová. — Sal. 24:3.

      EMPREGO FIGURADO E PROFÉTICO

      Às vezes, o termo ‘monte’ se aplica ao solo, à vegetação e às árvores existentes na superfície do monte. (Compare com Salmo 83: 14.) Sobre Jeová, diz o salmista: “Toca nos montes, e eles fumegam.” (Sal. 104:32; 144: 5, 6) Isto pode apontar para o fato que raios podem incendiar as florestas das montanhas, desta forma fazendo com que uma montanha fumegue. Os efeitos duma forte tempestade parecem ser descritos quando a Bíblia fala de os montes ‘derreterem-se’ ou ‘fluírem’. (Juí. 5:5; Sal. 97:5) Pesadas chuvas produzem riachos ou torrentes avassaladoras que levam embora o solo, como que o derretendo. Similarmente, predisse-se que a expressão da ira de Jeová contra as nações resultaria em tamanha mortandade que o sangue dos mortos derretería os montes, isto é, levaria embora seu solo. (Isa. 34:1-3) ‘Gotejarem vinho doce’ os montes significava que os vinhedos que ocupavam suas vertentes também produziriam abundantemente. — Joel 3:18; Amós 9:13.

      No monte Sinai, a revelação da presença de Jeová foi acompanhada de manifestações físicas, tais como relâmpagos, fumaça e fogo. O monte também tremeu. (Êxo. 19:16-18; 20:18; Deut. 9:15) Parece que este e outros fenômenos físicos fornecem a base para expressões figuradas que são encontradas em outras partes da Bíblia. (Compare com Isaías 64: 1-3.) O tremor do monte Sinai é, evidentemente, mencionado sob a figura de ‘os montes saltitarem como carneiros’. (Sal. 114:4, 6) ‘Incendiar os alicerces dos montes’ pode ser uma alusão à atividade vulcânica (Deut. 32:22), e ‘ficarem agitados os alicerces dos montes’ se refere a serem sacudidos, o que foi possivelmente causado por um terremoto. — Sal. 18:7.

      REPRESENTAM GOVERNOS

      Nos simbolismos bíblicos, os montes podem representar reinos ou governos dominantes. (Dan. 2:35, 44, 45; compare com Isaías 41: 15; Revelação 17:9-11, 18.) Babilônia, por meio de suas conquistas militares, trouxe ruína a outras terras, e, por conseguinte, é chamada de “monte ruinoso”. (Jer. 51:24, 25) Um salmo que relata as atividades de Jeová contra os homens belicosos o representa como estando “envolvido em luz, mais majestoso do que as montanhas de presa”. (Sal. 76:4) As “montanhas de presa” podem representar reinos agressivos. (Compare com Naum 2:11-13.) A respeito de Jeová, disse Davi: Fizeste “a minha montanha ficar de pé em força”, significando provavelmente que Jeová tinha exaltado o reino de Davi e o estabelecido firmemente. (Sal. 30:7; compare com 2 Samuel 5:12.) Poderem os montes representar reinos nos ajuda a entender o significado do que é descrito em Revelação 8:8, como “algo semelhante a um grande monte ardendo com fogo”. Sua semelhança a um monte ardente sugeriría que está associado a uma forma de governo que tem natureza violenta, como o fogo.

      A profecia de Daniel indicava que o reino de Deus, depois de esmagar todos os outros reinos, tornar-se-ia um grande monte e encheria a terra toda. (Dan. 2:34, 35, 44, 45) Isto significava que estenderia sua regência abençoada por toda a terra. Escreveu o salmista: “Que os montes levem a paz ao povo, também os morros, por meio da justiça.” (Sal. 72:3) Em harmonia com este salmo, as bênçãos mencionadas em conexão com o monte de Deus, tal como o banquete que Jeová dará para todos os povos, seriam usufruídas na terra. — Isa. 25:6; veja também Isaías 11: 9; 65:25.

