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  • Transistores — diminutos titãs eletrônicos
    Despertai! — 1972 | 8 de junho
    • Um aparelho de televisão feito inteiramente de CIs, exceto o tubo de imagem e o alto-falante, se enquadra numa pequena caixa de fósforos.”

      Para ilustrar a diferença entre os circuitos inteiros e os componentes individuais dum circuito, imaginemos uma caixa tão grande quanto um vasilhame de leite de aproximadamente dois litros. Então, um circuito contendo talvez cem partes convencionais poderia ser colocado em tal caixa. Mas, com circuitos integrados, quantas partes poderiam ser colocadas naquele mesmo espaço, cerca de um bilhão.

      Assim, os novos aperfeiçoamentos são deveras surpreendentes. O progresso do homem na arte de miniaturização deve muito, deveras, aos transistores, esses diminutos titãs eletrônicos. Todavia, a arte de microminiaturização em si mesma não é nova. O Criador do homem microminiaturizou o cérebro humano. Ele o fez de modo que cerca de cem bilhões de partes pudessem ser utilizadas naquele espaço.

  • Vai mudar-se para outro país?
    Despertai! — 1972 | 8 de junho
    • Vai mudar-se para outro país?

      A IDÉIA de emigrar não é de jeito nenhum nova. Em especial, desde o fim da segunda guerra mundial milhares de pessoas emigraram para outros países. Expressões tais como: “Já estou farto da Europa; está estourando de gente — eu vou-me embora!” não têm sido incomuns. Em busca de paz e segurança, muitos têm ido impetuosamente para outros países, deixando atrás seu lugar de nascimento, seus amigos, lares e parentes.

      Os portos da Austrália, do Canadá e da América do Sul têm sido o destino de muitos. A população da Austrália aumentou, nos últimos vinte e cinco anos, de 7 milhões para mais de 12 milhões, dos quais mais de 2 milhões de habitantes são imigrantes.

      Naturalmente, a Austrália, com cerca de duas pessoas por quilômetro quadrado, em comparação com as cerca de 225 por quilômetro quadrado na Europa (excluindo-se a Rússia européia), tem bons motivos de desejar aumentar sua população. Bem nos umbrais de suas portas se acham gigantescas populações asiáticas, pululando com centenas de milhões de habitantes — possível ameaça, segundo se acha, às vastas amplidões de território virgem da Austrália.

      Em aditamento ao motivo de dessatisfação, outros têm emigrado porque procuram a aventura, excitação, progresso e riquezas.

      Nem todos conseguiram realizar seus sonhos. Muitos aprenderam que é preciso trabalhar, seja lá para onde se for, e em novas localidades as vezes até mesmo mais arduamente e sob circunstâncias mais difíceis do que no seu país natal. Alguns ficaram com suas esperanças e seus ideais abalados, e voltaram desiludidos para sua terra natal. Para outros, a maneira correta de encarar a questão da emigração pelo menos trouxe limitada satisfação e êxito.

      Problemas Encontrados no Novo País

      Poderíamos usar, a título de comparação, uma árvore que cresceu por trinta ou mais anos em certo lugar onde o solo é rico e o clima é tépido. Escave tal árvore agora e a coloque num solo pobre e num clima frio. Como ficaria tal árvore? Foi tirada de seu habitat natural. Depois de ser replantada, talvez pareça criar raízes de novo. No entanto, logo suas folhas talvez se sequem e morram. Por fim, talvez sejamos obrigados a admitir que a árvore não se ajustou àquele clima. Alguém que deixa sua terra natal é comparável a essa árvore. Cambia ambientes familiares por um local que talvez jamais tenha visto antes na vida.

      Tudo pode parecer muito atraente nos folhetos de viagens, mas o verdadeiro quadro nem sempre é o mesmo. Uma foto não lhe diz quão quente será no verão e quão úmido fica à noite. Se não estiver acostumado a tal clima, poderá tornar-se difícil dormir, de modo que acordará de manhã ainda cansado, tendo à frente outro dia quente. Nem as fotos lhe falam dos diferentes costumes e alimentos, ou dos problemas de se aprender um novo idioma. E, daí, há aquela sensação que talvez comece a sentir no decorrer do tempo: “saudades de casa”. Tais palavras não visam desanimá-lo de planejar emigrar, talvez o ajudem a ter um conceito mais realístico do assunto.

      O Que Fazer Antes de Decidir

      Se for casado, deve considerar seu cônjuge e seus filhos. Talvez deseje emigrar, mas será isso que seu cônjuge deseja?

      Se tiverem chegado a um acordo quanto a mudar-se para outro país, dirija-se a uma boa biblioteca e obtenha alguns informes sobre o país de sua escolha. Ali deve conseguir material útil sobre as condições climáticas, padrões de vida, moradia, e assim por diante. Talvez a embaixada do país para o qual deseje mudar-se possa fornecer-lhe informações adicionais quanto às condições de trabalho e as disponibilidades de emprego (Alguns países fornecem empregos principalmente para seus próprios cidadãos.) Em que tipo de trabalho é perito, e há demanda de tal trabalho onde planeja ir? Naturalmente, os trabalhadores altamente qualificados se acham em demanda em quase toda parte.

