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    • por conseguinte, não atendeu à solicitação deles. Ele então sugeriu que contribuíssem as jóias de ouro que eles haviam obtido como despojos de guerra, apenas as argolas para o nariz somando 1.700 siclos de ouro. Gideão fez então um éfode dos despojos contribuídos, exibindo-o em Ofra. Mas todo o Israel começou a ter ‘relações sexuais imorais’ com o éfode, até mesmo se tornando um laço para Gideão e sua casa. Assim, embora esta medida que tomou fosse, sem dúvida, corretamente motivada, o éfode desviou a atenção do verdadeiro santuário designado por Jeová — o tabernáculo. Os esforços de Gideão foram frustrados, produzindo um resultado contrário ao tencionado. — Juí. 8:22-27; veja ÉFODE.

      MORRE QUAL TESTEMUNHA APROVADA

      Tão completa foi a libertação que Jeová concedeu por meio de Gideão que não houve mais distúrbios durante os quarenta anos de seu juizado. Gideão veio a possuir muitas esposas, com as quais teve setenta filhos. Depois da morte de Gideão, numa boa idade, Israel novamente se tornou vítima da adoração de Baal. Ademais, Abimeleque, filho de Gideão com sua concubina, uma mulher de Siquém, matou os setenta filhos de Gideão, com a exceção de Jotão, que se escondeu. — Juí. 8:28 a 9:5.

      A fé de Gideão, em face de grandes desvantagens numéricas, habilitou-o a ser mencionado como um dentre a “tão grande nuvem de testemunhas”. (Heb. 11:32; 12:1) Em aditamento, sua modéstia era exemplar, e ela era acompanhada de precaução. Pelo que parece, a cautela de Gideão era saudável, e não deve ser encarada como proveniente de falta de fé da parte dele, uma vez que jamais foi censurado por ser cauteloso. Outrossim, conforme indicado pelo Salmo 83, a derrota de Midiã, nos dias de Gideão, fornece um padrão profético da vindoura destruição de todos os opositores a Jeová, resultando na completa vindicação do Seu santo nome. — Compare com Isaías 9:4; 10:26.

  • Giesta (Giesta-das-vassouras, Nm)
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    • GIESTA (GIESTA-DAS-VASSOURAS, NM)

      [Heb., róthem].

      A giesta é, em realidade, um arbusto desértico da família das ervilhas.

      Este arbusto é uma das plantas mais abundantes do deserto de Judá, da península do Sinai, bem como do restante da Arábia, e é encontrado em ravinas, em lugares rochosos, nas encostas dos montes, e até mesmo em faixas abertas de areia das áreas desérticas, onde suas raízes aprofundam-se para captar umidade. Atinge de 90 cm a 3,70 m de altura, tendo numerosos ramos finos, cilíndricos, e folhas estreitas e retilíneas. Quando floresce, os pequenos cachos de flores delicadas, que variam de cor, indo do branco ao rosa, constituem linda vista, ao recobrirem as encostas dos montes, de outra forma áridas. O nome hebraico dessa planta (róthem) provém duma raiz que significa “ligar” e, de acordo com Plínio (do primeiro século E.C.), seus ramos flexíveis eram usados para amarrar coisas, e até mesmo para entrançar uma cesta.

      Quando Elias fugiu para o ermo, a fim de escapar da ira de Jezabel, o registro em 1 Reis 19:4, 5 afirma que ele mesmo “sentou-se debaixo de certa giesta-das-vassouras”, e então passou a dormir ali. Ao passo que as giestas-das-vassouras menores só proveriam escassa sombra do sol escaldante do deserto, um arbusto de bom tamanho forneceria um alívio bem acolhido. Este arbusto desértico também servia de combustível. A madeira da giesta-das-vassouras resulta em excelente carvão vegetal, que queima com calor intenso, e é altamente apreciada até o dia de hoje nos países arábicos.

  • Gigante
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    • GIGANTE

      A Bíblia fornece relatos de homens de extraordinária estatura. Havia Ogue, rei de Basã, um dos refains, cujo esquife media nove côvados (c. 4 m) de comprimento e quatro côvados (c. 1,80 m) de largura. (Deut. 3:11) Golias, de Gate, a quem Davi matou, tinha seis côvados e um palmo (c. 2,90 m) de altura. — 1 Sam. 17:4-7; veja GOLIAS.

      Além de Golias, havia em Refaim outros homens incomumente altos, entre os tais Isbi-Benobe, cuja lança pesava 300 siclos de cobre (c. 3,4 kg) (2 Sam. 21:16); Safe ou Sipai (2 Sam. 21:18; 1 Crô. 20:4); Lami, irmão de Golias, “cuja haste de lança era como o cilindro dos tecelões” (1 Crô. 20:5); e um homem de extraordinária estatura, cujos dedos das mãos e dos pés eram em seis, totalizando vinte e quatro. — 2 Sam. 21:20.

      Os espias destituídos de fé relataram aos israelitas que, em Canaã: “Vimos . . . os nefilins, os filhos de Anaque, que são dos nefilins; de modo que ficamos aos nossos próprios olhos como gafanhotos, e assim também éramos aos olhos deles.” (Núm. 13:33) Estes homens de estatura extraordinária, chamados de filhos de Anaque (que significa “de pescoço comprido”), não eram realmente nefilins, conforme relatado, mas apenas homens de estatura incomumente elevada, pois os nefilins, descendentes de anjos e de mulheres (Gên. 6:4), pereceram no Dilúvio.