      ASSOCIADOS COM A ADORAÇÃO

      O monte Sião se tornou um monte sagrado quando Davi trouxe a sagrada Arca para a tenda que tinha erguido ali. (2 Sam. 6:12, 17) Uma vez que a Arca representava a presença de Jeová, e Davi tinha agido, evidentemente, sob orientação divina (Deut. 12:5), isto queria dizer que Jeová escolhera o monte Sião como seu lugar de morada. Com referência a esta escolha, Davi escreveu: “A região montanhosa de Basã é um monte de Deus [isto é, criado por Deus]; a região montanhosa de Basã é um monte de picos. Por que estais vigiando com inveja, ó montes de picos, o monte que Deus desejou para si, para morar? Sim, o próprio Jeová residirá ali para sempre. . .. O próprio Jeová chegou de Sinai [onde ele inicialmente revelou sua presença a toda a nação de Israel] ao lugar santo.” (Sal. 68:15-17) A região montanhosa de Basã, poder-se-ia dizer, atinge seu espinhaço no monte Hermom, e, por conseguinte, pode ser que se tivesse presente este monte com as palavras “monte de Deus” e “monte de picos”. Embora o monte Hermom ultrapasse em muito a altitude do monte Sião, Jeová escolheu aquele local menos conspícuo para ser seu lugar de morada.

      Depois de o templo ser construído no monte Moriá, o termo “Sião” veio a incluir o local do templo e, por isso, Sião continuou sendo o monte santo de Deus. (Isa. 8:18; 18:7; 24:23; Joel 3:17) Visto que o templo de Jeová estava localizado em Jerusalém, a própria cidade também era chamada de Seu “santo monte”. (Isa. 66:20; Dan. 9:16, 20) Pode ter sido com referência a encarar os montes de Jerusalém enquanto orava que o salmista disse: “Levantarei meus olhos para os montes. Donde virá a minha ajuda? Minha ajuda procede de Jeová.” — Sal. 121:1, 2; compare com Salmo 3:4; 1 Reis 8:30, 44, 45; Daniel 6:10.

      A profecia de Isaías (2:2, 3) e a de Miquéias (4:1, 2) apontavam para o tempo em que o “monte da casa de Jeová” se tornaria “firmemente estabelecido acima do cume dos montes” e seria ‘elevado acima dos morros’, pessoas de muitas nações afluindo a ele. Existe evidência de um cumprimento relativo à congregação cristã do Israel espiritual, que está associado com o templo espiritual de Jeová Deus. O convite para pessoas se tornarem parte do Israel espiritual começou a ser estendido a não-judeus no ano 36 EC. (Atos 10:34, 35; compare com 1 Pedro 2:9, 10.) Os que aceitaram esse convite, ‘achegaram-se a um Monte Sião e a uma cidade do Deus vivente, a Jerusalém celestial’. (Heb. 12:22) Por conseguinte, o “monte da casa de Jeová” deve ter sido o celeste monte Sião, o local do templo espiritual de Deus. (Compare com 1 Pedro 2:4-10.) Estar o “monte da casa de Jeová” acima dos montes e dos morros indicaria a posição exaltada da adoração verdadeira, pois montes e morros serviam antigamente como locais para a adoração idólatra e para os santuários das deidades falsas. — Deut. 12:2; Jer. 3:6; Eze. 18:6, 11, 15; Osé. 4:13.

      OBSTÁCULOS

      Às vezes as montanhas representam obstáculos. Para exemplificar, os obstáculos que se interpuseram na volta de Israel do exílio babilônico, e os que, mais tarde, impediram o progresso da obra de reconstrução do templo, eram comparáveis a montes. (Isa. 40:1-4; Zac. 4:7) A fé pode mover similares obstáculos montanhosos e, se for da vontade de Deus, até mesmo montes literais. — Mat. 17:20; 21:21; Mar. 11:23; 1 Cor. 13:2.