      Daí, então, sua idade deve ser considerada. É evidente que a pessoa mais jovem usualmente acha mais fácil adaptar-se a novos ambientes do que alguém mais adiantado nos anos. As escolas são ruins em alguns países. Isto é algo que os pais devem considerar. A saúde da família e as facilidades médicas onde a pessoa se destina são outros fatores que devem ser cuidadosamente ponderados antes de a pessoa partir. Alguém que exija cuidados médicos constantes deve pensar duas vezes antes de mudar-se para o exterior. Também, considere se a pessoa vai adaptar-se ao clima determinado do país.

      Não se engane pensando que, simplesmente porque um país se acha na América do Sul, por exemplo, deve ter um clima tropical. Os climas talvez variem drasticamente até mesmo dentro de um único país. Na Austrália há de tudo, desde a neve ao sul até os trópicos escaldantes ao norte, as temperaturas caindo a uns 18° abaixo de zero em alguns lugares, mas subindo a uns 45,3°C em outros.

      Depois de ter resolvido afirmativamente todas estas questões, outros arranjos precisam ser feitos. Talvez esteja em condições de pagar sua própria passagem. Se isso não for possível, talvez consiga obter ajuda através dum programa governamental. Naturalmente, neste caso será preciso fazer certos acordos. Talvez aconteça que já tenha alguns amigos no país e eles o ajudem a encontrar uma casa e trabalho. Ou, talvez, a firma para a qual trabalhará lhe forneça moradia.

      O Que Devemos Levar Conosco?

      Ao chegar a hora da partida, surge a grande pergunta: “O que devemos levar conosco?” Muitos têm feito o erro de vender quase todos os seus pertences e então tiveram de comprar os mesmos itens de novo em sua nova residência. Naturalmente, não se pode levar tudo. A mobília, por exemplo, usualmente terá de ser vendida. No entanto, utilidades domésticas, ferramentas e roupas serão úteis onde quer que vá. Mudar-se para uma área quente não significa necessariamente que não precisará de nenhum agasalho. Muitos tiveram de comprar tais roupas de novo com dinheiro arduamente ganho. Quanto à bagagem, lembre-se que, se viajar de navio, sua bagagem não se limitará a certo peso, e poderá levar muito mais do que se viajar de avião.

      Como Obter Êxito Nisso

      O seu êxito em emigrar dependerá grandemente de sua atitude e do que espera. Tenha presente que o modo de vida em seu país de escolha talvez seja inteiramente diverso daquilo a que está acostumado. O primeiro ano é usualmente o mais difícil. A constante comparação com o modo como as coisas costumavam ser na terra natal não o ajudará a ajustar-se aos novos ambientes. Resolva na mente, antes de partir, que irá gostar de sou novo lar. Tente ajustar seu modo de pensar às pessoas do local e que viverá; não espere que se ajustem ao seu modo.

      Seu primeiro passo nesta direção seria aprender o novo idioma tão rápido quanto possível, se já não o fez antes. Faça novas amizades e não limite suas associações às pessoas que vieram do mesmos país. Peça a outros que o ajudem a aprender a língua. Familiarize-se com as coisas. Aprecie as variedades de alimentos que jamais provou. Já comeu mamão? Possivelmente nem sabe o que é. Ou, o que dizer do abacaxi, colhido fresquinho, seu suco escorrendo entre seus dedos, ao provar seu sabor doce e delicioso?

      Talvez tenha vindo de um país montanhoso e agora more junto ao mar. Usufrua o que o mar lhe tem a oferecer. Assim como as montanhas apresentam uma visão emocionante, o mar fornece uma vista cênica sempre mutável. Aprenda algo sobre o fundo histórico daquele país e do seu povo, também. Mostre interesse em seu modo de vida. Assim fará muitos amigos apreciativos que alegremente o aceitarão em sua comunidade.

      Portanto, conte os custos de antemão, antes de se decidir a fixar residência numa terra estranha. E, se já fez sua decisão, seja otimista e adaptável.

  • Quem era a esposa de Caim?
    Despertai! — 1972 | 8 de junho
    • Quem era a esposa de Caim?

      A Bíblia diz que, depois de Caim matar seu irmão Abel, “foi morar na terra da Fuga”. O relato continua: “Caim teve depois relações [sexuais] com a sua esposa e ela ficou grávida.” (Gên. 4:16, 17) Muitas pessoas que lêem este relato ficam pensando onde é que Caim conseguiu sua esposa e quem era ela. Sabe o leitor?

      Uma jovem senhora casada na Dinamarca concordou em receber um estudo bíblico domiciliar regular de um ministro das testemunhas de Jeová. O marido dela disse que não se interessava e, assim, ficava sentado quietamente no outro lado da sala. Não se passou muito, porém, até que perguntou: “Onde foi que Caim conseguiu sua esposa?”

      O ministro indicou, em Gênesis 5:4, que Adão e Eva possuíam filhas que não foram citadas nominalmente no registro bíblico. Visto que Adão e Eva foram os primeiros dois humanos que Deus criou, e visto que Eva ‘tornou-se a mãe de todos os viventes’, Caim, evidentemente, casou-se com uma das suas irmãs, uma das filhas de Adão e Eva. (Gên. 3:20) O senhor ficou muito surpreso com a resposta expressa da Bíblia a esta pergunta. Exclamou: “Já estou no exército há cerca de oito anos e fiz esta mesma pergunta a muitos capelães. Nenhum conseguiu respondê-la!” Em resultado, o marido aceitou a oferta de participar no estudo bíblico, e, desde então, tem feito excelente progresso.

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