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A exposição do falso reino de refúgioA Sentinela — 1976 | 1.° de junho
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guardemos a festividade, não com o velho fermento, nem com o fermento de maldade e iniqüidade, mas com os pães não fermentados da sinceridade e da verdade.” — 1 Cor. 5:6-8; veja Deuteronômio 17:6, 7; 19:15; 1 Timóteo 5:19; Hebreus 10:28.c
34. Por conseguinte, o que ilustra a parábola do fermento?
34 Em face disso, Jesus não fez uma exceção com respeito ao significado do fermento, quando contou a parábola da mulher, que escondeu um pouco de fermento em três grandes medidas de farinha. Na sua coerência de ensino, ele usou ali o fermento como símbolo de algo desfavorável. De modo que a parábola precisa ilustrar algo desfavorável nos assuntos que têm que ver com o “reino dos céus”. A fermentação da grande quantidade de massa representa ali profeticamente o corrompimento da congregação professamente cristã com erro babilônico de ensino e prática. Representa a fermentação simbólica daquilo que é ilustrado pela mostardeira plenamente desenvolvida. Tanto Mateus como Lucas, apropriadamente, colocam a parábola do fermento ao lado da parábola do grão de mostarda, e Lucas faz isso logo após a causticante censura dos religiosos hipócritas. — Luc. 13:10-21.
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Fuga para o verdadeiro reino de refúgioA Sentinela — 1976 | 1.° de junho
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Fuga para o verdadeiro reino de refúgio
1. (a) Como foi exposta a organização retratada pela “árvore” mostardeira da parábola de Jesus? (b) Como se mostrou a maioria das pessoas na cristandade assim como descrito em Isaías 6:8-10?
A ORGANIZAÇÃO representada pela “árvore” que se desenvolveu dum grão de mostarda, na parábola de Jesus, tem sido exposta pela pregação mundial das testemunhas cristãs de Jeová. (Mat. 13:31, 32) Relativamente poucos professos cristãos têm fugido daquela organização religiosa, a saber, a cristandade, e se têm refugiado no reino messiânico de Deus, proclamado pelas testemunhas cristãs de Jeová. Estas Testemunhas, iguais ao profeta Isaías, do oitavo século A. E. C., têm ido e ainda vão repetidas vezes aos povos da cristandade, mas em que condição espiritual mostra encontrar-se a grande maioria da cristandade? Assim como predisse o profeta Isaías, a saber, de olhos grudados, de ouvidos insensíveis e de coração sem apreço da mensagem do Reino. — Isa. 6:8-10.
2. Por quanto tempo ficarão tais pessoas espiritualmente doentes na cristandade?
2 Por quanto tempo permanecerão tais naquele estado de doença espiritual, dentro da cristandade? Jeová respondeu profeticamente a esta pergunta nas suas palavras registradas em Isaías 6:11-13. Ficarão ali até que a cristandade, a simbólica “árvore” mostardeira, seja eliminada na vindoura “grande tribulação”. (Mat. 24:21, 22) Veja o artigo “Será que Disse: ‘Eis-me aqui! Envia-me!’?” na Sentinela de 1.º de maio de 1967.
3. Por que se refugiaram pessoas tementes a Deus sob o estabelecido reino messiânico de Deus, e a que os levou ele?
3 Os tementes a Deus que fugiram da condenada cristandade examinaram os assuntos e acontecimentos do mundo desde 1914 à luz das profecias bíblicas. Por meio de tal comparação discerniram que o reino messiânico de Deus, nas mãos de seu Filho Jesus Cristo, nasceu nos céus naquele ano do irrompimento da guerra. Não se refugiaram na Liga das Nações, como “expressão política do Reino de Deus na terra”, nem nas atuais Nações Unidas, como “última esperança” da humanidade. Em total rejeição de tais conceitos, conforme foram expressos pelos clérigos da cristandade, essas pessoas de olhos abertos, ouvidos sensíveis e coração receptivo fugiram para o reino estabelecido de Deus e se refugiaram nele, fugindo como que “para os montes” fora da zona de perigo, antes de irromper a “grande tribulação”. (Mat. 24:16-22) Assim entraram num “paraíso” duma espécie espiritual, que Jeová Deus estabeleceu para seu povo restabelecido desde 1919, em cumprimento das profecias da Bíblia a respeito do restabelecimento. — Isa. 35:1-10; 65:17-25.
4, 5. (a) Como se descrevem em Isaías 32:1, 2, 17, 18, a paz e a segurança dos levados ao paraíso espiritual? (b) Em cumprimento desta profecia, quem são os “príncipes” mencionados, e como contribuem para as condições sossegadas do paraíso?
4 A paz e a segurança que tais usufruem agora sob o reino messiânico são descritas em linguagem pictórica em Isaías 32:1, 2, 17, 18, nas seguintes palavras: “Eis que um rei reinará para a própria justiça; e quanto a príncipes, governarão como príncipes para o próprio juízo. E cada um deles terá de mostrar ser como abrigo contra o vento e como esconderijo contra o temporal, como correntes de água numa terra árida, como a sombra dum pesado rochedo numa terra esgotada. E o trabalho da verdadeira justiça terá de tornar-se a paz; e o serviço da verdadeira justiça: sossego e segurança por tempo indefinido. E meu povo terá de morar num lugar de permanência pacífico, e em domicílios de plena confiança, e em lugares de descanso sem perturbação.”
5 Aqueles, na terra, que correspondem aos “príncipes” descritos ali não são nenhuns “príncipes da Igreja” na cristandade. São os “anciãos”, os “superintendentes” designados das mais de trinta e oito mil congregações do povo liberto e restabelecido de Jeová. Visto que são diretamente responsáveis perante o Rei celestial, Jesus, o Messias, desincumbem-se sabiamente quais pastores do seu cuidado do rebanho, “para o próprio juízo”. Assim contribuem para a paz, o sossego, a fidedignidade e a segurança do paraíso espiritual ao qual Jeová levou seus adoradores restabelecidos desde o ano de 1919 E. C.
SOB O VINDOURO REINADO MILENAR DO MESSIAS
6. Como se dará que a nova ordem de Deus, na terra começará com um paraíso espiritual, mas que obra terrena aguardará aqueles que estiverem nesse paraíso?
6 Assim como a arca à prova de água levou Noé, sua família e casais de todos os animais e aves através do dilúvio global de 2370-2369 A. E. C., assim o paraíso espiritual, sob a proteção de Jeová, sobreviverá ao vindouro dilúvio da “grande tribulação”. Os adoradores fiéis de Jeová, que permanecerem dentro deste paraíso espiritual, sobreviverão junto com ele através daquela “tribulação, tal como nunca ocorreu desde o princípio do mundo até agora, não, nem tampouco ocorrerá de novo”. (Mat. 24:21, 22; Rev. 7:9-14) Por este motivo, a nova ordem justa de coisas de Deus, após a tribulação, na terra, começará com um paraíso
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