      ESTABILIDADE, PERMANÊNCIA OU MAJESTADE

      A estabilidade e a permanência são atribuídas aos montes. (Isa. 54:10; Hab. 3:6; compare com Salmo 46:2.) Por conseguinte, quando o salmista falou da justiça de Jeová como sendo como os “montes de Deus” (Sal. 36: 6), ele talvez quisesse dizer que a justiça de Jeová é irremovível. Ou, visto que os montes são majestosos, isto talvez indique que a justiça de Deus transcende em muito à do homem. (Compare com Isaías 55:8, 9.) Em relação com o derramamento da sétima tigela da ira de Deus, Revelação 16:20 afirma: “Não se acharam montes.” Isto sugere que nem as coisas tão majestosas como os montes escapariam do derramamento da ira de Deus. — Compare com Jeremias 4:23-26.

      OS MONTES SE REGOZIJAM E LOUVAM A JEOVÁ

      Quando Jeová dirige sua atenção favorável para Seu povo, isto produz um bom efeito sobre a terra. Sendo cultivadas e bem cuidadas, as encostas dos montes deixam de ter uma aparência descuidada, como se pranteassem num estado de desolação ou de praga. Por conseguinte, figuradamente, os montes ‘gritam em júbilo’, e sua beleza e produtividade louvam a Jeová. — Sal. 98:8; 148:7-9; compare com Isaías 44:23; 49:13; 55:12, 13; Ezequiel 36:1-12.

  • Monte De Reunião
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    • MONTE DE REUNIÃO

      Uma expressão que aparece em Isaías 14:13, onde se representa o rei de Babilônia como dizendo em seu coração: “Enaltecerei o meu trono acima das estrelas de Deus e assentar-me-ei no monte de reunião, nas partes mais remotas do norte.”

      Alguns peritos sustentam que este “monte de reunião” era alguma posição elevada setentrional distante que os babilônios reputavam ser a morada de seus deuses. Não obstante, em vez de serem proféticas de uma declaração real que o rei da cidade de Babilônia faria, as palavras de Isaías 14:13 refletem qual seria sua ambição e sua atitude. (Compare com Isaías 47:10.) Constituem parte duma declaração proverbial a ser feita contra o rei de Babilônia pelos israelitas restaurados. (Isa. 14:1-4) Assim sendo, segue-se logicamente que o “monte de reunião” tem de ser identificado à luz da Escritura, e não à base do que possa ter sido a concepção religiosa pagã do rei da cidade de Babilônia. Por certo, o rei da cidade de Babilônia não teria nenhum desejo de erguer seu trono acima das estrelas de um deus a quem ele adorasse. Também, Isaías 14:14 mostra claramente que a referência não é feita a um dos deuses babilônicos, mas ao Altíssimo. Por isso, o “monte de reunião” tem de estar ligado ao Deus Altíssimo.

      Na época de Isaías, só existia um monte, o monte Sião (nome que, evidentemente, veio a incluir o local do templo no monte Moriá), onde Deus se reunia representativamente com Seu povo. (Compare com Isaías 8:18; 18:7; 24:23; Joel 3:17.) Podia ser apropriadamente chamado de “monte de reunião” por causa do santuário ali existente, em que todos os varões maduros israelitas deviam comparecer perante a face de Jeová três vezes por ano. (Êxo. 23:17) Esta identificação é adicionalmente confirmada pelo Salmo 48:1, 2, por dar ao monte Sião uma posição setentrional, o que se harmoniza com o “monte de reunião” se situar nas “partes mais remotas do norte”.

  • Montes De Cinzas, Porta Dos
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    • MONTES DE CINZAS, PORTA DOS

      Veja PORTA, PORTÃO.

  • Morcego
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    • MORCEGO

      Mamífero voador que, tirantes suas grandes asas de pele membranosa, assemelha-se ao camundongo. As Escrituras classificam o morcego entre as criaturas voadoras impuras, que não deviam ser usadas como alimento pelos israelitas. (Lev. 11:19;

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