  • Gilboa
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    • GILBOA

      “Monte” tradicionalmente identificado com Jebel Fuqu‘ah, uma cordilheira de pedra calcária, em forma de crescente, situada a E da planície de Esdrelom, e que se estende primeiro a SE e então para o S. As ravinas dividem essa cordilheira em vários planaltos. Grande parte dela é constituída de rocha árida, com canais escarpados no N e no O, onde o giz sofreu erosão. Mas nas graduais encostas ocidentais cultiva-se o trigo e a cevada. Também, terras boas para pasto, bem como figueiras e oliveiras, podem ser encontradas ali. O lado setentrional é o mais íngreme e elevado, ascendendo a c. 518 m acima do nível do mar.

      Gilboa figurava em pelo menos duas grandes batalhas. No “poço de Harode”, comumente ligado com a fonte situada no contraforte NO de “Gilboa”, Gideão e seus homens acamparam. (Juí. 7:1) Mais tarde, o Rei Saul juntou suas forças em Gilboa, e ali sofreu derrota às mãos dos filisteus. Três de seus filhos, Jonatã, Abinadabe e Malquisua, foram mortos, e ele mesmo cometeu suicídio ali. — 1 Sam. 28:4; 31:1-4, 8; 2 Sam. 1:4-10, 21; 1 Crô. 10:1-8.

  • Gileade
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    • GILEADE

      [provavelmente, monte de testemunho]. O conceito popular é que o nome “Gileade” provém, pela alteração de dois sons vocálicos, de Galeede. — Gên. 31:47, 48, veja GALEEDE.

      Gileade é um termo geográfico que é empregado de forma variada na Bíblia. Num sentido estrito, Gileade indicava a região montanhosa cupular a E do rio Jordão que se estendia ao N e ao S do vale da torrente do Jaboque. (Jos. 12:2) Era limitada, ao N, por Basã; ao S, pelo chapadão ao N do vale da torrente do Árnon; e, a E, pelo território de Amom. (Deut. 2:36, 37; 3:8-10) No entanto, houve épocas em que “Gileade”, ou a “terra de Gileade”, aplicava-se, em geral, ao inteiro território israelita a E do Jordão, incluindo o chapadão ao N do Árnon, e Basã. — Jos. 22:9; Juí. 20:1, 2; 2 Sam. 2:9; 2 Reis 10:32, 33.

      Evidentemente, pensava-se que “Gileade” consistia em duas partes. Embora fosse simplesmente chamado de “Gileade”, em Números 32:40, o território designado à meia-tribo de Manassés é mais especificamente mencionado como o “resto de Gileade” (Deut 3:13), ou a “metade de Gileade”. (Jos. 13:31) Similarmente, num sentido mais definido, o território combinado de Gade e de Rubem, ao S da área fornecida à meia-tribo de Manassés, era chamado de “metade da região montanhosa de Gileade”. (Deut. 3:12) Todavia, esta mesma área, vez por outra, é também chamada simplesmente de “Gileade”, como é a parte dela designada a Gade (onde se localizava a cidade de refúgio de Ramote). — Núm. 32:29; Jos. 13:24, 25; 21:38.

      Partindo de pelo menos uns 213 m abaixo do nível do mar, no vale do Jordão, Gileade ascende a mais de 1.000 m. Abençoada com abundante precipitação pluviométrica no inverno (hem. norte) e pesado orvalho no verão (hem. norte), bem como por muitas fontes, esta região fértil antigamente possuía grandes florestas e era bem conhecida por seu bálsamo curativo. (Jer. 8:22; 46:11) Seus planaltos ondulantes eram ideais para a criação de gado e para o cultivo de cereais. Também, as uvas vicejavam em Gileade. — Núm. 21:22; 32:1.

      EVENTOS HISTÓRICOS EM GILEADE

      Pouco antes de os israelitas entrarem na Terra Prometida, Síon, rei amorreu, controlava a área de Gileade ao S do vale da torrente do Jaboque, ao passo que Ogue, rei de Basã, regia sobre a parte norte. (Jos. 12:1-4) Liderados por Moisés, os israelitas derrotaram ambos estes reis, e as tribos de Gade e de Rubem, por causa de seu numeroso rebanho, solicitaram que esta região lhes fosse dada como herança. (Núm. 21:21-24, 33-35; 32:1-5) Sua solicitação lhes foi concedida, sob a condição de os combatentes de ambas as tribos cruzarem o Jordão e ajudarem na conquista da Terra Prometida. (Núm. 32:20-24, 28-30) Eles concordaram em fazer isto, e, imediatamente, construíram cidades para suas famílias, que deixariam para trás. (Núm. 32:25-27, 31-38) A meia-tribo de Manassés também recebeu uma herança a E do Jordão. — Núm. 32:33, 39, 40.

      Ao retornarem à sua herança em Gileade, os homens de Rubem, de Gade e da meia-tribo de Manassés construíram um altar como marco comemorativo de fidelidade a Jeová. (Jos. 22:9, 10, 26-29) Mais tarde, participaram na ação tribal unida contra os benjamitas por terem ocultado os malfeitores de Gibeá, impedindo que se lhes impusesse a merecida justiça. (Juí. 20:1-48) Mas, em nítido contraste com isso, censurou-se “Gileade” por deixar de juntar-se a Baraque na luta contra Sísera. (Juí. 5:17) Similarmente, num período posterior, os homens

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