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  • O cavalheiros do apocalipse — seu efeito sobre nossa vida
    A Sentinela — 1974 | 15 de dezembro
    • para começar a reinar ativamente sobre todo o mundo da humanidade, e já deve estar próximo o tempo de ele destruir os inimigos da regência justa de Deus.

      O TERCEIRO CAVALEIRO — FOME

      A guerra é muitas vezes acompanhada pela escassez de víveres. Por isso era apropriado que o terceiro cavaleiro que João viu num cavalo preto representasse a fome. As condições ficariam tão sérias, que se ouviu uma voz dizer: “Uma medida de trigo pelo pagamento de um dia inteiro de trabalho, e três medidas de cevada pelo pagamento também de um dia inteiro de trabalho.” (BLH) “E não faças dano ao azeite de oliveira e ao vinho.” Segundo o historiador grego Heródoto, uma “medida” ou um “litro” de cereal era a quantidade mínima necessária para manter um soldado bem sucedido.

      Revelação indica assim que os alimentos seriam escassos. Seria necessário o racionamento, conforme representado pela “balança” do cavaleiro. Nem os ricos ficariam isentos, porque a voz disse: “Não faças dano ao azeite de oliveira e ao vinho”, quer dizer, seria necessário usar parcimoniosamente até mesmo estes produtos que costumam ser associados com os abastados. Vimos tais condições de fome desde a Primeira Guerra Mundial?

      Sim, vimos. Uma das maiores fomes da história assolou grande parte da Europa e da Rússia depois da Primeira Guerra Mundial. Uma fome ainda maior ocorreu depois da Segunda Guerra Mundial. É possível que tenha lido algo sobre as condições de extrema fome e de escassez de víveres que prosseguem agora mesmo em partes da África e da Ásia. E como estão os preços dos alimentos lá onde mora? Pessoas de todas as rodas da vida, de todos os níveis econômicos e sociais sentem os efeitos da escassez de alimentos; essas faltas ocorrem apesar do melhor conhecimento técnico do homem. O melhor equipamento agrícola e métodos mais sofisticados de lavoura não impediram a fome. Visto que milhares de pessoas ainda sofrem e morrem de fome cada dia, é evidente que o cavaleiro no “cavalo preto” ainda cavalga.

      MORTE POR OUTROS MEIOS

      Embora a guerra e a fome tenham causado milhões de mortes nos últimos sessenta anos, tem havido outras grandes causas de mortes. De maneira que o quarto cavaleiro é descrito como montando um cavalo descorado e ele “tinha o nome de Morte”. Causa a morte, não só “com uma longa espada, e com escassez de víveres”, mas também “com praga mortífera, e pelas feras da terra”.

      Muitos dos que agora vivem presenciaram a veracidade desta profecia a respeito da “praga mortífera”. Pergunte a alguns da geração mais velha, que se podem lembrar da Primeira Guerra Mundial. Eles lhe falarão sobre a mortífera gripe espanhola (a influenza) que assolou o globo depois daquela grande guerra e sobre como causou a morte a mais de vinte milhões de pessoas, mesmo os que viviam nas partes mais remotas da terra.

      Centenas de milhões de pessoas são agora afetadas por cólera, malária, tracoma, varíola e esquistossomose (doença dos caramujos). E mesmo que more num dos “países progressistas”, sabe que apesar do empenho diligente da medicina, abundam o câncer, as doenças cardíacas e outras moléstias. Estas coisas deviam convencer-nos de que o quarto cavaleiro ainda cavalga.

      Mas que dizer da morte causada “pelas feras”? Na ausência de homens, costumam proliferar as feras. (Êxo. 23:29) Assim, também, nos tempos modernos, o transtorno em grande escala da vida sossegada, causado pela guerra e pelas subseqüentes fomes e pragas, tem produzido um perigo crescente por parte das feras. Assim, em 23 de janeiro de 1915, um despacho noticioso da Agência Reuter relatou que os moradores da cordilheira dos Carpatos que fugiam dos austríacos estavam com “medo dos lobos, que, desesperados pela fome, atacavam seres humanos em todos os distritos devastados”.

      Sim, os observadores sinceros podem ver que os cavaleiros do Apocalipse estão cavalgando desde o ano de 1914. Mas, quanto tempo durará a cavalgada? Sem dúvida, gostaria de saber isso.

      DURAÇÃO DE SUA CAVALGADA

      Para responder a esta pergunta, é necessário considerar as palavras de Jesus, que na maior parte são paralelas às encontradas em Revelação, capítulo 6. Ele predisse calamidades similares relacionadas com a “terminação do sistema de coisas”. (Veja Mateus, capítulos 24 e 25; Marcos, capítulo 13, e Lucas, capítulo 21.) E ali, Jesus nos deixa saber quanto tempo está envolvido antes de ele, como cavaleiro no cavalo branco, ‘completar a sua vitória’.

      Jesus declarou, segundo registrado em Mateus 24:34: “Deveras, eu vos digo que esta geração de modo algum passará até que todas estas coisas ocorram.” A geração que presenciou o começo ‘destas coisas’ em 1914 já está agora bem avançada em idade, e, de fato, já está quase ‘passando’. Portanto, deve estar muito perto o tempo da “grande tribulação” e do ‘dia da ira’ de Deus e de Jesus Cristo. O que deverá fazer para sobreviver à vindoura destruição?

      Tome medidas para estar entre os que são revelados, também em Revelação, como ‘saindo da grande tribulação’, quer dizer, que sobrevivem a ela. Estes, segundo o relato, tomaram certas medidas para entrar numa relação favorável com Deus e o Cordeiro. Mostraram ter fé no valor expiatório de pecados do sacrifício de Jesus; sua fé é ativa e viva, resultante do estudo da Bíblia. As testemunhas de Jeová terão prazer em mostrar-lhe como pode passar a estar entre os da “grande multidão, que nenhum homem podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas”, que estão aprovados em pé “diante do trono e diante do Cordeiro”. — Rev. 7:9-17.

  • Tomando o lado popular?
    A Sentinela — 1974 | 15 de dezembro
    • Tomando o lado popular?

      Meter-se na política pode ser embaraçoso para a religião. Por exemplo, tome o caso, há uns 164 anos atrás, quando o sacerdote católico Miguel Hidalgo y Costilla liderava a guerra de independência do México. A Espanha, da qual o México queria libertar-se, era especialmente católica, e a hierarquia tomava o lado dela. Quatro bispos fulminaram Hidalgo com a excomunhão máxima no cânon, Si quis suadente diabolo, e o arcebispo os apoiou.

      Agora, porém, Hidalgo é herói nacional e o México celebrou em 1973 o 220.º aniversário de seu nascimento. As autoridades católicas foram desafiadas a fazer uma declaração oficial sobre o vigoramento da excomunhão e escritores católicos procuraram explicar que, visto que os bispos desconsideraram certos detalhes, sua ação não tinha validez e a excomunhão realmente nunca entrou em vigor.

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