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  • Vida futura pela ressurreição
    A Sentinela — 1979 | 1.° de março
    • de carne e sangue, pôde oferecer a Deus o equivalente exato do que Adão havia perdido para todos os seus descendentes, pelo seu pecado deliberado no Éden. (Heb. 2:9, 14, 15; João 1:14) Visto que Jeová Deus o usa para dar vida à humanidade condenada e morredoura, Jesus Cristo, o “Filho do homem”, é o legítimo para Jeová usar em julgar a humanidade remida.

      20. Em João 5:26, 27, o que disse Jesus sobre a autoridade para julgar, e como foi isso confirmado por Paulo no seu discurso na Colina de Marte?

      20 Em harmonia com isso, Jesus prosseguiu, dizendo: “Assim [o Pai] também concedeu ao Filho ter vida em si mesmo. E deu-lhe autoridade para julgar, porque é Filho do homem.” (João 5:26, 27) Visto que o agora já glorificado Jesus Cristo foi antigamente homem, no meio dum corrupto sistema mundial de coisas, ele pode ser juiz tanto misericordioso como justo daqueles que resgatou da morte. Isto foi claramente proclamado ao corpo judicial mais elevado da antiga Atenas, na Grécia, quando o apóstolo Paulo ficou de pé entre os juízes, na Colina de Marte, e disse: “Ele [o Deus que lhes era desconhecido] fixou um dia em que se propôs julgar em justiça a terra habitada, por meio dum homem a quem designou, e ele tem fornecido garantia a todos os homens, visto que o ressuscitou dentre os mortos.” — Atos 17:23, 31.

  • Uma ressurreição de vida e outra de julgamento
    A Sentinela — 1979 | 1.° de março
    • Uma ressurreição de vida e outra de julgamento

      1, 2. Por que não é maravilhosa demais a declaração de Jesus, de que lhe fora dada a autoridade para Julgar, para se acreditar nela?

      NO DIA ‘fixo’ de Deus, seu Filho usará “o dom da vida”. (João 5:26, Knox) Ressuscitará os mortos humanos aos quais se aplica o benefício de seu sacrifício resgatador Este “dia” será um tempo de julgamento, mas não de 24 horas. Será um período de 1.000 anos, fixado para o reinado de Cristo. (Rev. 20:4-6) O processo do julgamento resultará em vida para uns e em condenação judicial à destruição para outros. Parece-lhe isso maravilhoso, hoje, visto que há tanta deturpação da justiça e tanto mal-entendido religioso sobre o que será o dia de juízo de Deus? Parecia maravilhoso para os judeus dos dias de Jesus, que guardavam o sábado.

      2 Por conseguinte, Jesus disse-lhes: “Não vos maravilheis disso, porque vem a hora em que todos os que estão nos túmulos memoriais ouvirão a sua voz e sairão, os que fizeram boas coisas, para uma ressurreição de vida, os que praticaram coisas ruins, para uma ressurreição de julgamento. Não posso fazer nem uma única coisa de minha própria iniciativa; assim como ouço[do Pai, o Juiz Supremo], eu julgo; e o julgamento que faço é justo, porque não procuro a minha própria vontade, mas a vontade daquele que me enviou.” — João 5:28-30.

      3. Em que diferem os que passam da morte para a vida e não sofrem julgamento adverso daqueles sobre os quais Jesus falou em João 5:28, 29? De que classe de pessoas devem eles ser?

      3 Antes de Jesus dizer as palavras que acabamos de citar, ele falou, em João 5:24, 25, sobre outros “mortos”, cuja “hora” para passarem a viver havia começado. Esses indicados foram chamados de “mortos”, mas não estavam “nos túmulos memoriais”. Ouviam até mesmo naquele momento a “palavra” falada pelo Filho de Deus e criam Naquele que o enviara. Assim, estavam passando da morte para a vida e não sofreriam um julgamento adverso. Por terem passado da morte para a vida, estes, que escutavam a voz do Filho de Deus, foram classificados como vivos e como tendo a perspectiva da vida eterna. Devem ser aqueles que hão de tornar-se co-herdeiros celestiais de Jesus Cristo, a saber, os 144.000 que recebem uma ressurreição para o domínio espiritual, a fim de estarem com ele no Reino.

      4. Em vez de os 144.000 co-herdeiros de Cristo serem julgados, que tarefa se lhes dará?

      4 Estes 144.000 co-herdeiros de Jesus Cristo, em vez de serem julgados, sentar-se-ão com ele em tronos de julgamento. Revelação 20:4 diz que “foi-lhes dado poder para julgar”. A ressurreição deles é chamada de “primeira ressurreição”. Por meio dela, são instantaneamente ressuscitados para o domínio celestial. — Rev. 20:6.

      5. Quando começou o período de julgamento da congregação do Israel espiritual, e o que disse Jesus sobre qual seria o privilégio dela no seu reino?

      5 Houve um anterior período de julgamento destes 144.000, quando estavam na terra. Este começou com o nascimento da congregação cristã do Israel espiritual, no dia de Pentecostes de 33 E.C. Tal período de julgamento continua até que esta congregação de filhos espirituais de Deus fique completa. (1 Ped. 4:17, 18) Sobre o futuro glorioso deles, Jesus disse aos seus fiéis apóstolos, na noite da Páscoa de 33 E.C.: “Eu faço convosco um pacto, assim como

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